Vira-Latas – Inteligente, esperto e cheio de amor

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O cão vira-lata, também conhecido pela sigla de SRD (Sem Raça Definida) é amado por muitos e, ainda assim; segue como um dos animais que mais sofre com o abandono no Brasil nos dias de hoje. Defendido pelos amantes dos animais, esse cachorro ganha boa parte de sua popularidade, justamente, em função da sua natureza desconhecida – que faz com que seja único para quem tem um exemplar dentro de casa.

Inteligentes, espertos e cheios de amor e carinho para dar aos seus tutores, os cachorros vira-lata ganham, hoje, cada vez mais destaque nas mídias – que se enchem de apelos e projetos especiais com o objetivo de diminuir os níveis de abandono dos cães sem raça definida; já que, embora a popularidade do vira-lata cresça, ainda são muitos os que preferem comprar cães de raça ao invés de adotar os que são frutos de misturas diversas.

Outro fator muito importante de saber sobre os vira-latas é que: não é por ser um animal de raças misturadas que obrigatoriamente ele é um animal mais resistente que os demais. Esta lenda vem de muito tempo, pois, quando você adota um animal adulto e que passou toda a vida toda na rua, ou ele não teve encontro com vírus ou traumas que o levariam a óbito ou, de fato, ele é um animal mais resistente (e na ninhada dele, possivelmente, nasceram de 8 a 10 animais e somente ele sobreviveu).

Esse lembrete é fundamental para quem pensa em levar um vira-lata para casa; já que, em muitos casos, pelo simples fato de ser um animal de raça mista, as pessoas deixam de vacinar o animal e de ter os cuidados que teriam com um cão de raça específica por crer que o animal é mais resistente – e este pensamento é errado. Portanto, mesmo que seu cão não seja de raça definida, é fundamental levá-lo regularmente no veterinário, além de vacinar e castrar o animal.

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Origem

Por ser fruto de misturas e raças diversas, o cão vira-lata não tem uma origem definida – sendo que a descendência de cada um dos animais considerados no grupo sem raça definida varia de acordo com a sua própria história. No entanto, os termos usados para descrever estes animais têm se modificado ao longo das últimas décadas; deixando um pouco de lado a ideia de que o nome vira-lata é sinônimo de algo altamente pejorativo.

Enquanto, há certo tempo, o vira-lata era considerado um cachorro de rua – que tinha esse nome para explicar que, virando latas pelos lugares mais estranhos e em meio ao lixo, esse animal buscava seus alimentos – os cachorros considerados ‘mestiços’ eram chamados pela sigla de SRD.

Hoje em dia, felizmente, essas duas siglas já podem ser consideradas como sinônimos; deixando de lado a ideia de que os vira-latas são cães menos especiais que quaisquer outros, e mostrando que o uso desse termo para se referir a um animal (ou qualquer outra noção ou pessoa) de forma negativa.

Comportamento

Originados a partir da mistura de duas (ou mais) raças, os cachorros vira-lata não apresentam um comportamento que possa ser padronizado – já que boa parte das características que definem a personalidade de um cachorro é proveniente de mais de uma fonte. Nos casos em que a mistura é feita a partir de cães com comportamento calmo e tranqüilo, há mais chances de que o animal sem raça definida nasça com o mesmo tipo de temperamento herdado de seus pais.

No entanto, há muitos casos em que a personalidade e o comportamento dos animais que deram origem ao vira-lata são diferentes e conflitantes e, nesse tipo de situação, fica ainda mais difícil prever qual será o temperamento “natural” do cão – já que ele pode ter influências de genes carinhosos, dóceis, territorialistas e de guarda ao mesmo tempo. Apesar disso, a maioria dos cães vira-lata costuma ser bem dócil.

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Aspecto

Seguindo as mesmas premissas do que foi citado em relação ao comportamento dos cães SRD, o aspecto dos vira-latas também não pode ser definido de uma forma geral – já que todas as suas características são definidas a partir de uma série de influências provenientes das raças que lhe deram origem.

Em função disso, os cachorros vira-lata podem ser muito diferentes e destacar aspectos extremamente interessantes, tendo em vista que o tipo de aparência que pode se formar em função da mistura de raças diversas é impossível de se atingir em cães de raças definidas. Esse fato e, inclusive, um dos que mais ajuda a definir o tipo de aspecto que pode ter um cachorro vira-lata – já que ele não é parecido com nenhuma outra raça conhecida.

Cuidados Específicos

Por não ter uma origem definida, o cão vira-lata pode sofrer com problemas inesperados ao longo da vida. Em função disso, os cuidados que devem ser tomados com um cachorro sem raça definida devem ser os básicos que se aplicam a todos os animais, como a vacinação e vermifugação anuais, banhos periódicos, escovação da pelagem (em períodos que variam de acordo com o comprimento e a quantidade de pelagem do pet), escovação de dentes diária, passeios frequentes, tosas higiênicas e corte de unhas periódicas, entre outros.

Geralmente, os cães vira-lata destacam uma facilidade grande em se reproduzir e as fêmeas sem raça definida têm cios frequentes e, por isso, é importante que providencie a realização do procedimento de castração – já que, a cada ninhada, uma cadela SRD pode ter até mais de oito filhotes.

A castração também se faz importante para as cadelas sem raça definida em função da piometra – uma grave inflamação uterina que pode afetar a vida delas e até levá-las ao óbito – que pode ser prevenida por meio da realização do procedimento.

Saúde

Conforme descrito em todos os diferentes itens da ficha do vira-lata, não há como prever que tipo de doença pode afetar a vida de um cachorro SRD e, por isso, é importante que os donos dos bichinhos de estimação desse tipo levem-no para consultas periódicas com um profissional veterinário – garantindo que qualquer tipo de complicação possa ser detectado de forma precoce, permitindo que um tratamento seja iniciado imediatamente e que o animal possa permanecer saudável.

