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Junho é mês de prevenção das doenças oculares

Assim como os humanos, os pets também podem ser acometidos por enfermidades nos olhos. As mais comuns são catarata, ceratoconjuntivite seca, em cães, e a conjuntivite por herpes e clamidia, em gatos. É o que afirma a Médica Veterinária Oftalmologista da Clínica Espaço Animal, Lídia Clerot.

“Nos felinos, a testagem e a vacinação contra a FIV e a FELV protege contra doenças oculares. Outra forma de prevenir, tanto nos bichanos quanto nos cães, é visitando regularmente o veterinário para exame clínico”, explica Lídia.

Raças mais propensas

Há raças que correm mais riscos de desenvolverem esse tipo de doença. Entre os cães, são: Pug, Shihtzu, Yorkshire e Buldog. Já entre os gatos, os persas são mais suscetíveis.

Ração seca ou úmida: o que é melhor?

Muitos tutores se perguntam qual é a melhor ração para os seus pet: a seca ou a úmida. A resposta, segundo o Médico Veterinário e Proprietário da Clínica Espaço Animal, Hermes Raupp, é TANTO FAZ.

“A diferença entre os dois tipos é que a úmida é hidratada e a outra desidratada”, explica. Ainda de acordo com Hermes, outra distinção é que a escolha determina a quantidade de água que o animal consome.

“Quando o animal come ração úmida, por consequência, o tutor irá observar que toma pouca água, pois, já está recebendo água por tabela através da alimentação, ao contrário da ração seca.

Texto de Emilin Grings
Publicado em 28/5/2023

5 atitudes dos tutores que deixam os gatos tristes

Apesar de os gatos terem uma imagem de animais frios, insensíveis e quietos, quem tem um gatinho em casa sabe que essa reputação não é tão verdadeira como dizem! Mesmo independentes, os bichanos adoram um carinho. São manhosos e dengosos, gostam de atenção. Mas você sabe quais atitudes dos humanos podem deixar os felinos tristes?

Entenda agora hábitos que podem deixar seu pet chateado.

Antes de tudo, é imprescindível compreender que possuir um animal de estimação requer responsabilidades inegociáveis e, ao adotar um gatinho – principalmente –, o tutor precisa estar disposto a alimentá-lo, dar carinho, brincar e cuidar da sua higiene. Quando os gatos têm um rompimento brusco da sua rotina ou algo que lhe desagrada, costumam sofrer alterações em seu humor.

O dengo do seu dono e um momento de atenção são atitudes que fazem o felino ronronar de prazer e felicidade! Mas fique atento caso esse ronronar sumir, possivelmente tem algo estranho aí! Por isso, listamos 5 hábitos que podem significar que seu gatinho está chateado:

1. Deixar a caixa de areia suja

Os gatos são animais extremamente higiênicos. Para eles, fazer suas necessidades em locais sujos são desagradáveis. Por isso, é importante limpar com frequência sua caixa de areia. Afinal, ninguém gosta de estar num ambiente anti-higiênico.

2. Fazer barulho

A audição do bichano é milhões de vezes mais sensível do que a dos humanos. Por isso, pequenos barulhos para nós podem ser enormes para eles. Além disso, eles podem entender esses sons altos como ameaças, o que gera um “estresse acústico”.

3. Não trocar a comida diariamente

As rações são secas e crocantes. Porém, quando a troca da ração não é feita, ela absorve a umidade do ar e amolece, isso faz com que os felinos rejeitem o alimento por instinto animal, justamente porque suas presas são frescas.

4. Provocar o bichano

Algumas brincadeiras, na verdade, não são nem um pouco divertidas para os gatinhos. Puxar o rabo, bagunçar o pelo ou arrastar o gato pelo chão não são entretenimento e faz com que se sintam agoniados.

5. Ausência do seu dono

A maioria das pessoas acham que os gatos não gostam de atenção e, por isso, sempre estão bem quando se encontram sós. Mas, a verdade é que eles precisam de atenção, mesmo que sejam considerados animais independentes. Eles retribuem o carinho da sua própria maneira.

Fonte: Site Escola Educação

Publicado no dia 27/5/2023

Benefícios que bichos de estimação trazem à saúde

De reduzir estresse até detectar câncer, animais podem ser muito benéficos à saúde, segundo pesquisas. Confira a lista abaixo:

1. Bons companheiros

Eles são graciosos e bons companheiros, mas não apenas isso. Animais de estimação fazem bem à saúde. Prova disso é que, recentemente, o hospital Albert Einstein, em São Paulo, liberou visitas de bichos a pacientes internados, inclusive em unidades semi-intensivas. O motivo da permissão é a humanização do tratamento e a interferência positiva que eles exercem na cura. Várias pesquisas já demonstraram o poder que esses “amigos” têm para melhorar a qualidade de vida.

