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3 maneiras de saber que seu gato está feliz

Gatos são conhecidos, popularmente, como animais que não demonstram muito afeto pelos tutores. Mas essa não é uma verdade absoluta. Talvez os bichanos prefiram mesmo ficar mais ‘na deles’. Você sabia que existem algumas formas de perceber se eles estão felizes?

Apesar de sabermos que cada animal tem estímulos favoritos, conforme as próprias características de personalidade e o estilo de vida, é possível ler os sinais comportamentais dos gatos o que pode lhe ajudar a manter uma boa convivência e ainda proporcionar melhor qualidade de vida a eles e para ajudar a identificar os momentos de felicidade do seu pet, separamos algumas dicas:

Hábitos saudáveis

Um gato feliz costuma se alimentar bem, fazer necessidades fisiológicas regularmente nos locais adequados e ter longos períodos de sono. Além disso, se seu gato é muito ativo, você pode comemorar. O fato deles arranharem e pularem sobre os objetos são indicativos da alegria que estão sentindo.

Expressões corporais

Sabe aquela frase popular ‘o corpo fala’? Isso vale para humanos e para os animais. No caso dos gatos, por exemplo, rabo para cima indica confiança e alegria. Além disso, quando o bichano está feliz, costuma deitar de barriga para cima e manter os pelos e orelhas abaixadas. Também é importante que você lembre: gatos não falam, mas ronronam. E emitir esse som é uma forma de comunicar que estão em um momento feliz.

Interações com os tutores

Se você já ouviu que gato é um animal frio, está na hora de deixar essa ideia no passado. A felicidade deles também é demonstrada por atos de interação com o tutor. Sabe aquele momento que o seu felino se esfrega em você ou nos móveis, dá leves cabeçadas ou esfrega o nariz? Com certeza ele quer te dizer que está tudo bem.

Como proporcionar momentos felizes para o seu gato?

Tão importante quanto saber identificar se o felino se sente feliz é encontrar estratégias para estimular esse sentimento nele. Por isso, separamos algumas orientações para você:

  • Respeite os horários de comida;
  • Ofereça esconderijos, túneis e arranhadores pela residência para que ele possa gastar energia brincando.
  • Entretenimento de qualidade é muito importante;
  • Ofereça as famosas gratificações;
  • Separe momentos do seu dia para interagir com o felino e dar atenção a ele;
  • Se tiver mais de um animal de estimação, estimule a interação saudável entre eles;
  • Aproveite os momentos livres para bajulá-los. Eles adoram e demonstrações de afeto são necessários para vocês manterem o vínculo.

Catarata em cachorros: saiba como identificar e tratar a doença 

Muito comum em humanos, a catarata é uma lesão ocular que tem como principal característica deixar a visão embaçada. Em casos mais graves ela pode, inclusive, levar à cegueira. Mas engana-se quem pensa que a doença atinge apenas pessoas, porque os cachorros também podem sofrer com esse problema.

No mundo canino, os motivos para ter catarata são diversos, mas as principais razões estão associadas ao envelhecimento do animal, inflamações intraoculares e diabetes mellitus, normalmente associada a problemas nutricionais. Além disso, há algumas raças com maior propensão para desenvolver catarata, como a Golden Retriever, Poodle, Cocker Spaniel, Schnauzer e Labrador. 

Como identificar a doença 

Talvez você esteja se perguntando: como posso identificar a catarata no meu cachorro? Vamos lá! Observar o comportamento do pet é muito importante e pode fazer a diferença para um diagnóstico precoce da doença. 

Primeiro, a catarata faz com que a lente dos olhos do cão deixe de ser transparente e cristalina, ficando com uma aparência opaca. Por isso, um ponto muito relevante é perceber se os olhos do animal estão com uma coloração azul ou esbranquiçada. 

O cachorro também pode ter aumento da sensibilidade à luz e insegurança para se locomover, mesmo em espaços que ele conheça e esteja habituado. Ainda pode se tornar comum que ele esbarre em objetos, não reconheça pessoas e tenha preferência por lugares mais escuros. 

Outros sintomas comuns envolvem mudanças no formato e no tamanho das pupilas e mais umidade na região dos olhos, sendo comum vê-los lacrimejando com frequência. E atenção: quanto mais cedo o diagnóstico for feito, menor é a chance do cão evoluir para a cegueira.

Como tratar a catarata 

Ao perceber a presença desses sintomas, o ideal é procurar atendimento veterinário o mais breve possível para evitar a evolução da doença. Na maior parte dos casos, o uso de colírios e a realização de cirurgia podem permitir a recuperação parcial da visão. 

A prevenção da catarata pode ser feita por meio do controle da diabetes, através de uma alimentação equilibrada e do acompanhamento nutricional, e ao evitar a reprodução de cães idosos nos quais se percebe a predisposição para o desenvolvimento dessa doença.

E não esqueça: realizar exames de rotina no seu cãozinho pode ajudar a detectar precocemente muitos problemas de saúde. Para isso, conte com os excelentes profissionais da Veterinária Espaço Animal. Estamos prontos para esclarecer suas dúvidas e cuidar do seu pet com muita atenção e carinho.

Para marcar o dia do gato, conheça a história do encontro entre Ana e Pudim 

No último sábado, 17, celebramos o Dia do Gato e para essa data ficar ainda mais especial, decidimos compartilhar com vocês a história do encontro entre a Ana Schimidt e o seu felino, o Pudim. Eles são clientes clientes da Espaço Animal. 

Pudim é um bichano de dois anos muito fofo e que foi resgatado da rua por Ana, em Esteio (RS), na noite chuvosa do dia 8 de agosto de 2022. Curiosamente, esse é o Dia Internacional do Gato. ” Chovia bastante e eu estava tendo um dia péssimo. Perto das 22h, voltando da academia, parei com carro no portão da garagem e, enquanto esperava abrir, ouvi um miadinho. Olhei para os lados e o vi”, recorda Ana.

Ela ainda lembra que o felino estava molhado e sujo próximo ao pneu de um outro carro estacionado. “Desci e ele correu de medo. Guardei o carro e pedi ajuda para o porteiro e uma vizinha. Acho que ele sentiu que receberia bastante amor. Não demorou muito e ele veio até nós.”

Quando foi encontrado, Pudim estava desidratado e desnutrido. Como já tinha outras duas gatas, a ideia de Ana era cuidar do bichano naquela noite e ser lar temporário até encontrar alguém que o adotasse. “Mas eu me apaixonei perdidamente por ele em menos de 24 horas e foi impossível pensar em entregá-lo para outra pessoa.”

E esse sentimento vivenciado já no primeiro encontro entre os dois apenas se intensificou com o passar do tempo. “Sinto amor puro e genuíno. Sinto que precisávamos um do outro naquele dia e sou grata ao destino ter feito a gente se encontrar”, afirma Ana. 

E todo esse carinho e cuidado são recíprocos. Ana sente isso diariamente quando Pudim a espera entrar em casa na porta, além de outras atitudes muito fofas do bichano. “Ao me ver ele deita com a barriga para cima.  Além disso, ele gosta muito de me fazer companhia quando estou estudando. Gosta de estar comigo quando estou me arrumando para sair e divide o travesseiro comigo todas as noites”, compartilha. 

DEPOIMENTO DO TUTOR 

Outra história muito linda entre tutor e pets é a da Sandra Muller Nunes. Ela tem duas cachorras, a Chili e a Kuki, e um gato chamado Einstein. Atualmente, a Kuki está fazendo quimioterapia na Veterinária Espaço Animal e tem sido atendida com muito carinho por todos. 

“Nossa primeira experiência na clínica foi em uma madrugada de junho de 2019, quando nosso gatinho Einstein precisou consultar e foi muito bem atendido. De lá pra cá, foram muitas consultas, exames, vacinas, procedimentos e cirurgias, sempre com muito carinho e comprometimento.”

5 alimentos que cachorros não podem consumir

Pode ser que você já tenha ouvido alguém falar que “meu cachorro come de tudo”. Mas é essa é uma frase perigosa e que pode representar até um desleixo do tutor com o seu pet. Embora muitos cães sempre parecem estar com fome e acabam aceitando qualquer petisco, essa prática pode ser bastante nociva à saúde do animal.

Há alguns alimentos que são tóxicos para o organismo canino e é muito importante que você conheça pelo menos alguns destes para não permitir que cheguem ao prato do seu amigo. 

1. Chocolate

Ele costuma ter uma alta dosagem de uma substância chamada teobromina, que é muito prejudicial aos cachorros. 

