Cães e gatos podem conviver bem no mesmo espaço. Saiba o que fazer!

Reza a lenda que eles são inimigos desde que o mundo é mundo. Podem conviver, mas a relação não será tranquila. Na casa da Luciana Stein e do Vanderli Ramires, tutores do D’Artagnan (gato) e dos shih-tzus Penélope e Anakin, a situação é outra. Os três se dão tão bem que até dormem juntos. 

D’Artagnan, Luciana e Vanderli foram personagens da editoria Meu pet e eu em nosso Instagram no mês de fevereiro.

Segundo Luciana, o felino e os cães também brincam. Além disso, quando D’Artagnan teve um problema de saúde, os “irmãos” ficaram um tanto preocupados. “Penélope e Anakim não saiam da volta do gato. Chegaram até a chorar”, conta a tutora.

Tudo isso, de acordo com ela, só foi possível graças às dicas da Médica Veterinária Rafaela Soppelsa, Clínica Veterinária Espaço Animal. “Adotamos o D’Artagnan e antes de levá-lo para casa, consultamos na clínica. Quem nos atendeu foi a Rafaela. Ela nos orientou tão bem sobre o que fazer em função dos cães que, em apenas três horas, eles já estavam dormindo juntos”, afirma Luciana.

D’Artagnan e os shih-tzus Penélope e Anakin

Embora haja muitas formas de harmonizar as relações entre cães e gatos, há as que não acontecem tão rapidamente como a que ocorreu com a família Stein Ramires. No entanto, conforme a Veterinária Rafaela, há maneiras de fomentar um convívio tranquilo. Para isso, os tutores precisam ter calma e paciência.

Confira as dicas abaixo:

  • Não forçar uma adaptação rápida, dar tempo para eles se conhecerem e quererem se entrosar sozinhos;
  • Colocar o animal novo da casa em um ambiente separado para primeiro ele se adaptar com a casa e se sentir seguro, pra depois ir conhecer os outros bichos;
  • Deixar todos os pertences do animal novo no mesmo ambiente e aos poucos ir adaptando ele nos locais em que o bicho realmente quer;
  • Para os gatos, propiciar que acessem locais altos para se refugiarem caso se sintam ameaçados ou com medo. Já para os cães, oferecer locais fechados caso se sinta da mesma maneira;
  • Promover que o ambiente esteja o mais tranquilo possível;
  • Ter calma e paciência. A adaptação, na maioria das vezes, não é imediata. Tudo depende do temperamento dos animais da casa. Bichos castrados tendem a ter uma adaptação mais tranquila sem querer dominar território.

Em caso de dúvidas, procure ajuda de um veterinário. As consultas na Clínica Espaço Animal podem ser agendadas por meio dos telefones (51) 3473 5650 ou pelo WhatsApp (51) 99744 2355.

Doenças renais afetam 60% dos pets idosos

Estamos em março, mês que alerta para o cuidado com doenças renais em pets. É o março amarelo. Essas doenças são comuns em todas as faixas etárias. Porém, os idosos são mais suscetíveis a desenvolverem problema nos rins.

Quando completam 7 anos de idade, cães e gatos são considerados idosos. Nesta fase da vida do animal, é comum aparecerem diversas enfermidades, entre elas as doenças renais que acometem, em graus diversos, até 60% da população felina e canina. Ao se tornarem crônicos, os problemas nefrológicos não têm cura. Por isso, o diagnóstico precoce é o melhor caminho para que a qualidade de vida seja mantida.

Conheça as doenças renais caninas e felinas

Os problemas renais impedem que os rins realizem as funcionalidades fisiológicas esperadas como: evitar a perda excessiva de água, manter o equilíbrio eletrolítico, excretar compostos nitrogenados que resultam do metabolismo. Assim, o cão ou o gato tendem a apresentar sinais que vão da desidratação ao acúmulo de água. Além disso, no sangue haverá mais ureia e creatinina, substâncias que deveriam ter sido eliminadas na urina. Também há o câncer renal que pode afetar cães e gatos.

Saiba mais sobre o câncer nos rins em pets

Infecções, inflamações, presença de parasitas, traumas, intoxicações, doenças autoimunes, congênitas ou hereditárias, entre outras, são consideradas causas para as doenças renais. Há casos em que a perda da função é temporária e a doença renal é classificada como aguda. Exemplo, disfunção nefrológica motivada pela leptospirose. Ao ser diagnosticada e tratada precocemente, a chance de cura é maior. No entanto, dependendo do tempo e extensão da lesão renal aguda, pode haver maior comprometimento do órgão de maneira permanente, o que ocasiona uma enfermidade crônica.

Sinais clínicos:

Você pode suspeitar que seu pet está com algum problema no rim quando ele apresentar os seguintes sintomas:

  • Aumento da ingestão de água;
  • Alteração no volume diário de urina (para mais ou para menos);
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Diminuição do apetite e posterior emagrecimento;
  • Hálito forte;
  • Cansaço e fraqueza.

Esses sintomas, porém, podem aparecer também em outras doenças. Por isso, a consulta com um veterinário para exames de check-ups pelo menos duas vezes ao ano facilita o diagnóstico. Enfermidades renais sem tratamento, podem desencadear problemas cardíacos, no sistema digestivo, neurológico, hematopoiético (redução da produção de células vermelhas do sangue), além de alterações esqueléticas.