Vale lembrar que, em uma única ninhada, uma cadela vira-lata pode ter até mais de oito crias, e que esses animais podem ser filhotes de pais diferentes e, portanto, mesmo sendo filhos da mesma mãe, não há garantia de que os problemas de um cão sejam os mesmos que os que podem surgir na vida de seus irmãos. Por isso, problemas como o da displasia coxofemoral – surgido, na grande maioria dos casos, de forma hereditária – deve ser considerado nos vira-latas maiores, já que não há como prever a probabilidade de que ele apareça ao longo da vida do animal.

Fonte: Site Cachorro Gato

Picada de insetos em cães e gatos

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É comum, na rotina domiciliar, animais se sentirem incomodados com a presença de insetos, e por vezes, até chega a ser engraçado ver um canino ou felino tentando pegar uma abelha.Porém, apesar de seraparentemente inofensiva, a picada de insetosem cães e gatos (como vespas, abelhas, formigas) pode provocar reações alérgicas muito exacerbadas, podendo representar risco de vida para o animal caso o socorro não seja prestado a tempo em uma clínica ou hospital veterinário devidamente equipados.

Sendo assim, o veneno inoculado pela picada de insetos em cães e gatos gera uma resposta do organismo do animal, sendo que a severidade das consequências dissovai depender, na maioria dos casos, da quantidade de picadas sofridas pelo pet. No entanto, alguns animais são mais sensíveis e, mesmo diante de poucas picadas, podem apresentar sintomas de reação alérgica grave, também conhecida como hipersensibilidade imediata ouanafilaxia.

Picada de insetos em cães e gatos

Sendo excessiva a quantidade de picadas, elevam-se as chances de sinais graves como edema (inchaço) na face, dificuldade respiratória (distrição respiratória)- edema de estrutura envolvida na passagem de ar(que pode causar asfixia), aumento nos batimentos cardíacos, vômito, queda na pressão arterial, hepatite aguda, edema pulmonar, insuficiência renal, convulsão e síncope, podendo até levar o animal a uma morte súbita.

Quando o acidente é referente a uma ou poucas picadas (considerando um animal que não tenha uma sensibilidade exacerbada), podem ser notadas alterações locais na região que sofreu a picada de inseto, sendo que coceiras, dor, vermelhidão e inchaço de vasos são os sinais mais comuns nesse tipo de ocasião.

Tanto na forma branda quanto na grave, é recomendado que o animal seja levado imediatamente para uma clínica ou hospital de confiança –permitindo que o médico veterinário avalie a necessidade de exames, administração de medicações ou oxigênio e a realização de procedimentos emergenciais que possam salvar a vida do cachorro ou gato envolvido no acidente. Por isso, ao notar que o seu pet foi picado por um inseto, o procedimento correto é o seguinte:

  • Manter pescoço reto para facilitar entrada de oxigênio
  • Caso a picada tenha sido feita por uma abelha, o ferrão pode ficar preso a pele, e é contra indicado retirada do ferrão com pinças ou a unhas, pois parte do veneno ainda se encontra no ferrão e pode ser inoculado caso retirado de maneira errônea, piorando o quadro de envenenamento. Para evitar riscos, o ferrão deve ser retirado com lâmina de barbear ou no hospital veterinário – com lâmina de bisturi ou aparelho de tricotomia
  • O quadro pode evoluir rapidamente e, mesmo que não se saiba o que causou os sintomas, é recomendado um atendimento médico veterinário imediato para avaliação do quadro

Picada de inseto em animais de pequeno porte

Diante de hipersensibilidades, é de extrema importância a internação do animal na unidade de terapia intensiva, para que seja realizado o controle dos sinais clínicos, monitoramento constante e o acompanhamento de exames laboratoriais, que mostrarão a evolução do organismo diante do envenenamento potencialmente mortal.

Mesmo após melhora e alta clínica do paciente, é importante ressaltar que, em até duas semanas (dependendo do tipo de reação de hipersensibilidade apresentada pelo paciente), ainda existe a hipótese de reaparecimento da manifestação alérgica em função da picada de inseto no cachorro ou gato.

Fonte: Site Cachorro Gato

Como treinar cachorro? Veja algumas dicas e cuidados

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Para que a companhia do seu cão seja ainda mais agradável é preciso educá-lo. Treinar cachorro pode ser uma arte aprendida com algumas lições básicas

A chegada de um filhotinho é motivo de alegria, pois ele vai ser um amigo fiel e inseparável. É preciso saber que dono e cãozinho terão muito o que aprender juntos, para viverem em harmonia. Treinar cachorro é uma tarefa que se deve ter em mente ao adotar um mascote.

O proprietário terá como responsabilidades cuidar da saúde do bichinho e levar ao veterinário, cuidar da alimentação e higiene, fazer passeios, castrar, dar as vacinas no período certo e adestrar. Treinar cachorro ainda filhote é o mais recomendável, assim ele já começa aprendendo que tem um líder.

Como receber o filhote

Muitas vezes o bichinho chega em casa assustado, pois acabou de se separar de sua mãe e da ninhada e fez sua primeira viagem de carro. É preciso acomodá-lo em um lugar acolhedor e pequeno, junto de sua caminha, ração própria para filhote, água e alguns brinquedinhos. Ficar com o bichinho por um tempo, acariciando e conversando baixinho até que ele durma vai deixá-lo mais seguro.

Aprendendo as primeiras lições

Aprender o significado da palavra “Não” é muito importante, pois ele vai ouvi-la durante  toda vida. Dê ordens em voz firme, mas agradável. Se o bichinho precisar levar uma bronca, use um tom mais rígido. Nunca bata no animal. Use um jornal enrolado e bata no chão, o barulho vai assustá-lo.

Antes do primeiro passeio coloque várias vezes a coleira e a guia para o cãozinho se acostumar. Depois, segure a guia com firmeza e diga “Vem”.  O cão deve ficar sempre do lado esquerdo. Toda vez que ele tentar correr, diga a palavra “JUNTO”, encurtando a guia e trazendo-o para perto.