2. Carne crua

Embora pareça ser um alimento natural, há um potencial perigo bem grave. A carne crua pode ter bactérias. Por isso, evite. 

3. Alho e cebola

São muito comuns nos pratos dos humanos, mas por possuírem organossulfóxidos, podem causar taquicardia, fraqueza, palidez, entre outros, nos cães.

4. Uva

Mesmo que ainda a pesquisa careça de informações mais completas sobre o que torna a uva inimiga da nutrição canina, já é consenso de que causa danos aos cachorros.

5. Sementes e frutas

Elas podem causar obstrução gastrointestinal nos bichinhos. Pêssego, ameixa e manga são exemplos destas. Alguns efeitos já observados são dor abdominal, falta de apetite, vômito e prostração.

Cuidar da nutrição de cães é fundamental para a manutenção da sua saúde. Então, além de evitar alimentos tóxicos, também esteja atento à ração que você tem oferecido e se sua procedência é de qualidade. 

Janeiro Branco: por que olhar para a saúde mental do pet faz sentido?

Saúde mental não é brincadeira. Nem para humanos, nem para animais. Assim como acontece com a gente, determinadas situações podem deixar os pets tristes – e isso pode ser um risco e ajudar a desenvolver outros problemas, que podem ser bastante sérios e de difícil tratamento, como a depressão.

A depressão animal pode ser identificada a partir de sinais. Falta de apetite, isolamento e apatia costumam ser os mais comuns. Nos cachorros, já há estudos que indicam que ela é mais frequente em raças desenvolvidas para fazer companhia, como labrador. Em gatos, também pode acontecer do animal fazer xixi e cocô fora do local apropriado.

Embora não se tenha tantas informações sobre a saúde mental de gatos e cachorros como se tem de pessoas, é possível elencar algumas atividades e iniciativas que podem ajudar o seu animalzinho a estar sempre feliz e entretido. 

São algumas:

Tire um tempo do seu dia para dar atenção e brincar;
– Mantenha o ambiente rico, com brinquedos e atividades;
– Não tenha atitudes violentas;
– Evite mudanças, até de móveis dentro de casa, com muita frequência; 
– Procure ser o mais presente possível em casa;
– Promova atividades físicas

É claro que cada tutor conhece a sua realidade e a personalidade do bichinho que tem em casa, mas este é um bom começo para evitar problemas maiores. É importante ressaltar que, como quase tudo, não há fórmula mágica: tudo deve ser experimentado para ver como o pet responde.

E, claro, você pode contar com a Clínica Veterinária Espaço Animal sempre que achar que o seu pet não está bem. 

Conheça cinco benefícios da castração

Desde sempre reforçamos a importância da castração para manter o seu amiguinho saudável, longe de doenças e até com uma relação mais ordeira com o tutor. A lista de benefícios é bem extensa e, para nos ajudar, pedimos para o Médico Veterinário e proprietário da Clínica Espaço Animal, Hermes Raupp, trazer cinco dos mais importantes.

1. Organização financeira

Há prazos e momentos mais adequados para realizar a castração dos bichinhos. O período depende de fatores como o sexo, a espécie e o porte, especialmente no caso dos cachorros. Assim, é possível se organizar desde cedo para conseguir fazer a castração na idade ideal. 

2. Prevenção de tumores mamários

Assim como na mulher, os tumores de mama estão relacionados com os hormônios, tanto na cadela quanto na gata. A regra também vale para os machos em relação a tumores na próstata. Em ambos casos, a castração é a melhor amiga da prevenção.

3. Prevenção de infecções uterinas

São as famosas piometras. Uma vez diagnosticadas, configuram uma cirurgia de emergência, tempo para se organizar, necessidade de ultrassonografia e de exames mais sofisticados para poder submeter esse animal a uma cirurgia. Esta ainda é uma intervenção de risco, uma vez que ele está com uma infecção bastante importante. 

4. Diminuição da agressividade

Acontece principalmente em machos, uma vez que reduz a testosterona, deixando o animal mais calmo. Sem a necessidade de brigar por um espaço no ambiente.

5. Redução da demarcação de território

Essa não é uma coisa 100% garantida, mas uma vez que o animal é castrado, seja cão ou gato, criado dentro de apartamento, a tendência é ele reduzir a demarcação de território. A lógica é semelhante ao item anterior.

Na Clínica Veterinária Espaço Animal, fazemos castração tanto em cães quanto em gatos. Há planos em que o tutor, quando traz um filhotinho, pode fazer um plano de vacinação. E nesse plano também ele terá direito a um desconto na castração.

Cuidado com as pulgas deve ser redobrado no verão

Existe uma série de cuidados que estações como inverno e verão demandam. Recentemente falamos sobre a sensação de calor, desta vez, vamos abordar as pulgas, que se proliferam mais nos dias quentes. Para ajudar a esclarecer algumas dúvidas, conversamos com o Médico Veterinário Hermes Raupp, que também é proprietário da Clínica Veterinária Espaço Animal.

O especialista explica que as temperaturas altas aceleram o seu ciclo, que pode chegar a 21 dias, enquanto um ciclo mais lento, em épocas frias, às vezes chega a 150 dias. Por isso, é altamente recomendável o uso de ectoparasiticidas, os populares antipulgas, mesmo se o gato ou cachorro não está se coçando ou apresentando pulgas na pelagem.

Ele afirma que as pulgas podem aparecer inclusive em pets que não têm contato com o mundo externo – ficando apenas dentro de casa. Conforme Raupp, na fase da pupa, entre a fase da larva e da pulga, elas conseguem se disseminar com facilidade e são muito resistentes. Quando estão em condições de temperatura e umidade adequadas, eclodem.

Os antipulgas entram em ação na hora de combater esses parasitas. Mas atenção com a aplicação: “Já existe muita resistência aos medicamentos das ampolas, sendo, atualmente, os comprimidos e uma ou outra coleira antipulga os mais indicados”, elucida o Veterinário.

Além dos remédios, Hermes Raupp também recomenda a dedetização do ambiente já quando são detectadas as pulgas no pelo. “Sempre que observamos pulgas nos animais, o ambiente já está contaminado, pois só 30% das pulgas do ambiente sobem no animal”, esclarece.

Dentre os problemas que podem ser causados pela presença de pulgas estão: rickettsia, bactérias e vírus, além de anemia e fraqueza.

Relação com os vermes merece atenção

As pulgas acabam transmitindo o verme Dipylidium caninum, que o animal adquire no ato de se mordiscar e ingerir acidentalmente a pulga, e a Dirofilária immitis, verme do coração”, explica. Para notar a presença de vermes no animal, é necessário realizar exames de fezes ou fazer observação das fezes frescas.

Dicas para amenizar o calor dos pets

As temperaturas extremas que alguns períodos do verão proporcionam costumam ser muito estressantes para os animais, mesmo para aqueles que, em teoria, são mais acostumados a lidar com dias quentes. 

Dito isso, o que os tutores podem fazer para aliviar a sensação de calor, que pode ser prejudicial à saúde dos pets? 

1. Mantenha os bichinhos hidratados

É o básico. Humanos e animais transpiram muito no verão e precisam repor esse líquido perdido para se manterem hidratados. No caso dos pets, cabe ao tutor manter a oferta de água fresca pelo menos uma vez por dia.

 2. Conserve ambientes arejados

Locais abafados e com pouca circulação de vento intensificam a sensação de calor. Por isso, é bom deixar espaços para que o ar passe pela casa. Outra dica essencial é não deixá-los trancados dentro de carros. Infelizmente ocorrem muitas mortes de pets por essa prática.

3. Evite passeios em horários de muito calor

Embora eles amem passear e esta seja uma prática bem saudável nessa estação, o passeio não deve ocorrer em horários em que as temperaturas são mais altas. Privilegie as primeiras horas da manhã e os finais de tarde. Cachorros, inclusive, podem queimar as patas ao andar por asfaltos e pisos muito quentes.

4. Dê banho

O banho é um ótimo aliado porque é bastante eficaz na diminuição do calor. Às vezes nem é necessária a aplicação de algum shampoo, basta molhar o pet. Alguns cachorros também adoram nadar em locais como piscina, pequenas lagoas, entre outros. Mas vale a atenção do tutor para evitar incidentes nessas situações. 

Dicas sobre a linguagem corporal de um cachorro

É muito importante os tutores saberem como os seus cachorros estão se sentindo. Essa capacidade pode contribuir para a qualidade de vida do pet, para uma relação mais amistosa entre ambos e para evitar situações indesejadas. 