2. Animal de estimação reduz o estresse

Um estudo feito pela Universidade Estadual de Nova York, nos Estados Unidos, mostrou que os bichos de estimação são ótimas companhias para combater o estresse. O experimento testava os níveis de tensão de pessoas em quatro situações: sozinhas, com seu parceiro, com seu animal e com seu parceiro e o animal. Eles descobriram, então, que a ocasião de maior tranquilidade foi apenas com o pet.

3. Pet diminui a depressão

A tristeza também vai embora com mais facilidade para as pessoas que têm animais. Diversas pesquisas já mostraram que essa convivência reduz a sensação de solidão, a ansiedade e a depressão. Isso porque, quando o humano passa parte do dia com um bicho, ele passa a produzir mais hormônios como a ocitocina, a prolactina e a serotonina, que melhoram o humor.

4. Bicho faz cair o risco de alergias em crianças

Muitas famílias podem escolher não ter um animal em casa para evitar que os filhos desenvolvam alergias. Mas estudos feitos por um pesquisador da Universidade de Wisconsin-Madison mostraram que as chances de uma criança ter esse tipo de problema são 33% menores com um bicho de estimação. Isso porque, com a convivência, os pequenos desenvolvem um sistema imunológico mais forte. Esse efeito, no entanto, não acontece entre adultos que já sofrem de alergias.

5. Animal em casa faz bem para o coração

Além do amor, os cães, gatos e outros pets ajudam de outra forma o coração dos donos. Segundo pesquisas dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e do Instituto Nacional de Saúde (NIH), nos Estados Unidos, criar um bicho em casa ajuda a reduzir a pressão sanguínea, o colesterol e o nível de triglicérides. Consequentemente, servem de prevenção contra ataques do coração e outras doenças cardiovasculares.

6. Cachorros ajudam a detectar câncer

Cães podem ser úteis aos donos e médicos na detecção de câncer em diversas regiões do corpo, como pele, bexiga, pulão, mama, ovário e colo. O diagnóstico é feito ao farejarem o local doente e é possível que os cachorros sejam até treinados para fazer esse tipo de descoberta. De acordo com especialistas, a precisão deles pode variar nas faixas de 80% e 90%.

7. Cães podem detectar hipoglicemia

Segundo um estudo conduzido pela Universidade Belfast do Queens, na Irlanda, e pela Universidade de Lincoln, na Inglaterra, diabéticos ou outras pessoas que têm bruscas quedas de níveis de açúcar no sangue podem treinar seus cães para ajudar a evitar crises de hipoglicemia. A pesquisa indica que cachorros seriam capazes de detectar uma redução do índice glicêmico, ao perceber sinais diferentes de comportamento, que o dono pode não perceber, e ao sentir a liberação de feromônios por meio do suor. Ainda não há uma conclusão fechada sobre o tema, mas um método a mais para prevenir o problema seria bem-vindo.

8. Cachorros ajudam no emagrecimento

Passear com o cachorro é bom para ele e para o dono, de acordo com levantamento do Instituto Wellness, no Hospital Northwest Memorial. As caminhadas com o pet são boas para manter e perder peso, e, segundo outro estudo do Instituto Nacional de Saúde (NHI), dos Estados Unidos, os responsáveis pela saída diária são menos propensos à obesidade, se comparados com quem não possui animal de estimação.

9. Gatos reduzem risco de AVC

Um estudo da Universidade de Minnesota afirma que gatos podem ser benéficos para prevenir acidente vascular cerebral, infarto e outras doenças cardiovasculares. O trabalho foi feito por 20 anos com quase 4.500 pessoas e percebeu-se que aqueles que não criaram os bichanos tiveram risco 40% maior de morrer de ataque do coração e 30% maior de perder a vida por uma doença cardiovascular, em relação aos donos de gatos. Esse resultado foi percebido apenas entre pessoas que tinham essa espécie, não incluindo os donos de cães. Apesar de não explicar a causa, os cientistas acreditam que esse poder está no fato de os gatos ajudarem a relaxar e reduzir a ansiedade de seus criadores.

Fonte: Revista Exame

Texto publicado no dia 18/3/2023

Frutas e verduras: gatos podem comer?