“SENTA” é outra ordem que deve ser ensinada no adestramento, pressionando-se a traseira do bicho para baixo e repetindo a operação várias vezes.

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Carinho e brinquedos

Cuide para que seu cão não fique sozinho por muito tempo. Ele precisa de carinho e de companhia. Os brinquedos são importantes para roer, fortalecer os dentes e descansar após o adestramento. Treinar cachorro exige paciência e dedicação. Assim ele já estará educado e não vai pular nas visitas!

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Quando posso sair com o filhote na rua?

Assim como os bebês humanos, os filhotes de cães e gatos precisam de muita atenção e cuidados ao longo dos seus primeiros meses de vida; podendo, dessa forma, ficar longe de problemas de saúde nesta primeira e importante fase. Em função disso, muitos novos tutores ainda têm grandes dúvidas quanto ao período em que já seria permitido sair com o filhote na rua sem perigos maiores – já que desejam iniciar a socialização de seus pets o quanto antes, porém, sem que eles corram risco algum.

Para sair com o filhote na rua, no entanto, fundamental que o animal faça uma visita a um profissional veterinário quando tiver cerca de um mês de vida; pois, um exame clínico neste período é essencial para definir as doses de vermífugos que o animal deverá receber (de acordo com o seu peso) e marcar o início do seu processo de vacinação – que é de extrema importância para que o animal possa circular livremente por ambientes externos sem a preocupação de contrair alguma perigosa doença.

Nestes primeiros meses de vida, portanto – e até que o animal já tenha recebido todas as vacinas que lhe são necessárias nessa fase de vida – o mais indicado é que o pet fique dentro de casa e sem contato direto com outros animais mesmo que sejam vacinas, que saiam a rua pois estes podem entrar em contato com algum vírus, não se infectar porém infectar o filhote. Polêmicos, os carrinhos pet (espécie de carrinho de bebê para animais) podem ser indicados nessa fase específica – garantindo um passeio descontraído para o bichinho de estimação sem que haja a necessidade de correr perigos por contato direto porém para uma segurança completa não são indicados passeios.

Quando posso sair com o filhote na rua?

No que se refere à higiene de pets caninos, a regra de ter administrado todas as vacinas mais importantes no animal antes de levá-lo à rua também vale – e o ideal é que, ao tomar seu primeiro banho, o pet filhote já tenha tomado as vacinas necessárias para protegê-lo de qualquer infecção ou problema.

Sendo o leite materno o principal e mais nutritivo ingrediente para alimentar o animalzinho nos seus meses de vida, ele deve começar a ser trocado por rações e outros alimentos sólidos a partir de aproximadamente um mês de idade e finalizar a troca aos dois meses de idade – suprindo as necessidades do animal. Dito isso confira, a seguir, quais são as principais vacinas para filhotes cães e gatos, e leve já o seu pet a um consultório veterinário para garantir que ele viva bem e saudável.

Vacinas para cães filhotes

Iniciadas a partir do segundo mês de vida do animal, as vacinas essenciais para os cães devem ser renovadas anualmente para que o pet se mantenha protegido contra as principais e mais perigosas doenças caninas: parvovirose, cinomose, raiva, giárdia, adenovirose, coronavirose, leptospirose, tosse dos canis, hepatite infecciosa e parainfluenza canina.

É justamente em função da necessidade destas vacinas que uma consulta com um profissional veterinário é tão importante ainda no primeiro mês de vida do pet – já que é nesta consulta que o médico poderá, por meio de uma análise clínica, indicar o período exato para a vacinação e as doses mais adequadas para a administração de vermífugos, por exemplo; que são tão necessários quanto as demais vacinas, mas não fazem parte do pacote de na para que o pet viva com saúde.

A vacina polivalente – também conhecida pela sigla de V10 – é a mais fundamental para os filhotes de cães, protegendo-os contra sete doenças específicas e de grande perigo, que podem até levar o animal à morte: pervovirose, coronavirose, parainfluenza, a denovirose, leptospirose, cinomose e leptospirose.

Vacinação é necessária para sair com filhotes na rua

Administrada em três doses, a V10 deve ser aplicada no cão com 60, 81 e 102 dias de vida, respectivamente. No dia da administração da segunda dose da polivalente, já é indicado que seja dada ao animal a vacina contra a Tosse dos Canis – que também destaca duas doses e o mesmo período de intervalo da polivalente (de 21 dias).

Terminadas as três doses da V10 e da vacina que protege o animal contra a Tosse dos Canis, é hora de administrar os antígenos contra a Giárdia (que também destaca duas doses para que faça efeito) e a antirrábica, que protege o pet contra a raiva – doença que, embora seja praticamente erradicada no Brasil dos dias de hoje, ainda é uma das mais perigosas e fatais conhecidas no mundo canino.

Vacinas para gatos filhotes

Assim como no caso dos cães, os filhotes de gato também devem passar por uma consulta com um veterinário profissional durante o seu primeiro mês de vida – iniciando a administração das vacinas mais importantes para a sua saúde a partir do seu 60º dia de existência. Protegendo estes pets contra as principais enfermidades felinas, a vacina polivalente dos bichanos também é conhecida como V4, e conta com os antígenos para as seguintes doenças: panleucopenia, rinotraqueíte, calicivirose e clamidiose.

Seguindo o modelo da vacina polivalente para cães, a V4 também é administrada em três doses separadas – que devem ser aplicadas no pet aos 60, 90 e 120 dias de vida, respectivamente. A vacina antirrábica também é fundamental para a saúde dos bichanos, e deve ser dada aos animais junto com a última dose da vacina polivalente – sendo renovada de forma anual para que o pet possa se manter protegido.

Os cuidados para sair com seu filhote canino ou felino na rua

Feito isso, tanto cães como gatos já podem ficar livres para andarem pelas ruas sem o perigo de contrair essas enfermidades tão perigosas – podendo interagir com outros animais e com pessoas para acelerar o seu processo de socialização sem que corram o risco de contaminação por qualquer uma das doenças consideradas entre as mais fatais e devastadoras para cães e  gatos.