Porém, a linguagem corporal de cães é complexa e sempre deve ser analisada dentro de um contexto. Em geral, envolve o olhar, a posição do rabo e das orelhas e o tronco.

Quando um cachorro está se sentindo acuado, por exemplo, ele pode reagir com irritação. Corpo ereto, posição estática, rabo para cima, orelhas apontando para a frente e rosno são um mau sinal de que se deve deixar o animal sozinho antes que ele ataque.

Por outro lado, caminhar tranquilo ou como se estivesse saltitando, deitar de barriga para cima e ter orelhas para os lados indicam segurança e felicidade. O animal gosta de você e quer a sua companhia. 

Tristeza tem que ser observada

Pode ser depois de tomar um sermão ou por haver uma situação mais complexa, como sentimento de solidão, que cães costumam andar com o corpo mais baixo, orelhas apontadas para o chão, desvio no olhar e rabo entre as pernas. Em alguns casos, alguns podem uivar, quando, por exemplo, seu dono sai de casa para ir trabalhar. É importante tentar entender se tem algo deixando o cãozinho triste ou se é a dita “manha”.

Outros sinais que podem ser negativos

O bocejo nem sempre significa sono. Em alguns contextos, pode denotar alguma situação estressante. O mesmo vale para lambeduras no focinho. Tudo depende da circunstância, mas se não houver razão aparente para essas ações, ligue o alerta.

Fique atento

Diante de qualquer sinal de tristeza e estresse persistente, procure um Médico Veterinário.

Como saber o peso ideal de um animal?

Estar no peso ideal é importante para qualquer espécie, uma vez que pode ser um ótimo sinal de que a saúde está em dia. No entanto, nem sempre costuma ser fácil para o tutor a identificação de quando o pet está magro ou com uns quilinhos a mais. Porém, também é importante ressaltar que não há fórmula mágica e que cada raça tem suas próprias especificidades, ou seja, não é possível definir um peso ideal.

O caminho é observar a forma física do animal mesmo. Se as costelas estiverem muito marcadas, é um sinal de magreza. Porém, se, ao tocar a região, não sentir as costelas, também é motivo de preocupação, porque mostra que o animal está acima do peso. Portanto, é importante senti-las desde que não fiquem tão visíveis. Um cuidado importante é não se deixar enganar pela pelagem, gatos mais peludos, por exemplo, parecem mais gordos do que realmente são.

Um instrumento que ajuda muito no controle da forma física é a coleira. Por óbvio, ela ficar apertada com o tempo denota que o pet engordou, assim como uma folga maior indica emagrecimento. O mesmo vale para animais que usam roupa. É uma forma de tornar as variações mais visíveis.

O ideal, porém, é sempre procurar um médico veterinário, que terá o conhecimento e os instrumentos necessários para avaliar se o animal está nas condições adequadas de peso.

Fatores que podem deixar os bichinhos mais gordos

Assim como em humanos, engordar pode ter muita relação com metabolismo. E, à medida que os animais vão envelhecendo, sua capacidade de absorver comida vai diminuindo, bem como ficam mais sedentários. Então, acaba também sendo muito comum os velhinhos serem mais pesados.

A castração também pode ser uma aceleradora do ganho de peso. É bastante normal que, ao serem castrados, eles fiquem mais sedentários também. Uma dica é procurar oferecer rações especiais para animais que fizeram a cirurgia.

Clínica Veterinária Espaço Animal começa a atender em horário novo

Já estão em vigor os novos horários de atendimento da Clínica Veterinária Espaço Animal. Desde o início de dezembro, estamos atendendo de segunda a sexta-feira das 8h às 12h e das 13h às 19h30. Já nos sábados você pode nos visitar das 13h às 16h.

Mantenha a saúde do seu pet em dia e agende seu horário! Estamos localizados na rua Dom Pedro, 678, no Centro de Esteio.

Cachorros braquicefálicos e os cuidados com os problemas respiratórios

Cachorros braquicefálicos são animais que possuem cabeça “achatada” e focinhos encurtados em relação ao que se considera normal. Em geral, estes cães têm uma respiração mais pesada, audível mesmo para quem não está muito perto, e costumam roncar enquanto dormem.

Estas características, infelizmente, podem acarretar uma série de problemas à saúde e, para evitá-la, é importante o tutor ter consciência de que terá de adotar muitos cuidados no dia a dia.

Luan Madruga, médico veterinário da Clínica Espaço Animal, nos ajuda a esclarecer alguns pontos importantes desta condição.

Quais cachorros são braquicefálicos?

Algumas raças apresentam esta característica. Os mais conhecidos são pugs, boxers, buldogues e shih-tzus, que estão entre as raças mais comuns no Brasil atualmente. A cabeça achatada e o focinho encurtado são resultado de modificações feitas artificialmente ao longo dos anos e a sua reprodução é objeto de debate há vários anos por veterinários ao redor do mundo.

Que cuidados é necessário ter?

Luan Madruga explica que tutores de cachorros braquicefálicos devem fazer controle regular do peso do animal para evitar obesidade e magreza e acrescenta que também é importante realizar “avaliação com um médico veterinário para avaliar alterações causadas pela síndrome do braquicéfalico e necessidade cirurgia para uma melhor qualidade de vida”.

A atividade física, que é tão importante para a manutenção da saúde canina, é uma tarefa mais delicada para estes cães. Como eles possuem dificuldade de respirar, os exercícios devem ser leves e em temperaturas mais amenas. Deve-se evitar, portanto, a exposição em dias de muito calor e sol.

Que outros problemas a braquicefalia apresenta?

O médico veterinário conta que eles têm alterações congênitas, como prolongamento de palato e estenose de narina.

O palato é conhecido como o céu da boca. Quando há o prolongamento, a passagem do ar fica mais difícil, o que causa os roncos e a respiração com ruídos já mencionados. No entanto, em casos mais sérios, pode provocar cianose, que é um problema por conta da falta de circulação e/ou oxigenação do sangue, e síncope – desmaio. Já a estenose é o estreitamento das narinas e faringe, que também dificultam a passagem do ar. O problema pode levar ao colapso completo da laringe.

Quais são os tratamentos possíveis para cachorros braquicefálicos?

Embora seja uma condição inata, existem, conforme explica Luan, procedimentos cirúrgicos que podem amenizar os sintomas. A estafilectomia, que é a cirurgia para reduzir o palato no animal, e a rinoplastia, intervenção que reduz a borda do nariz, aumentando o espaço para a entrada de ar, podem ser opções válidas de acordo com orientação médica.

Dia Mundial do Diabetes: como proteger cães e gatos

14 de novembro é o Dia Mundial do Diabetes, data importante para conscientizar a sociedade sobre esta síndrome que exige vários cuidados. Mas você sabia que o diabetes também pode acometer animais e, em casos mais graves, levar à morte? Por isso é sempre preciso estar atento e procurar auxílio profissional quando adequado.

Para esclarecer o assunto aos tutores de pets, conversamos com Luan Madruga, médico veterinário da Clínica Espaço Animal, sobre o tema.

O que causa o diabetes em animais?

O profissional explica que há três aspectos que justificam a incidência desta síndrome: genética, obesidade e sedentarismo. Quanto à genética, o tutor não tem controle, porque tem a ver com um fator inato ao bichinho. Porém, em relação aos outros dois aspectos o humano precisa estar atento. Como já ressaltamos, a alimentação é um ponto fundamental para a manutenção de uma vida saudável em cães e gatos. Ela precisa ser variada, conter os nutrientes ideais e ser oferecida na dosagem correta. Outra prática que é aliada da prevenção ao diabetes é o controle do peso.

O mesmo ocorre com a prática de exercícios físicos. O tutor deve dedicar um momento do seu dia para incentivar o seu animal a se exercitar. Cachorros em geral adoram sair para passear ou brincar com seu dono no pátio e, dessa forma, estarão se movimentando e garantindo uma vida mais saudável. Por outro lado, gatos são mais caseiros, mas podem ser tão brincalhões quanto seus amigos caninos. Utilize brinquedos para fazer os gatinhos correrem pela casa.

Quais são os sintomas?

Luan cita quatro sinais que podem indicar o diabetes: emagrecimento progressivo, polifagia (muita fome), poliúria (urina em excesso) e polidipsia (aumento da ingestão de água).

Como é o tratamento?

Uma vez diagnosticado, o pet deve passar por um acompanhamento com um endocrinologista, que estará habilitado a estabelecer o tratamento adequado para tentar amenizar os sintomas. Esta parte é muito importante porque se o animal não for tratado, o problema pode progredir e deixar sequelas graves, como a cegueira, ou levar até a morte.