Raças mais afetadas pelas doenças renais

Todos os cães e gatos correm risco de apresentar doenças renais, mas algumas raças têm mais chances de ter o problema:

Em cães:

  • Beagle
  • Bull Terrier
  • Chow Chow
  • Cocker
  • Dachshund
  • Lhasa Apso
  • Maltês
  • Pastor Alemão
  • Pinscher
  • Poodle
  • Shar Pei
  • Shih Tzu
  • Schnauzer

Em gatos:

  • Abissínio
  • Azul Russo
  • Maine Coon
  • Persa
  • Siamês

Diagnóstico e tratamento

Coleta de exames de sangue, de urina e até exames de imagem são as principais maneiras de saber ou não se o pet está com uma doença renal. Quando crônica, não é possível a cura, todavia, é possível desacelerar a progressão com aplicação de soro, controle dos níveis de cálcio, fósforo, sódio, potássio, além de medicamentos e de dieta específica.

Prevenir sempre é a melhor opção

Da mesma forma que ocorre com os humanos, hábitos saudáveis são a principal maneira para a prevenção de grande parte das doenças que são comuns em cães e gatos. É esperado que animais idosos apresentem diminuição das funções renais, mas se o bicho se manter saudável durante toda a vida, é possível que isso ocorra de maneira mais lenta.

Veja o que pode ser feito:

  • Deixe sempre água limpa e fresca à disposição do animal;
  • Incentive exercícios físicos e brinque com ele sempre que possível;
  • Faça o controle de pulgas e carrapatos;
  • Mantenha a carteira de vacinação do pet em dia;
  • Ofereça dieta rica e balanceada, com rações super premium específicas para a idade e o porte do animal;
  • Leve-o a visitas regulares ao veterinário;

Dica para tutores de felinos:

Na natureza, os gatos se alimentam de caça, um alimento naturalmente mais úmido. Já em casa, a administração de rações secas aliada a uma baixa ingestão hídrica, típica dos felinos, acaba sobrecarregando ainda mais os rins. Por isso, alternativas como fontes de água podem ajudar gatos tomarem mais água.

Nefrologista na Clínica Espaço Animal

A Clínica Veterinária Espaço Animal conta com uma especialista em nefrologia entre seus profissionais. É a médica veterinária Bruna Valle. Para agendar consultas, basta entrar em contato pelos telefones (51) 3473 5650, (51) 997442355 (WhatsApp).

Fonte: Petz

Descubra qual é a raça de felinos que tem mais chance de desenvolver câncer renal

Na organização de cores mensais, este mês é conhecido como março vermelho, pois dia 12/3 é o Dia do Rim. No universo pet, a cor muda: é o amarelo, mas o alerta é o mesmo: o cuidado com as doenças renais. Entre elas, está o câncer que é mais comum em gatos siameses. Porém, felinos sem raça definida ou de outras linhagens e cães também podem ser acometidos pela doença.


Quando as neoplasias aparecem, nome técnico para o câncer, normalmente são malignas. Nos gatos, não há relatos de pesquisas científicas que as correlacionam com positivados de retroviroses como FIV e FeLV. Além disso, a castração tanto em cachorros quanto nos felinos não influencia na manifestação ou não da doença.


Os sintomas podem variar conforme o local em que câncer está localizado no órgão, sua dimensão, evolução e ocorrência de metástases. De maneira geral, os animais podem apresentar: apatia, anorexia, emagrecimento progressivo, êmese (ação de vomitar), eliminação excessiva de urina, sede exacerbada, desidratação, presença de sangue nas fezes, mucosas pálidas e congestionadas e dor abdominal.

Tratamento e prevenção


Ao detectar a associação desses sinais, é recomendado que o tutor procure um veterinário que irá solicitar uma série de exames para confirmar ou descartar o diagnóstico. O tratamento depende do grau da enfermidade. Quando não há metástase ou neoplasias primárias em outros órgãos, preconiza-se cirurgia de remoção do rim, em caso de comprometimento unilateral, terapias com uso de medicamentos orais e intravenosos, além da radioterapia.


Infelizmente não há prevenção para o câncer renal já que sua ocorrência tem relação com a genética de cada animal. O mais indicado é o acompanhamento constante do pet com visitas periódicas a clínicas veterinárias para que possa haver um possível diagnóstico. Lembrando sempre que a detecção precoce diminui a chances de casos graves, como em qualquer tipo de câncer


A Clínica Veterinária Espaço Animal conta com uma especialista em nefrologia em seu corpo clínico. É a médica veterinária Bruna Valle. Para agendar consultas, basta entrar em contato pelos telefones (51) 3473 5650, (51) 99744 2355 (WhatsApp).

Fonte: Petlove

Conheça os pets disponíveis para adoção na ONG Amigos do Floppy

A nossa parceria com a ONG Amigos do Floppy coordenada pela Denise Costa vai além de arrecadação de ração e prestação de serviços veterinários gratuitos. Queremos contribuir para que os animais que lá estão encontrem lares repletos de afeto. Por isso, mensalmente iremos divulgar fotos  e informações aqui no site e em nossas redes sociais de três pets para serem adotados.

Tem interesse? Confira abaixo os critérios para adoção:

– Ter mais de 18 anos;

– Ter casa própria;

– Morar em um pátio bem fechado;

– Possuir tela em janelas, se for apartamento;

– Ter condições de dar uma vida digna e muito amor até que a morte separe o tutor do bicho. 

Os adotantes assinam um termo se comprometendo a isso. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 991415116 (WhatsApp).

Parceria

Firmada no fim do ano passado, a nossa parceria com a instituição se dá por meio de arrecadação de ração em um espaço da clínica e também por meio prestação de serviços gratuitos aos animais abrigados na ONG.