Fonte:Site Cachorro Gato

Cães e gatos também sentem falta de ar

Cães e gatos também sentem falta de ar e o dono deve atentar a sinais que o pet apresenta.

Texto: Mário Marcondes | Fotos: Shutterstock

Foto: Shutterstock

falta de ar pode ser observada em cães e gatos e deve ser identificada rapidamente por se tratar de uma emergência. Para isso, o dono deve atentar a sinais que o bicho apresenta como a boca aberta com a língua para fora e o pescoço bem esticado. É importante também observar se a língua do animal está arroxeada. Uma vez identificado que o pet tem falta de ar, temos que tentar saber a causa.

Animais mais velhos podem ter problemas cardíacos, e os animais mais novos podem ter doenças respiratórios como bronquiteasma e até alterações na traquéia.

Outra causa frequente é o calor. Como os animais não suam para manter a temperatura do corpo estável eles acabam trocando o calor com o meio ambiente por meio da ofegação. Porém, num dia muito quente ou após um exercício muito intenso, podem ficar muito ofegantes e o seu quadro piorar.

O que fazer, então?

Procure mantê-lo com o pescoço esticado, facilitando a passagemdo ar pelo pescoço, onde se encontra a traqueia e leve-o a um pronto-socorro veterinário, já que a suplementação com oxigênio e medicamentos será necessária para manter todos os tecidos do corpo saudáveis.

Após a estabilização, poderá ser realizada uma radiografia do tórax para descobrir a causa do sintoma. Posteriormente, outros exames importantes como o ecocardiograma podem avaliar o coração.

Raças predispostas

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Alguns animais costumam ter maior incidência de falta de ar,como os que possuem focinho mais curto, o que atrapalha a respiração. Entre eles estão o Buldogue, Pug, Boxer e Lhasa Apso, no caso dos cães, além dos gatos Persas.

Para todos os bichos, os passeios devem ser evitados nos horários mais quentes do dia. O ideal é que as caminhadas sejam feitas sempre em horários frescos, como à noite ou logo cedo.

Os sinais clássicos do amor canino

Saiba que sinais são os mais clássicos do amor canino e identifique por quem o seu cão de estimação sente mais carinho

Por Priscila Franco

Amor canino

Um dos maiores motivos que leva uma pessoa a desejar ter um cãozinho de estimação em casa é o amor canino, e a ciência tem feito descobertas cada vez mais concretas sobre os sinais que indicam o nível de carinho deste querido animal pelos seres humanos; analisando o comportamento dos pets para identificar o tipo de atitude que mais demonstra afeto.

Tornando-se parte da família com rapidez e facilidade, os cachorros viram a alegria da casa em pouco tempo, e por meio da observação do comportamento destes animais na convivência diária com seus tutores, é possível identificar com cada vez mais clareza os sinais mais clássicos do amor canino.

Elaborado pela UFRPE – Universidade Federal Rural de Pernambuco, um estudo acaba de definir sete comportamentos específicos que podem ser reais indícios de carinho dos cães em relação aos seus donos ou outros seres humanos, conforme exposto a seguir:

  1. Sempre ao seu lado
    O animal fica sempre do lado de quem gosta, mesmo tendo a possibilidade de ficar em outros ambientes da casa ou com outras pessoas.

    Os indícios do amor de cão

  2. Esperando por você
    O cão que gosta de uma pessoa passa o dia todo a sua espera, podendo já se direcionar ao portão, porta ou quintal da casa ao saber que a hora do tutor chegar se aproxima.
  3. A alegria é geral
    O cachorro demonstra uma felicidade extrema ao encontrar seu dono quando ele chega em casa. Comportamentos eufóricos que incluem correr, pular e balançar muito o rabo comumente ocorre na hora da chegada do tutor.
  4. Mudança de humor
    O cachorro tende a ficar mais animado e eufórico quando o seu dono está feliz e de bom humor; e se comporta de forma mais quieta, calma e sem ânimo quando o tutor parece abatido, triste ou cansado.
  5. Despedida
    O cão nunca deixa que você saia de casa sem se despedir, e te leva até a porta quando você vai embora, como quem se compromete a cuidar de tudo até que o dono volte.

    Sinais de que seu pet te ama

  6. Proteção e segurança
    O pet sempre acredita que você está passando por uma situação de perigo, e comumente anda a sua frente, latindo para as outras pessoas, como uma forma de te defender de ameaças – podendo até chegar a ser agressivo com quem se aproxime demais.
  7. Tristeza ao ficar só
    O cachorro muda de humor, de hábitos e de comportamento ao ficar longe de seu tutor por um período de tempo maior; podendo deixar de se alimentar, de ter alegria e até falecer em função de uma grande tristeza nos casos em que o dono morre, por exemplo.

Fonte: Site Cachorro Gato

Labrador: o conquistador de corações!

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Os filhotes de Labrador são muito fofos e cativantes. E quando adultos eles continuam tão simpático quanto antes. Uma raça popular no mundo todo que conquista cada vez mais corações.