Por que gatos ronronam?

Assim como miar, grunhir e gritar, ronronar é mais uma maneira de os gatos vocalizarem o que sentem ou querem. Embora na maioria das vezes se trate de um sinal positivo, também pode indicar alguma dor ou necessidade, como fome. É um mecanismo natural que ocorre desde o nascimento, quando os filhotinhos o utilizam para se comunicar com a mãe.

Como ocorre?

O ronronar é um barulho semelhante ao ronco, mas, em geral, com menor intensidade. Ocorre quando, na respiração do felino, o ar passa pela laringe próximo às cordas vocais, o que emite o som.

O que significa o ronronar de gatos?

Normalmente expressa que o animal está se sentindo seguro, confortável e feliz. É comum vê-lo ronronando ao receber carinho enquanto dorme ou tira um cochilo. Também é bastante frequente quando estão afofando algum espaço, o popular “amassando o pãozinho” – em situações de relaxamento.

Por outro lado, gatos ronronando podem indicar alguma dor ou estresse. Nesse caso, o som emitido funciona como um calmante para eles. Para identificar o real sentido da expressão, cabe ao tutor observar outros aspectos, como a linguagem corporal.

Também pode significar alguma solicitação, como por comida, água ou até mesmo um carinho para os bichanos mais carentes de atenção. Neste caso, o barulho costuma ser mais intenso, parecido com um miado.

Bom para a saúde… dos humanos

Além de agir como um alívio para a tensão ou dor nos gatos, o ronrom também faz bem para a saúde dos humanos. Em 2009, um artigo publicado pelo Journal of Vascular and Interventional Neurology demonstrou uma redução considerável no risco de doenças cardiovasculares em donos de felinos.

Como fazer um gato ronronar?

Em primeiro lugar, é importante o tutor entender que não são todos os gatos que vão emitir esse som. Cada um tem uma personalidade diferente, podendo ser mais carinhoso ou menos sociável, então não se preocupe caso ronronar não seja uma prática recorrente do seu pet. O dever do dono é garantir que esta característica seja pelo perfil do gato e não por alguma situação de estresse constante dentro de casa.

Dito isso, procure entender os locais mais sensíveis a carinho. Em geral, eles gostam de serem acariciados em regiões que não alcançam, como atrás das orelhas, pescoço, em cima da cabeça etc. Um afago leve e gostoso em um momento de tranquilidade costuma ser a receita certa para o ronronar dos gatinhos. 

Como prevenir o câncer de próstata em pets?

No Novembro Azul, voltamos as nossas atenções ao câncer de próstata, que pode ser encontrado não só em humanos, mas também em animais, especialmente nos cães. Em geral, os fatores que levam à formação do tumor têm relação com genética e idade: raças de porte maior e pets com idade mais avançadas possuem maior incidência.

Os sintomas do câncer de próstata podem ser variados e afetar tanto o sistema urinário, quanto o digestivo. Assim, estão na lista, entre outros: dificuldade para urinar ou defecar, perda de peso, falta de apetite e fezes em formato achatado.

Prevenção é o melhor caminho contra o câncer de próstata

Para estar sempre seguro quanto à saúde do seu animal, é fundamental apostar na prevenção. O primeiro passo é castrar o animal no momento correto. Como já havíamos ressaltado no texto sobre o câncer de mama, o mesmo vale para os machos. O pet castrado tem suas chances de desenvolver o tumor e outros problemas na próstata consideravelmente reduzidas.

Faça a lição de casa: realize exames de rotina

Não tem segredo: exames periódicos bem feitos são o melhor amigo do tutor quanto à saúde do seu bichinho. Eles não evitam a doença, mas, se descobertos prematuramente, tornam o tratamento e a recuperação mais simples. Para quem tem cachorros de grande porte, é bom iniciar os checkups a partir dos cinco anos.

Alimentação saudável e rotina de exercícios ajudam

Outros fatores que sempre aparecem quando falamos sobre saúde de gatos e cães são alimentação e exercício. Com a ajuda de um profissional, busque por uma dieta balanceada e completa com os nutrientes de que o pet precisa. Tenha atenção ao excesso de carboidratos e açúcares. Também, sempre destine um momento do seu dia para passear ou brincar dentro de casa.

Conheça 5 dicas para pets idosos

Depois de uma vida saudável e repleta de amor e companheirismo, os pets precisam de alguns cuidados especiais quando se tornam idosos. Assim como ocorre com humanos, o corpo e o cérebro deles passam por modificações importantes que demandam maior atenção dos tutores.

Invista em prevenção e faça consultas rotineiras

A primeira dica é bastante básica e a mais importante de todas: agende consultas com médicos veterinários e faça exames preventivos com maior constância. O recomendado é que a periodicidade seja a cada seis meses para detectar o mais rápido possível qualquer problema que possa se desenvolver com o tempo. É importante ressaltar que é normal que neste estágio da vida algumas deficiências apareçam, como baixa visão e problemas cardíacos e renais.

Revise a alimentação

A alimentação é um ponto sensível da saúde de cães e gatos. Com a idade avançada, eles levam mais tempo para absorver nutrientes, então é preciso readequar a dosagem de comida que recebem para evitar o sobrepeso. Dê prioridade para rações que são específicas para animais idosos.

Com o auxílio do veterinário, é importante estar sempre de olho nos nutrientes que podem estar em falta no organismo do bichano para buscar uma maneira de balancear a sua dieta. Porém, nunca faça alterações graves sem o aval médico.

Além de comer, é fundamental beber. Especialmente gatos são mais propensos a desenvolver problemas nos rins, então se certifique de que os pets estão ingerindo água na quantidade adequada.

Mantenha seus pets ativos

Mesmo que seja um processo natural ficar mais sedentário porque a energia não é mais a mesma de anos atrás, é papel do tutor incentivar seu pet idoso a se movimentar. No caso de cachorros, mantenha os passeios rotineiros – mas sempre atento a se eles estão aguentando o ritmo. Já com gatos, utilize brinquedos que os façam se exercitar.

Garanta um ambiente seguro e confortável

Depois de uma boa prática física, é hora de descansar. Invista em itens que oferecem conforto ao bichinho, como almofadas e cobertas para dias frios. Ainda, é importante manter acesso fácil a comida e água e garantir que objetos em que possam subir são seguros para evitar deslizes e quedas. Em alguns casos, pode ser interessante buscar por fraldas e meias antiderrapantes também.

Ajude na higiene pessoal

Gatos são animais muito higiênicos, mas, com o tempo, perdem a capacidade de se lamber, o que os deixa com uma aparência ruim e com pelos em excesso. Cabe ao seu dono realizar a sua escovação para mantê-lo higienizado.

Já os cães idosos demandam outras atenções, como banho regular. Mantenha as limpezas periódicas e tenha atenção especial à higiene bucal, escovando os seus dentes de maneira apropriada.

Quando gatos são considerados idosos?

A partir dos 12 anos. Já depois dos 15 passam a ser considerados geriátricos.

Quando cachorros são considerados idosos?

Para os de pequeno porte, 12 anos. Os maiores, 10.

Clínica Espaço Animal comemora 23 anos

Há 23 anos, no dia 16 de outubro de 2000, era fundada a Clínica Espaço Animal. O médico veterinário Hermes Raupp, fundador e proprietário, conversou conosco no ano passado sobre a história da clínica até os dias atuais. Relembre alguns pontos.

Fundação

Conforme explicou, o profissional atuava em um hospital veterinário e em uma clínica, mas não estava satisfeito. Este foi o gatilho para empreender. Mesmo morando em Porto Alegre, optou por fundar seu negócio em Esteio por avaliar que não havia profissionais suficientes na cidade e por conta do valor do aluguel ser mais baixo em relação à capital.

Primeiros anos em um espaço menor

Até 2011, a Espaço Animal estava sediada em uma sala comercial pequena. Por lá, nos primeiros anos, como lembra Hermes Raupp, a empresa trabalhava com apenas dois fornecedores, que se revezavam nas entregas para a clínica conseguir honrar com os compromissos de todos.

Nova sede e desafios atuais

Com 11 anos, foi inaugurada a nova sede, na Avenida Dom Pedro, 678, onde está até hoje. No entanto, mesmo em um espaço mais amplo – que demonstra o seu crescimento ao longo destas mais de duas décadas – os desafios não param. O fundador cita alguns, como a grande quantidade de exigências legais e tributárias exigidas para continuar funcionando.

Agradecimento aos clientes e aos colaboradores

É importante lembrar, também, que nada seria alcançado não fosse a confiança dos clientes que sempre acompanharam a Espaço Animal e os colaboradores que ajudaram a construir a sólida reputação da clínica. “Hoje, o maior presente é a conquista dessa credibilidade junto a muitos clientes, alguns dos quais já se tornaram amigos, transformando as consultas em encontros”, lembrou.

Cuidados para evitar intoxicação de pets por produtos de limpeza

É sempre importante manter o nosso lar limpo e organizado, mas quem tem animais de estimação precisa ter atenção redobrada aos produtos de limpeza e à sua utilização. O mau uso pode causar problemas sérios em cães e gatos, desde alergias a intoxicações graves. Então, anote algumas dicas importantes que separamos.

Certifique-se de que os produtos de limpeza estão fora do alcance

Não importa se guardados ou durante o uso, tutores precisam estar certos de que os animais não estão tendo contato direto com os produtos. Procure deixá-los fechados dentro de armários que eles não consigam abrir facilmente. Enquanto utiliza, tente isolar os pets em outros locais. Se não for possível, mantenha sempre a atenção para que estejam longe dos itens. 

Esta recomendação vale também para os primeiros minutos após a aplicação. Evite que caminhem sobre o chão molhado ou sobre uma mesa antes do produto secar, porque, além de curiosos, é muito comum que gatos e cachorros eventualmente lambam suas patas e, neste caso, poderiam ingerir acidentalmente algo perigoso.

Tenha atenção redobrada para produtos com propriedades tóxicas

Existe uma série de componentes que são perigosas para pets, como: 

Potássio – encontrado principalmente em detergentes
Amônia – desengordurantes
Cloro – vendido inclusive puro. Além disso, encontra-se em vários produtos
Trietanolamina – desinfetantes, sabonetes, sabão líquido para lavar roupas etc.
Hidróxido de sódio – limpeza pesada, como desentupimento de canos
Bissulfeto de sódio – em antioxidantes para frutas, entre outros

Evite utilizá-los, mas, se não for possível, tenha bastante prudência.

Dê prioridade a produtos de limpeza de base vegetal

Tão eficazes quanto os demais, os produtos de base vegetal são menos agressivos. Isso porque a sua composição é natural. No entanto, é necessário manter alguns cuidados na hora da aplicação, como destacado no primeiro item deste artigo. 

Há também produtos de limpeza formulados especificamente para quem tem animais de estimação dentro de casa, o que os torna uma excelente opção.

Evite itens de cheiro forte

Além dos perigos da intoxicação, há também o risco dos pets desenvolverem algum tipo de alergia se forem submetidos a locais com produtos que tenham um cheiro muito forte, mesmo que perfumados. Redobre o cuidado se o animalzinho já tem alguma síndrome respiratória.

Espaço Animal sorteia kit de produtos da Premier em comemoração a aniversário

O mês de outubro é muito especial para a Clínica Veterinária Espaço Animal. No próximo dia 16/10, completam-se 23 anos de atuação em Esteio: uma trajetória repleta de motivos para comemorar.

Para celebrar a data, a Espaço Animal vai sortear um kit de produtos Premier. Estarão concorrendo todos os clientes que forem atendidos na clínica entre 2 e 16/10. O sorteio ocorrerá no dia 17/10.

Aproveite essa oportunidade para colocar em dia as consultas do seu pet!

Câncer de mama em gatas e cadelas: sintomas, prevenções e tratamento

Outubro é, em todo o mundo, o mês em que se dá uma atenção maior ao câncer de mama, doença que atinge majoritariamente mulheres. No entanto, tutores também devem estar atentos aos seus animais de estimação, uma vez que estes podem desenvolvê-lo ao longo do tempo.

Quais são os sintomas?

Em primeiro lugar, o tutor deve prestar atenção nas mamas do seu pet. Quando há a presença do tumor, ele pode ser um nódulo ou vários e ter diferentes tamanhos e consistências. Além disso, o animal com câncer de mama pode apresentar uma série de sintomas, como diarreia, emagrecimento rápido, falta de apetite, inchaço e vermelhidão. Ainda assim, é importante ressaltar que o diagnóstico deverá ser feito apenas por um médico veterinário.

Como é o tratamento?

Um profissional removerá toda a mama. Mas antes do procedimento cirúrgico, é necessária a realização de exames de imagem para averiguar se há tumores em outros órgãos do animal.

Quais são os cuidados para a prevenção?

Embora não haja nada que garanta que o pet não vá desenvolver o câncer de mama futuramente, há cuidados que diminuem consideravelmente os riscos. O principal deles é a castração. Quanto mais cedo ocorrer, menores as chances. Também, destaca-se a não utilização de anticoncepcionais e o cuidado com produtos químicos na casa, como itens de limpeza que podem ser tóxicos.

Quem está no grupo de risco?

O câncer de mama acomete tanto gatas como cadelas de todas as raças. No entanto, existe maior incidência naquelas de 10 a 11 anos de idade e com obesidade. Por isso, vale muito a pena também estar de olho na alimentação dos seus pets.

Raiva: a doença que pode contagiar humanos e animais

Neste dia 28 de setembro é o Dia Mundial de Combate à Raiva. Para marcar a data, compartilhamos um conteúdo produzido pelo Blog do Pet Anjo sobre a doença. Confira!

A doença da raiva é extremamente perigosa e infecciosa. Ela é causada por um vírus que compromete o sistema Nervoso Central (SNC), e pode atingir todas as espécies de mamíferos, incluindo os seres humanos.

Além disso, a doença possui a letalidade de aproximadamente 100%. É uma zoonose, ou seja, passa dos animais ao homem e vice-versa.

O que causa a raiva?

A raiva é uma doença infecciosa grave causada por um vírus do gênero Lyssavirus, da família Rabhdoviridae. Portanto, trata-se de uma enfermidade viral.

Após a transmissão do vírus, ele ficará inativo por um período de tempo, que varia de acordo com a espécie e como é transmitido.

Formas de transmissão da raiva: seres humanos

Em 95% dos casos humanos ocorre por mordedura de cachorros infectados. Ou seja, a saliva contaminada com o vírus que é introduzida no corpo da pessoa. A raiva também pode ser transmitida se houver contato direto da saliva do animal com os olhos, mucosas ou feridas, bem como lambeduras ou arranhões de animais doentes.

Outra maneira de contaminação aos humanos é a arranhadura por unha de gato. Uma vez que ele tem o hábito de se lamber, e suas unhas podem estar infectadas com o vírus.

Formas de transmissão da raiva: cães e gatos

Os principais transmissores para os cães e gatos são os animais silvestres, como morcegos, gambás e macacos, que contaminam cachorros, gatos e humanos de forma acidental.

Com isso, o contágio ocorre por meio da troca de secreções, contato sanguíneo ou mordida. E, o vírus se multiplica e atinge o sistema nervoso, alcançando, em seguida, outros órgãos e glândulas salivares, onde se replica, e, em poucos dias, o animal vai a óbito.

Sintomas da raiva canina

Em sua fase inicial, os animais apresentam mudanças de comportamento, escondem-se em locais escuros ou mostram uma agitação inusitada.

Após 1 a 3 dias, ficam acentuados os sintomas de excitação. O cão se torna agressivo, com tendência a morder objetos, outros animais, e inclusive o seu tutor, e morde-se a si mesmo. Muitas vezes provocando graves ferimentos.

A salivação torna-se abundante, uma vez que o animal é incapaz de deglutir sua saliva, em virtude da paralisia dos músculos da deglutição. Além disso há alteração do seu latido, que se torna rouco ou bitonal, em virtude da paralisia parcial das cordas vocais.

Os cães infectados pelo vírus rábico têm propensão de abandonar suas casas e percorrer grandes distâncias, durante a qual podem atacar outros animais, disseminando, desta maneira, a raiva.

Sintomas de raiva em gatos

Na maioria das vezes a sintomatologia é semelhante à raiva canina. Por isso, uma das primeiras mudanças é no comportamento do gato. Essa alteração comportamento pode acontecer dentro de uma semana ou até meses após a exposição ao vírus.

Contudo, quando o vírus se multiplica e se espalha pelo corpo do gato, as mudanças são nítidas, e os primeiros sintomas são: febre, vômitos, salivação e cansaço extremo.

Conforme a doença avança de estágio é possível observar uma agitação extrema, que pode levar a crises convulsivas e até mesmo paralisia.