Família: cão de caça, cão de busca
Grupo do AKC: Esportistas
Área de origem: Canadá
Função original: busca na água
Tamanho médio do macho: Alt: 57-62 cm, Peso: 29-36 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: 54-60 cm, Peso: 25-31 kg
Outros nomes: Retriever do Labrador
Posição no ranking de inteligência: 7ª posição

Energia
Gosto por brincadeiras
Amizade com outros cães
Amizade com estranhos
Amizade com outros animais
Proteção
Tolerância ao calor
Tolerância ao frio
Necessidade de exercício
Apego ao dono
Facilidade de treinamento
Guarda
Cuidados com a higiene do cão

Origem e história da raça
Os primeiros Labradores eram geralmente cães da água que vieram dos Terra-nova, não dos Labradores. Essa raça não apenas não deu origem ao Labrador como também não foi chamada de Labrador Retriever no começo. Os Terra-nova do começo de 1800 tinham diferentes tamanhos, sendo o menor deles, “Lesser”, ou “Cão de Saint John”, a primeira encarnação do Labrador. Esses cães, pretos, de tamanho médio e pelo curto, não apenas buscavam caças, mas também peixes, puxando pequenos barcos de pesca nas águas geladas e ajudando os pescadores em todas as tarefas em que precisasse nadar. A raça acabou desaparecendo, em grande parte por causa dos pesados impostos sobre cães. Porém, um grupo de Labradores foi levado à Inglaterra no começo de 1800, e foi a partir desses cães, cruzados com outros retrievers, que a raça continuou. Foi também na Inglaterra que a raça ganhou reputação com um extraordinário buscador de caças de montanha. No começo, os criadores davam preferência aos Labs pretos, e sacrificavam os de cores amarela ou chocolate. No começo de 1900, as outras cores começaram a ser aceitas, embora não tanto quanto a cor preta. A raça foi reconhecia pelo English Kennel Club em 1903, e pelo AKC em 1917. Sua popularidade cresceu sem parar. Ele se tornou a raça mais popular da América em 1991 e continua sendo até hoje.

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Temperamento do Labrador
Poucas raças merecem tanto seu sucesso como o Labrador Retriever. Devotado, obediente e amável, o Lab se dá bem com crianças, outros cães e animais de estimação. Ele pode ser um tranquilo cão dentro de casa, um brincalhão no quintal e um intenso cão do campo, tudo no mesmo dia. Ele tem muita vontade de agradar, adora aprender e se supera em obediência. É uma raça forte, que gosta de nadar e buscar coisas. Ele precisa de desafios diários para se manter ocupado. Um Lab entediado pode se meter em encrencas, como destruir tudo o que estiver na sua frente.

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Cuidados com o Labrador
Labradores são cães ativos e sociáveis. Ele precisa de exercícios diários, de preferência nadando e buscando. Labradores adoram água! Donos de um Labrador que tenham piscina devem manter uma área separada só para ele, ou se preparar para dividir a piscina com o cachorro. Seu pelo é impermeável, não molha facilmente e precisa ser escovado para remover pelos mortos. Labradores são mais felizes vivendo dentro de casa com sua família.

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Saúde do Labrador
Principais Preocupações: displasia de quadril torção gástrica, nanismo com displasia retinal, distrofia muscular,displasia do cotovelo
Preocupações Menores: catarata, OCD, CAtrofia Progressiva da Retina, dermatite piotraumática
Vistos Ocasionalmente: diabetes, entrópio, distiquíase
Exames sugeridos: quadril, cotovelos, olhos
Expectativa de Vida: 10-12 anos

Fonte: Site Tudo sobre Cachorros

Siamês: o mais elegante do mundo!

 

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O Siamês, procedente do antigo reino de Siam (Tailândia), é controverso desde sua primeira aparição na Europa, por volta de 1870. Desde então e até hoje em dia, é para uns um simples gato com máscara e orelhas enormes enquanto, para outros, não é nada menos que o gato mais elegante do mundo. Em qualquer caso, seus intensos olhos azuis não deixam ninguém indiferente.

O Siamês é um bom gato para pessoas que já tem experiência com felinos, pessoas ocupadas ou que já possuam algum outro animal de estimação. Pode ser considerado parente do Oriental de pelo curto e Oriental de pelo longo, ocorre apenas uma mudança no padrão de cores nesse caso, e do Balinês, que parece uma espécie de Siamês de pelo longo. A raça é também muito conhecida como Siamese.-Siamese-Cats-siamese-cats-35379644-500-332

Origem

Existem documentos que indicam que se trata de uma das raças mais antigas. A primeira descrição de um gato Siamês data de 1350 e retrata um gato pálido, com as patas, orelhas, cauda e mascara preta. Chegaram à Europa em meados de 1870 e aos Estados Unidos, em 1880. Os antigos veneravam os gatos Siameses como gatos de templo e eram muito populares entre a nobreza.

Sua história começa na Tailândia, onde a raça era conhecida como Siam, pois pertencia a família real de mesmo nome. Atualmente o gato Siamês é o quinto mais popular do mundo, segundo o ranking da Cat Fanciers Association (CFA), maior registro de raças de gatos. Por ser antigo, acredita-se que a raça ajudou a dar origem a muitas outras.

Comportamento

O Siamês é um gato muito afetuoso e demonstra isso frequentemente, a convivência com um gato dessa espécie implica em acostumar-se com seus miados contínuos, tanto de alegria como os mais graves, característicos do cio. São curiosos, ativos e atléticos. Gostam de ficar perto de seus humanos preferidos, inclusive na hora de dormir, além de gostarem de lugares quentinhos, então é comum encontrar esse felino debaixo das cobertas.

Por ser bastante inteligente, o gato da raça Siamês pode ser treinado para realizar pequenos truques e comandos, sendo inclusive um bom gato para competições de agilidade. Com temperamento exigente, são gatos sociáveis e que apresentam como requisito a presença de pessoas, com quem vai interagir e brincar, alguns donos até preferem ter dois gatos dessa raça, assim eles se distraem mutualmente. É uma boa raça com crianças e outros animais, apesar de não ser a companhia mais indicada para casas com cachorros.

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Aspecto

É um gato de tamanho médio, de corpo esbelto e extremidades compridas. A cabeça é em formato de cunha com linhas que vão da ponta do nariz até as orelhas, formando um triangulo, o focinho é fino, sem quebra e a testa é plana. As orelhas são grandes, pontiagudas e olhos se apresentam amendoados de um azul intenso, com distância do tamanho de pelo menos um olho entre eles, dando uma forte expressão oriental. Aliás, a maneira que seus olhos e orelhas são colocadas dão a raça uma característica marcante que só é vista em outros gatos do mesmo grupo de raças. Seu corpo é delicado, mas musculoso, apresentando simetria, elegância e graça, com muitos ângulos. Suas pernas são longas, assim como a cauda.