Medidas de prevenção

A principal e mais eficiente medida preventiva para a doença da raiva é sem dúvidas a vacinação.

Dito isso, é importante que os tutores tenham em mente que a doença da raiva é considerada incurável aos animais, por isso, é essencial a prevenção por meio de vacinação canina e vacinação felina, ambas com sua periodicidade anual.

A vacina antirrábica é muito importante pois imuniza os cães e gatos contra doença. Deste modo, eles não são infectados pela raiva e não disseminam o vírus.

No entanto, existem outros cuidados essenciais que os tutores devem ter com os seus animais de estimação e com si próprio, confira a seguir:

  • Passeios sempre com guia;
  • Não “provocar” cães ou mexer quando está dormindo ou comendo;
  • Não separar brigas com o corpo (opte por água, gritos, sons, jogar pano/roupa).

Fui mordido por um cachorro, e agora?

  • Lave imediatamente o ferimento com água e sabão;
  • Procure com urgência o Serviço de Saúde mais próximo;
  • Nunca interrompa o tratamento preventivo sem ordens médicas.

Contudo, é importante ressaltar que mobilização mundial de combate à raiva estabeleceu o ano de 2030 como meta para o fim das mortes causadas pela doença. No entanto, isso só acontecerá com a periodicidade da vacina sendo totalmente respeitada.

Conheça as doenças cardiovasculares que afetam os pets

Setembro é o mês de prevenção às doenças cardiovasculares. Pensando nisso, pedimos para a Médica Veterinária e Especialista em Cardiologia, Eloisa Pino, preparar um conteúdo sobre essas enfermidades. Confira abaixo!

A Doença Valvar Crônica, Doença Degenerativa de Valva Mitral ou Endocardiose de Mitral é a doença cardíaca mais comum no cão. É um problema degenerativo que acomete frequentemente cães de pequeno porte de meia idade a idosos. As raças mais acometidas são Poodle, Yorkshire Terrier, Pinscher, Chihuahua, Dachshund, Cavalier King Charles, entre outros. Às vezes, o paciente pode não apresentar sinal clínico e ser auscultado sopro em uma visita ao veterinário. Porém, alguns pacientes podem apresentar sinais clínicos leves como cansaço fácil, tosse seca e alta (parecendo um engasgo) e até mais graves como desmaios, língua azulada a roxa, dificuldade de respirar.

Existem outras doenças cardíacas como Cardiomiopatia Dilatada (cães de médio a grande porte), Cardiomiopatia Arritmogênica do Ventrículo Direito (raça Boxer e Dobermann), Cardiomiopatia Hipertrófica (gatos), Cardiopatias Congênitas (filhotes e jovens), entre outras. No entanto, é importante comentar sobre a hipertensão arterial (pressão alta) em cães e gatos como consequência de outras doenças também (hiperadrecorticismo, doença renal crônica, entre outras).

Em filhotes, é imprescindível a ausculta cardiopulmonar durante as primeiras consultas e protocolo vacinal, pois algumas doenças congênitas podem ser diagnosticadas precocemente através do sopro e encaminhamento para avaliação cardiológica.

As doenças respiratórias e outras doenças sistêmicas devem ser acompanhadas com cautela, pois podem levar a alterações cardíacas também com a cronicidade da doença, como hipertensão arterial pulmonar e arritmias.

O sistema cardiocirculatório é muito importante para uma vida saudável, sendo responsável pelo bom funcionamento dos outros órgãos do corpo. Consultas e exames são indispensáveis para um diagnóstico precoce e melhor tratamento para quem precisa.

Cães para a adoção

A ONG Amigos do Floppy, parceira da Clínica Veterinária Espaço Animal, segue com cães para adoção. Neste mês, a coordenação da entidade passou três animais que estão a espera de um novo lar. Confira abaixo!

Lembrando que para adotar, é necessário atender aos seguintes critérios:

  • Ter mais de 18 anos;
  • Ter casa própria;
  • Morar em um pátio bem fechado;
  • Possuir tela nas janelas, se for apartamento;
  • Ter condições de dar uma vida digna e muito amor até que a morte separe o tutor do bicho.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (51) 99141-5116 (WhatsApp). Doações ao local podem ser feitas através do pix 94965560000 (CPF).

Dicas para aumentar a expectativa de vida do seu cachorro

No dia 26 de agosto, comemora-se o Dia Mundial do Cão. Para celebrar a data, a Médica Veterinária da Espaço Animal, Márcia Rambo, preparou um conteúdo sobre como aumentar a expectativa de vida do seu cachorro, para você comemorar essa data por muitos e muitos anos. Confira abaixo!

“A partir dos 7 anos de vida, o cão já é considerado idoso. Nesta fase, já começa uma série de cuidados. O ideal é fazer checkups anuais com, pelo menos, exames de sangue, uma ecografia do abdômen e um eletrocardiograma.

Sabemos que na prática, às vezes isso nem sempre é possível. Então, em contrapartida, a gente deve manter uma alimentação bem balanceada para eles, com ração de excelente qualidade, manter a atividade física, apesar de que eles começam a se movimentar menos quando chegam na fase idosa e, principalmente, entender as necessidades do cão idoso.

Hoje em dia, com o advento de novas tecnologias, da ciência, a gente consegue aumentar a expectativa de vida dos cães. Porém, a gente nota a ocorrência de bem mais doenças que antigamente não se via ou não se tinha diagnóstico. Por isso, sempre é importante a prevenção na saúde.

Ao pegar o filhote, o tutor já deve saber que ele vai ter uma expectativa de vida de 10 a 15 anos e sempre zelar, repito, pela prevenção da saúde, com alimentação balanceada, exercícios e, quando chegar na fase idosa, a pessoa vai ter um animal com uma saúde melhor.”

Escrito por Márcia Rambo, Médica Veterinária da Espaço Animal

Publicado por Emilin Grings Silva no dia 24/8/2023.

Por que cães não gostam de gatos?

A rivalidade entre gatos e cachorros é famosa, não é mesmo? Existe até a expressão “briga de cão e gato”, muito utilizada popularmente. Mas você já se perguntou por que cachorro não gosta de gato? Será que isso é verdade ou é um mito?

A rivalidade entre cães e gatos

De fato, todo mundo já se deparou com alguma dupla dessas. Imagens de cães demonstrando raiva na direção de felinos são comuns e muito compartilhadas, fazendo com que a gente se pergunte por que cachorro não gosta de gato.

Por outro lado, também é fácil encontrar cães e gatos que são amigos e possuem uma relação de muito amor e carinho um com o outro. Se você nunca se deparou com uma imagem dessas, é só fazer uma breve pesquisa na internet para encontrar alguns exemplos.

Então, por que cachorro não gosta de gato?

Em primeiro lugar, fique sabendo que essa história é mais mito do que realidade. No entanto, existem alguns detalhes que são reais e podem ter contribuído para que a crença popular se espalhasse pelo mundo.

Nesse sentido, vamos entender por que cachorro não gosta de gato em alguns casos, já que também sabemos que ambos animais são capazes de conviver junto e em harmonia.

Para você entender melhor, é preciso conhecer um pouco mais sobre os instintos naturais dos peludos. Afinal, é importante lembrar que tanto os cães quanto os gatos são animais domesticados. Em outras palavras: já tiveram uma vida totalmente selvagem e que deixa fortes resquícios até os dias de hoje.

Fato 1: instinto de caça

Para começar explicar os instintos selvagens desses animaizinhos, vamos falar de um que é comum tanto para o cachorro quanto para o gato: o instinto caçador. Sim, mesmo domesticado, ele ainda carrega essa natureza em seu DNA, ou seja, é muito difícil apagar esse tipo de comportamento.

Por que isso pode ser um agravante nas relações entre cachorros e gatos

Afinal de contas, os felinos costumam ser menores e mais fracos do que os cachorros. Por isso, estão acostumados a fugir de animais como eles, buscando se proteger de qualquer tipo de perigo. É o instinto de sobrevivência puro do bichano em ação!

Apesar disso, não é nem um pouco comum vermos gatos e cachorros se enfrentando, não é mesmo? 

Invertendo os papéis

Além disso, você também já deve ter visto algumas imagens de cachorros que, por mais que tenham o dobro do tamanho de um felino, ainda assim morrem de medo e acabam levando boas patadas.

Assim, apesar da fama de que cachorros e gatos juntos podem brigar e tornar o ambiente de difícil convivência, nem sempre é assim que funciona! Inclusive, os papéis de presa e de caçador podem até se inverter.