Seus pelos são curtos, finos e sedosos e a cor mais habitual é marrom nas extremidades do corpo, especialmente nas orelhas, face e patas, enquanto seu corpo é bege. A tendência do pelo do gato Siamese é escurecer conforme o gato se torna mais velho. A coloração da pelagem do Siamês ocorre devida uma enzima mutante. As cores aceitas para as extremidades pela CFA são preto, chocolate, azul e lilás, no entanto a TICA aceita mais cores, como lince e tartaruga.  O Siamês com a aparência de hoje é muito diferente do original.

Cuidados específicos

O gato Siamês não necessita de muita atenção, seu pelo curto só requer uma boa escovação de vez em quando para evitar o acúmulo de pelos mortos e manter sua aparência sedosa. O felino dessa raça também precisa de companhia, seja ela de outro gato Siamês que vai aguentar seu ritmo para brincadeiras ou humana, que vai precisar dar pelo menos meia hora do seu dia de atenção exclusiva para ele.

Saúde

Entre as doenças e lesões mais frequentes estão o estrabismo (uma alteração no nervo óptico) e nó na cauda (aspecto de cauda quebrada na ponta), ambos de origem genética e que antes era considerado charme da raça. Em menores proporções, também podem desenvolver Carcinoma mamário e Hidrocefalia. Apesar de o gato Siamese ser saudável, ele apresenta predisposição genética para gengivite e uma doença que destrói o fígado conhecida como Amiloidose. A Amiloidose ocorre porque há deposição de proteínas em determinado órgão, podendo atingir principalmente o fígado, como no caso do Siamês, o coração ou os rins, como ocorre em outros animais.

Fonte: Site Cachorro Gato

Pastor Alemão: o cão policial

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Pastor Alemão, ou Pastor Capa Preta, tem sido uma raça muito utilizada pelos seres humanos, seja em serviços humanitários dos mais variados – incluindo sua atuação como cão policial, na assistência de resgates ou como um verdadeiro detector de bombas e drogas por meio do seu faro – ou no cinema, onde já foi protagonista de filmes que se transformaram em grandes clássicos.

O mais famoso cão do mundo cinematográfico foi Rin Tin Tin, um Pastor Alemão que sobreviveu a Primeira Guerra Mundial e estrelou em um total de 22 filmes ao longo dos seus 14 anos de carreira em Hollywood. Além deste, outro cão da raça que se tornou famoso no mundo hollywoodiano foi o protagonista do longa ‘K9 – Um policial bom pra cachorro’, onde atuou ao lado do reconhecido ator James Belushi.

Origem

Os antepassados do Pastor Alemão existiam por diferentes zonas da Alemanha há vários séculos, eram cães de morfologias muito diferentes, e que se mostravam de acordo com a região em que se encontravam. Não foi até o final do século XIX que um oficial de cavalaria prusiano, Von Stephanitz, definiu e desenvolveu o padrão da raça.

Embora a teoria descrita acima seja tida como verdadeira por muitos dos estudiosos do ramo, a história do surgimento dos Pastores Alemães conta com diferentes versões. Em meio há diferentes histórias, há quem defenda a idéia de que a raça é proveniente da denominada idade do bronze (cerca de sete mil anos antes de Cristo), sendo encontrada pela primeira vez no continente asiático e, a partir disso, se popularizando por toda a Europa.

Neste mesmo contexto – que dá forma à teoria mais conhecida e aceita no que se refere ao surgimento do Pastor Alemão – é indicado que a raça teria sido reconhecida pela primeira vez nas regiões de Turingia e Wüttenberg, na Alemanha; onde sua grande capacidade já teria sido notada, fazendo com que os cães da raça atuassem como guardiões de gado.

Em função das suas habilidades típicas de um cão de pastoreio, a origem do Pastor Alemão também é explicada por muitos como o produto de uma série de cruzamentos entre lobos e cachorros domésticos, resultando nesta raça que engloba coragem, agilidade e, em muitos casos, docilidade.

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Comportamento

O Pastor Capa Preta é vivo, atento, obediente e seguro de si mesmo. É muito inteligente e tem uma alta capacidade de compreensão – ocupando, inclusive, o terceiro lugar no ranking das raças de cães mais inteligentes em todo o mundo. Não costuma ser medroso, sensível ou brando, mas gosta de receber elogios e carinhos de seu dono. É um cão vigilante e um pouco desconfiado com estranhos.

Por ser extremamente atento – além de competente em situações em que é preciso contar com o senso aguçado de um farejador – o Pastor Alemão é, hoje, uma das raças caninas mais utilizadas em trabalhos de cunho policial; servindo como um excelente cão de guarda ou farejador, sendo usado como parte ativa de trabalhos que envolvem resgates de pessoas ou buscas por desaparecidos.

Seu faro preciso também fez com que a raça passasse a ser usada como ferramenta para descobrir traficantes de drogas ou pessoas carregando artefatos explosivos em aeroportos, por exemplo – e até hoje os Pastores são grandes companheiros da polícia brasileira, auxiliando-a nesse tipo de trabalho e, ainda, em situações onde é necessária a presença de um defensor.

Seu poder de ataque é bastante grande, no entanto, os cães da raça devem ser devidamente treinados para que se tornem defensores exímios – já que, dependendo da sua criação, este animal pode tanto ser um cão adulto muito violento e agressivo como um cachorro extremamente dócil e calmo.

Ainda que se deem muito bem com as crianças, às vezes não sabem medir sua força, e esta é mais uma prova de que o adestramento é fundamental na vida do cão Pastor Alemão – que, devidamente treinado, pode viver na mais plena harmonia com famílias grandes ou pequenas com os componentes das mais variadas idades (incluindo idosos e bebês).