Fato 2: instinto de proteção

Outro instinto canino que pode acabar causando algum tipo de problema dentro e fora de casa é o famoso instinto de proteção. Entretanto, esse tipo de comportamento, às vezes, pode ser tão presente no peludo que se torna a causa de muitos latidos e agressões quando, na verdade, não há uma ameaça real em jogo.

Sabe aquele cão que não deixa outras pessoas se aproximarem de seus tutores ou demoram um tempo para conseguir acreditar que a visita é uma pessoa confiável? Geralmente, esses são cachorros que possuem o instinto de proteção muito exacerbado em seu comportamento.

Nesses casos, pode ser um desafio resolver essa questão e fazer com que o animal se tranquilize diante da situação. Porém, não é nem um pouco impossível. Basta aplicar um bom exercício de educação com algum profissional para encontrar melhoras.

Da mesma forma, o instinto felino de se proteger sempre que a possibilidade de ameaça está presente também pode se tornar um desequilíbrio em seus hábitos selvagens e naturais.

Como já sabemos, gatinhos podem ser animais que acionam o plano de fuga sem pensar duas vezes. Por isso, muitas vezes, o bichano sai correndo antes mesmo de o cachorro tomar qualquer tipo de atitude.

Afinal, cachorro e gato podem conviver?

Caso você queira criar um gato e um cachorro juntos em casa, saiba que isso é possível, sim! Se antes você se perguntava por que cachorro não gosta de gato, agora pode trocar a pergunta para como fazer com que eles convivam juntos com tranquilidade.

Para evitar que seus instintos selvagens atrapalhem a relação, a dica é criar os dois animais juntos desde filhotes. Assim, ambos se acostumam com a presença do outro com muito mais facilidade e poderão crescer juntos, como irmãos.

Fonte: Petz

Publicado por Emilin Grings no dia 16/8/2023

Esporotricose tem cura?

Micose cutânea caracterizada por lesões ulceradas que não cicatrizam, a Esporotricose é uma doença causada pelo fungo sporotrix que atinge gatos e humanos. Ou seja, é uma zoonose.

Nos felinos, as úlceras costumam aparecer no focinho e nos membros. É uma enfermidade contagiosa transmitida através do contato com as lesões do animal infectado por meio de arranhaduras ou mordidas.

Segundo o Médico Veterinário da Clínica Espaço Animal, Luan Madruga, o mal tem cura através de medicação, mas é preciso que o tutor procure atendimento veterinário assim que houver suspeita, pois o tratamento é longo e difícil. E aconselha: “O melhor de tudo é prevenir. Isso pode ser feito quando evitamos que que o gato tenha contato com outros gatos fora do ambiente dele.”

Publicado por Emilin Grings Silva em 28/7/2023

5 dicas para criar um cachorro independente

É normal querer ficar com o pet, dando muito carinho e brincando com ele, mas não é possível fazer isso o tempo todo. Afinal, você precisa sair para trabalhar, estudar e fazer outras tarefas. Por isso, é fundamental criar um cachorro independente.

Os cães que ficam bem sozinhos se sentem menos ansiosos e estressados, além de estarem menos propensos a adoecer. Portanto, é importante estimular a independência do pet. Saiba mais sobre o assunto!

Por que é importante criar um cachorro independente?

Por mais que você se esforce, não é possível ficar com seu cachorro o tempo todo, mesmo trabalhando em casa. Quando a independência do cãozinho não é estimulada, ele pode apresentar muitos problemas quando fica sozinho, como:

  • latir de maneira excessiva;
  • chorar muito;
  • destruir móveis e objetos;
  • recusar-se a comer.

Além disso, a falta de independência contribui para o desenvolvimento de doenças, como depressão canina, ansiedade e dermatite. Por isso, caso você se preocupe com o bem-estar do seu pet, é fundamental estimular a independência dele.

Outro problema que a dependência excessiva pode gerar é o amigo de quatro patas atrapalhar o desempenho das suas atividades domésticas, pois quer ficar o tempo todo ao seu lado. Por isso, é importante criar um cachorro independente.

Como criar um cachorro independente?

Acostumar o cachorro a ficar sozinho e estimular a independência dele é essencial para a saúde do pet. O ideal é que você comece a fazer isso assim que o bichinho chegar à sua casa. Contudo, também é possível ensinar um cão adulto.

O estímulo à independência canina pode ser visto como mais uma etapa do adestramento. Para ensinar os comandos, é necessário repeti-los diversas vezes ao longo de alguns dias. Isso também deve ser feito para o cão deixar de apresentar uma dependência excessiva.

Por isso, é preciso ter paciência para criar um cachorro independente. Até porque ele não vai mudar de comportamento de um dia para o outro. Assim, é necessário persistir até o pet deixar de ser muito dependente. Sendo assim, confira como você pode fazer isso a seguir.

1. Defina regras

A primeira etapa de como criar um cachorro independente é estabelecer regras claras que vão nortear o comportamento do amigo de quatro patas, como: delimitar os espaços da casa onde ele pode circular, estabelecer horários para dar ração e sair para passear.

Para o pet assimilar bem essas regras, é necessário ser firme e não abrir exceções. Dessa forma, ele vai perceber que cada um tem o próprio espaço dentro da casa e entender que você é a autoridade ali.

2. Não estimule o comportamento dependente

Quando vão sair de casa, mesmo que seja por pouco tempo, muitas pessoas exageram na hora da despedida, abraçando e beijando o pet de maneira excessiva.

Esse tipo de comportamento não é positivo, porque, quando o cachorro fica sozinho após essa despedida, ele tende a se sentir mais ansioso e estressado. Portanto, sempre se despeça do pet de maneira carinhosa, mas controlada.

3. Não faça o pet associar sua presença com liberdade

Para ser independente, o pet não pode associar sua presença na casa com liberdade. Sendo assim, ao voltar da rua, mantenha as liberdades dele controladas e restritas.

Assim, seu retorno para casa não significa que ele poderá acessar todos os cômodos ou comer guloseimas. Além disso, não é bom levá-lo para passear assim que chegar, pois isso faz ele associar sua presença à liberdade e a coisas boas.

4. Estimule o pet a fazer amigos

Outra forma de criar um cachorro independente é estimulá-lo a interagir com outros cães. Você pode fazer isso levando um cãozinho de um amigo para ficar na sua casa por algumas horas.

Existem algumas áreas de convivência para cachorros, em que eles podem correr, brincar livremente e fazer amigos. Caso seja possível, verifique se existe um espaço desse tipo na sua cidade e leve seu pet até lá.

5. Trate o cachorro com respeito

cachorro é inteligente e percebe quando você está falando sério, brincando ou ficando bravo. Portanto, não trate o pet como se ele fosse uma criança que ainda não compreende nada.

Trate o cão com firmeza quando for necessário e seja carinhoso no momento certo. Além disso, na hora de repreendê-lo por algum comportamento inadequado, seja respeitoso e fale de forma firme e clara. Jamais seja violento, já que isso, além de não educar, pode ocasionar problemas de comportamento no cão.

Ser independente é bom para o pet

Estimular a independência do amigo de quatro patas não vai fazê-lo gostar menos de você. Isso vai ajudá-lo a valorizar sua companhia, mas sabendo que não precisa ficar triste ou ansioso quando estiver sozinho.

Dessa forma, a independência do cachorro vai fortalecer a relação de vocês e vai ajudar o pet a se sentir mais confiante, evitando comportamentos ruins quando você não estiver por perto.

Fonte: Petz

Como reduzir o mau cheiro do pelo do cachorro?

O pelo dos cães comumente tem um odor forte. É uma característica desses animais. Mas será que tem como diminuir esse cheiro?

Segundo o Médico Veterinário, Hermes Raupp, é preciso investir em banhos com intervalo de no máximo 7 dias e secar bem o pelo. No entanto, mesmo assim, a presença do mau cheiro depende da raça do cachorro.

“Animais muito peludos apresentarão mau cheiro em razão da umidade relativa do ar”, afirma Hermes. Além disso, conforme o Médico Veterinário, em dias úmidos, animais de todos os tipos de pelagem apresentam mais odor do que em dias secos.

Então, nestes dias chuvosos, o jeito é se acostumar com o cheirinho característico do seu mascote.

Publicado por Emilin Grings Silva em 12/7/2023.

Perguntas a se fazer antes de ter um pet

Adotar ou comprar um pet é uma responsabilidade e tanto. Cães e gatos precisam e merecem diversos cuidados que garantem a sua saúde e bem-estar. Conversamos com os Médicos Veterinários, Hermes Raupp e Márcia Rambo que indicam abaixo quais os questionamentos você deve se fazer antes de ter um mascote. Confira!