Facilmente treinado (já que é muito inteligente), a raça é absolutamente fiel aos seus donos, obedecendo à todos os comandos ordenados por seus proprietários sem pestanejar. Vale a pena lembrar que o seu adestramento do Pastor Alemão é mais eficiente e prático quando iniciado na fase de filhote do animal; pois, com o tempo, os exemplares da raça tendem a se tornar muito protetores em relação ao seus familiares, e isso pode aumentar a chance de eu acidentes envolvendo ataques ocorram – além de dificultar um pouco o processo de aprendizado para que o cão seja mais tranqüilo e menos agressivo em relação à pessoas desconhecidas.

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Aspecto

O Pastor Alemão é um cão grande, forte, robusto e musculoso. Tem estrutura sólida e de ossos secos. Tem orelhas de tamanho mediano, retas e que acabam em ponta. A cauda é grossa e peluda e se estende pelo menos até o jarrete – regão do ‘calcanhar, onde a pelagem costuma ser ligeiramente mais longa em comparação ao restante do corpo do animal. O Pastor Alemão pode ser de pelo duro, de pelo longo e duro ou de pelo longo.

Com exceção do branco, quase todo tipo de coloração pode estar presente na pelagem dos cães da raça Pastor Alemão, sendo que preto, marrom avermelhado e cinza são as mais comuns. No caso do Pastor Capa Preta, sua cobertura é caramelada em quase toda a parte inferior do corpo, sendo a parte superior preenchida pela cor preta, dando origem ao termo ‘capa preta’.

Quando filhotes, os Pastores têm olhos de coloração azulada, sendo que a cor vai ficando mais escura à medida que o cachorro envelhece, tornando-se amendoados. Donos de um porte grande, os cães da raça podem pesar até 42 quilos quando machos, sendo que o peso das fêmeas é um pouco menor, e varia entre 22 e 32 quilos. A altura do Pastor Alemão também destaca diferenças quanto ao gênero e, enquanto os machos podem medir até 65 centímetros de altura, as fêmeas alcançam uma média de 60 centímetros.

Cuidados específicos

O Pastor Capa Preta necessita de grandes espaços para descarregar a necessidade de fazer exercício físico diariamente. Não é um cão adequado para viver dentro de casa, mas é muito adaptável e pode chegar a se acostumar com a vida do lado de dentro – no entanto, isso não significa que sua vida possa ser saudável sem a prática constante de exercícios, e os donos de cães da raça devem ter em mente a necessidade de separar algum tempo diário pra que seus cães Pastores possam descarregar sua energia.

Além dos passeios diários, é recomendado que sejam proporcionadas sessões de brincadeiras com o Pastor Alemão – já que o cães da raça adoram ser incentivados à praticar as mais diversas atividades físicas.

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Saúde

Devido à popularidade do Pastor Alemão e em consequência, a criação em excesso da raça, as doenças e defeitos foram aumentando com os anos. O maior problema que foi detectado é de comportamento, junto com a displasia coxofemural e de cotovelos, problemas ósseos/articulares, problemas oculares, torção de estomago e epilepsia.

Fonte: Site Cachorro Gato  

Ruptura de ligamento cruzado em cães e gatos

Saiba como acontece a ruptura de ligamento cruzado em cães e gatos e como diagnosticar e indicar a cirurgia

Os problemas ortopédicos são bastante comuns na vida dos animais, e a ruptura de ligamento cruzado em cães e gatos é uma das complicações que podem ser consideradas comuns no mundo da medicina veterinária. Embora não haja fatores hereditários que favoreçam esse tipo de condição, ela infelizmente faz parte do grupo de complicações que dificilmente é prevenida; já que os fatores que a ocasionam dependem da execução de movimentos do próprio animal.

Provocada, na maioria dos casos, por arrancadas muito bruscas do animal, a ruptura de ligamento cruzado em cães e gatos pode ocorrer em animais de qualquer tipo de porte ou raça – pois, conforme exposto anteriormente, o problema é ocasionado pela força ou o mal jeito do movimento feito pelo animal; que, imediatamente, já apresenta sinais de muita dor e falta de confiança e capacidade em apoiar o membro prejudicado.

Provocado pelo deslizamento do fêmur sobre a tíbia, esse tipo de complicação deve ser tratado de forma imediata para que o animal possa se recuperar bem e retomar as suas atividades normais com facilidade; e vale lembrar que adiar a investigação e o início das medidas para tratar a ruptura de ligamento cruzado pode provocar outras conseqüências bastante desagradáveis para o animal (como a atrofia muscular, por exemplo).

Confira, a seguir, as principais causas do rompimento de ligamento cruzado em animais, seus sintomas, formas de diagnóstico e tratamento, e fique ligado no seu bichinho de estimação para evitar complicações mais graves na ocorrência de um problema desse tipo.

Causas da ruptura de ligamento cruzado em animais

Embora haja casos registrados, a ocorrência da ruptura de ligamento cruzado é algo que dificilmente acontece no mundo felino, mas pode acontecer– sendo um problema muito mais comum no mundo dos cães.

Dito isso, vale ressaltar que os cachorros de raças com musculatura bastante forte e joelhos pouco resistentes destacam uma tendência maior a sofrer com esse tipo de problema – já que, ao disparar para uma corrida, o músculo do animal usa força suficiente para impulsioná-lo, enquanto os seus joelhos frágeis não contam com a capacidade necessária para ‘segurar’ a sua estrutura; provocando, assim, a ruptura do ligamento cruzado.

Raças caninas como Pitbull e American Staffordshire Terrier são algumas das que costumam sofrer com esse tipo de problema; sendo que outros cães reconhecidamente agitados ou que participam de competições (como o agility, por exemplo) também destacam probabilidades maiores de romper o ligamento cruzado em função de arrancadas mais bruscas, como é o caso dos cachorros Border Collie e Jack Russel Terrier.

Além das arrancadas fortes, os traumas também podem acabar sendo responsáveis pela ocorrência do rompimento de ligamento cruzado dos cães – entretanto, as conseqüências desse tipo de acidente provocam, na grande maioria das vezes, uma fratura; deixando os ligamentos do animal intactos. As arrancadas ‘de mau jeito’ dos cães também podem provocar esse quadro, e a permanência do animal em ambientes de superfícies lisas demais é algo que aumenta muito os riscos de movimentações atrapalhadas e que podem causar a ruptura.