Antes de ter um cão, pergunte-se:

  • Para qual finalidade você quer esse pet? Guarda, companhia…?
  • Você tem espaço para abrigar o cachorro? Será criado em casa ou em apartamento?
  • Se for um animal de pelo longo, é necessário escová-lo ao menos duas vezes na semana e dar banho frequentemente. Você está disposto a isso?
  • Você vai ter tempo para dedicar a esse bichinho, principalmente para ensinar as regras de boa convivência?
  • Se optar por animais de grande porte, diante de qualquer problema de saúde, qualquer procedimento tem um custo maior. Você está disposto a custear tratamentos mais caros?

Antes de ter um gato, reflita:

  • A primeira coisa a se perguntar, é por que quero adotar um gato?
  • Depois, analisar se tens tempo para cuidar de um bichinho.
  • Importante pensar nos custos que terás com o gatinho, pensar a curto, médio e longo prazo.
    Algumas pessoas acham que ter um gato é mais fácil e demanda menos tempo do que ter
    um cão. Porém, apesar de ser mais independente em relação ao cachorro, o gato também
    precisa de atenção do tutor.
  • Antes de qualquer coisa, ao adotar ou adquirir um gato ele deve ser testado para FIV e FELV, que são doenças exclusivas deles e que, infelizmente, são fatais.
  • Lembrar que terá custo com primovacinação e vacinação anual até o fim da vida do bichano, além de vermifugações, prevenção de pulgas, ração de boa qualidade e adequada para cada fase da vida.
  • Pensar também em castração, no período do cio, eles são bastante barulhentos.
  • Se morar em apartamento, as janelas e sacadas devem ser teladas. Se for em casa, o ideal, também seria um lar telado, para que o gato não tenha acesso à rua e que gatos errantes não invadam o espaço.
  • É necessário manter a caixa de areia limpa, se tiver mais de um gatinho é preciso mais de uma caixa de areia, assim como os potes de água e ração. Alguns gatos gostam de água corrente, como fontes de água, ou direto de uma torneira.
  • Tirar um tempo diário para brincar com o bichano, eles são muito brincalhões e cheios de energia, principalmente à noite.
  • Quando for um gato de pelagem longa é necessário escovação e, eventualmente, tosas com profissionais especializados.

Publicado por Emilin Grings Silva em 8/7/2023.

O inverno chegou! Confira dicas para proteger seu pet do frio

As temperaturas baixas afetam a rotina de todo mundo, inclusive dos pets. Conversamos com o Médico Veterinário e Proprietário da Clínica Espaço Animal, Hermes Raupp, para saber quais sãos os cuidados que os tutores devem tomar para promover o bem-estar dos bichinhos ao longo do inverno.

Roupas devem ser usadas?

Roupas podem ser usadas desde que seja em animal de pelo curto ou o animal esteja tosado. Colocar roupa em pet de pelo longo há o risco de criar nós no pelo. Há vezes em que é preciso raspar o bichinho porque não é possível desmanchar os nós.

É necessário mudar a rotina de banhos?

A rotina de banhos não precisa ser alterada. Mas é fundamental cuidar para que o bichinho não fique exposto a correntes de ar durante e após o banho.

Que cuidados tomar com ar condicionado e estufas?

Com relação a estufas e ao ar condicionado funciona como com os humanos. Não há problema desde que o pet não saia do quente para o frio, bruscamente, ou vice e versa. Essa mudança brusca pode ocasionar problemas respiratórios. Com o ar condicionado, se o animal dorme trancado, pode ressecar as vias aéreas causando tosse e irritação na garganta.

Quais são os pets mais sensíveis ao frio?

Os animais muito jovens ou mais idosos são muito sensíveis ao frio. Nas noites muito frias é preciso tomar cuidados adicionais. Se é um bicho velhinho que dorme na rua deve-se colocá-lo dentro de casa e preparar uma cama com coberta para que se esquente. Os pets de pelo curto também sentem o inverno ao contrário dos de pelo longo que possuem uma proteção adicional. Cães, como o pastor alemão que possuem pelo e subpelo, são mais protegidos.

Quanto aos passeios, o que é recomendado?

Com relação aos horários de passeio, é preciso realizar em momentos de temperatura mais amena como entre 9h e 10h e, à tarde, das 16h às 17h.

Texto de Emilin Grings, publicado no dia 20/6/2023.

Junho é mês de prevenção das doenças oculares

Assim como os humanos, os pets também podem ser acometidos por enfermidades nos olhos. As mais comuns são catarata, ceratoconjuntivite seca, em cães, e a conjuntivite por herpes e clamidia, em gatos. É o que afirma a Médica Veterinária Oftalmologista da Clínica Espaço Animal, Lídia Clerot.

“Nos felinos, a testagem e a vacinação contra a FIV e a FELV protege contra doenças oculares. Outra forma de prevenir, tanto nos bichanos quanto nos cães, é visitando regularmente o veterinário para exame clínico”, explica Lídia.

Raças mais propensas

Há raças que correm mais riscos de desenvolverem esse tipo de doença. Entre os cães, são: Pug, Shihtzu, Yorkshire e Buldog. Já entre os gatos, os persas são mais suscetíveis.

Ração seca ou úmida: o que é melhor?

Muitos tutores se perguntam qual é a melhor ração para os seus pet: a seca ou a úmida. A resposta, segundo o Médico Veterinário e Proprietário da Clínica Espaço Animal, Hermes Raupp, é TANTO FAZ.

“A diferença entre os dois tipos é que a úmida é hidratada e a outra desidratada”, explica. Ainda de acordo com Hermes, outra distinção é que a escolha determina a quantidade de água que o animal consome.

“Quando o animal come ração úmida, por consequência, o tutor irá observar que toma pouca água, pois, já está recebendo água por tabela através da alimentação, ao contrário da ração seca.

Texto de Emilin Grings
Publicado em 28/5/2023

5 atitudes dos tutores que deixam os gatos tristes

Apesar de os gatos terem uma imagem de animais frios, insensíveis e quietos, quem tem um gatinho em casa sabe que essa reputação não é tão verdadeira como dizem! Mesmo independentes, os bichanos adoram um carinho. São manhosos e dengosos, gostam de atenção. Mas você sabe quais atitudes dos humanos podem deixar os felinos tristes?

Entenda agora hábitos que podem deixar seu pet chateado.

Antes de tudo, é imprescindível compreender que possuir um animal de estimação requer responsabilidades inegociáveis e, ao adotar um gatinho – principalmente –, o tutor precisa estar disposto a alimentá-lo, dar carinho, brincar e cuidar da sua higiene. Quando os gatos têm um rompimento brusco da sua rotina ou algo que lhe desagrada, costumam sofrer alterações em seu humor.

O dengo do seu dono e um momento de atenção são atitudes que fazem o felino ronronar de prazer e felicidade! Mas fique atento caso esse ronronar sumir, possivelmente tem algo estranho aí! Por isso, listamos 5 hábitos que podem significar que seu gatinho está chateado:

1. Deixar a caixa de areia suja

Os gatos são animais extremamente higiênicos. Para eles, fazer suas necessidades em locais sujos são desagradáveis. Por isso, é importante limpar com frequência sua caixa de areia. Afinal, ninguém gosta de estar num ambiente anti-higiênico.

2. Fazer barulho

A audição do bichano é milhões de vezes mais sensível do que a dos humanos. Por isso, pequenos barulhos para nós podem ser enormes para eles. Além disso, eles podem entender esses sons altos como ameaças, o que gera um “estresse acústico”.

3. Não trocar a comida diariamente

As rações são secas e crocantes. Porém, quando a troca da ração não é feita, ela absorve a umidade do ar e amolece, isso faz com que os felinos rejeitem o alimento por instinto animal, justamente porque suas presas são frescas.

4. Provocar o bichano

Algumas brincadeiras, na verdade, não são nem um pouco divertidas para os gatinhos. Puxar o rabo, bagunçar o pelo ou arrastar o gato pelo chão não são entretenimento e faz com que se sintam agoniados.

5. Ausência do seu dono

A maioria das pessoas acham que os gatos não gostam de atenção e, por isso, sempre estão bem quando se encontram sós. Mas, a verdade é que eles precisam de atenção, mesmo que sejam considerados animais independentes. Eles retribuem o carinho da sua própria maneira.

Fonte: Site Escola Educação

Publicado no dia 27/5/2023