Outro fator que também pode ser decisivo nesse tipo de situação é uma condição já existente de problema nos membros do animal, e a luxação de patela é um bom exemplo disso. Fazendo com que o animal coloque mais peso e força sobre um membro não prejudicado, a condição da luxação de patela sobrecarrega a perna do cão, e também desloca o joelho acometido, fazendo com que a ruptura do ligamento seja favorecida com algum estímulo mais brusco por parte do pet.

Sintomas do rompimento de ligamento cruzado

Ao contrário de muitos outros problemas ortopédicos em cães e gatos, a ruptura de ligamento cruzado faz com que o animal evidencie imediatamente os sintomas do problema; já que, quando ocorre esse rompimento, o animal sente uma dor muito forte e costuma gritar, deixando de apoiar a pata prejudicada no chão em função do sofrimento que este apoio causa.

Vale lembrar que é fundamental encaminhar o animal para uma clínica veterinária com profissionais competentes imediatamente após esse tipo de ocorrência; já que, além de ajudar a controlar e acabar com a dor do animal, essa providência também pode ajudar na recuperação do animal – que, em alguns casos, pode até mesmo dispensar a fisioterapia em função de um atendimento imediato para resolver o acidente com o ligamento.

Alem dos benefícios já descritos que o atendimento imediato pode gerar, é importante ressaltar que ignorar o problema pode provocar uma série de outros problemas para o cão prejudicado – já que, ao forçar demais a perna sadia (para poupar a machucada), o animal pode acabar rompendo, também, o ligamento da segunda perna; sem contar o fato da atrofia muscular, que pode ocorrer com certa facilidade quando o animal deixa de fazer o uso de um dos seus membros.

Diagnóstico da ruptura de ligamento cruzado em cães e gatos

A palpação é o principal método clínico de diagnosticar o rompimento do ligamento cruzado de cães e gatos, sendo que as técnicas do movimento gaveta e a compressão tibial são as mais usadas nesse sentido. Em alguns casos, exames de imagem podem ser requisitados para que o profissional veterinário confirme este diagnóstico e, geralmente, os raio-x do joelho sob estresse é o mais eficiente (pois, por meio da compressão tibial, a radiografia pode mostrar de uma forma mais evidente o desvio), a ressonância magnética também pode ser usada para diagnóstico e artroscopia em alguns casos.

Tratamento da ruptura de ligamento cruzado

O tratamento para o rompimento do ligamento cruzado em animais é, invariavelmente, cirúrgico – sendo que há diferentes técnicas praticadas no mundo da medicina veterinária para resolver esse tipo de quadro. O método utilizado para tratar o animal dependerá, no entanto, do tamanho, do peso e até do temperamento do animal – já que, se o cão prejudicado for um pet extremamente agitado, técnicas com materiais mais fortes são a melhor opção; enquanto animais mais tranqüilos não precisam, necessariamente, desse tipo de cuidado adicional.

A sutura do ligamento cruzado rompido é, em muitos casos, feita com a ajuda de um fio de nylon ou outros materiais – que, mais uma vez, serão determinados de acordo com as características e a personalidade do animal machucado. Podendo ser feita por diferentes tipos de técnicas, a sutura que cura a ruptura do ligamento cruzado pode ser:

  • Intra-articular Por meio de uma sutura, o ligamento cruzado é refeito com a ajuda de um fio de nylon (ou outro tipo de material) ou até a fascia lata que é uma estrutura fibrosa do próprio animal.
  • Extra-articular Neste caso, a sutura que trata da ruptura do ligamento cruzado é feita por fora da região afetada, restringindo o deslizamento do fêmur sobre a tíbia e mantendo a articulação firme.
  • TTA O método cirúrgico de TTA promove o corte (osteotomia) da ligação do osso com os músculos do quadríceps do cão, que é recolocado em outro local mais avançado com a ajuda de um espaçador de placa e parafusos (durante a recuperação do animal) – permitindo que haja um equilíbrio muscular que limita o deslocamento da tíbia, resolvendo o problema.
  • TPLO A porção superior da tíbia é cortada com uma espécie de curva nessa técnica para que a articulação seja, de certa forma, nivelada; evitando o seu deslizamento com o fêmur e contando com a ajuda de placas e parafusos no período de recuperação do pet.

Recuperação de animais após cirurgia de ruptura de ligamento cruzado

O período de recuperação, assim como o tipo de cirurgia escolhido, também dependerá de fatores como temperamento, tamanho e peso do animal – sendo que, na maioria das vezes, o cão necessita de cerca de dois meses de repouso e fisioterapia para que o procedimento seja estabilizado e o pet possa retomar as suas atividades normais.

No entanto, esse período de repouso requer um grande nível de atenção por parte dos tutores do animal que passou pelo procedimento – já que, ao contrário dos seres humanos, os cachorros que passam por uma cirurgia não fazem ideia de que realizar atividades como correr e saltar pode botar tudo a perder.

Em função disso, em alguns casos pode ser necessário que os donos do animal o mantenham em uma área específica e restrita da casa (que não tenha superfície lisa) até que se recupere completamente; caso contrário, o animal pode acabar se machucando ao tentar correr, por exemplo. Em uma comparação simples, isso significaria o mesmo que uma pessoa que acaba de passar por uma cirurgia nos joelhos tentar jogar futebol – ou seja: uma péssima ideia.

Conforme citado anteriormente, o atendimento imediato do animal prejudicado pode ajudar muito no seu processo de recuperação, e prova disso é que os poucos animais que acabam tendo a fisioterapia dispensada pelos médicos veterinários são os que cuidam do problema da ruptura de ligamento cruzado imediatamente após a sua ocorrência.

Fonte: Site Cachorro Gato