Os gatos são animais que, na natureza, sempre se alimentaram exclusivamente de carnes, sem frutas, sem vegetais e sem legumes. Considerados como carnívoros estritos, seus sabores prediletos de ração são frango, salmão, carne e outros tipos de proteína animal. Fontes proteicas podem ser oferecidas como petisco, carnes cozidas sem tempero: frango, fígado, boi, peixe, atum ao natural, sardinha e ovos cozidos.

Frutas e verduras, quando apreciadas, podem ser fornecidas como forma de petisco, mas não como alimento completo. As frutas mais comumente aceitas são: maçã, melão, melancia, pera e banana. As frutas precisam ter bastante água, não podem ser muitos doces e, de preferência, devem ser refrescantes, oferecidas em pequenos pedacinhos, sem semente ou casca. Mas há as frutas proibidas que são: uva, uva-passa, limão, laranja, kiwi, abacaxi e abacate.

Já os Vegetais comumente mais aceitos são: cenoura, brócolis, abóbora, beterraba, couve, batata-doce, ervilha.

Texto escrito pela Veterinária especialista em felinos, Elissandra da Silveira

As 9 raças de gatos mais comuns no mundo

Reconhecer as raças de gato nem sempre é uma tarefa tão comum, e também nem tão fácil quanto as dos cães. Isso porque na grande maioria das vezes, um gatinho é separado de outro por meio de detalhes, como seu tamanho, peso ou mesmo cores e tipos de impressões, por exemplo, os gatos listrados.

Confira abaixo o ranking das raças de gatos mais comuns no mundo:

  1. British Shorthair

British Shorthair é uma das raças de gato mais conhecidas do mundo, e é uma fofura.
Nos pelos em tons de cinza e com olhos amarelos, o British Shorthair também é um dos mais queridinhos de todo o mundo.

Principais características
Origem: Reino Unido.
Altura: Entre 15 e 30 centímetros.
Pelagem: Pelos volumosos de tamanho médio.
Expectativa de vida: Entre 10 e 15 anos.


Curiosidades
– Alguns casos mais raros da raça British Shorthair podem possuir uma pelagem com tons de branco ou mesmo em uma mescla de tons de cinza e branco;
– Costumam ter bochechas bem proeminentes e marcadas.

  1. Gato Siamês

Gatos Siameses são companheiros com características marcantes, como os seus olhos incrivelmente azuis
Os siameses são os gatos mais facilmente reconhecíveis.

No entanto, é importante ressaltar que existem muitos gatos que possuem cores bem parecidas com a da raça, mas não são necessariamente verdadeiros siameses.

Possuem um porte esbelto e atlético, com a carinha sendo bem fina.

Principais características
Origem: Tailândia e China.
Altura: Entre 15 e 20 centímetros.
Pelagem: Pelos curtos.
Expectativa de vida: Entre 15 e 20 anos.


Curiosidades
– É uma raça bastante rara e não são facilmente encontrados no Brasil. No entanto, é possível achar facilmente gatos com o mesmo padrão de cores, mesmo em abrigos e instituições que resgatam gatos.

  1. Maine Coon

Maine Coon é uma raça que demonstra elegância por onde passa. Os Maine Coon são gatos conhecidos por serem gigantes. Eles costumam ter um tamanho muito acima da média e podem ter diferentes padrões de cores, sendo muito procurados por pessoas que gostam de gatos compridos.

Principais características
Origem: Estados Unidos.
Altura: Entre 34 e 44 centímetros de comprimento.
Pelagem: Pelos longos e volumosos.
Expectativa de vida: Entre 9 e 15 anos.


Curiosidades
– São originários do estado americano do Maine;
– São gatos que adoram água;
– Boa parte dos problemas de saúde do Maine Coon está relacionada ao seu tamanho.

  1. Gato persa

Os gatos persas além de fofos, são muito famosos nas telinhas. Os persas são gatos com pelos longos, volumosos e fofinhos, sendo muito reconhecidos, também, por terem o nariz levemente amassado na ponta, dando a impressão de terem achatado essa parte do corpo. Por conta disso, eles podem ter alguns problemas respiratórios.

Principais características
Origem: Região da Pérsia;
Altura: Possuem entre 20 e 25 centímetros;
Pelagem: Pelos longos e finos, com muito volume;
Expectativa de vida: Cerca de 14 anos, se forem criados dentro de casa.

Curiosidades
– Um dos gatos mais famosos do quadrinhos e do cinema, o Garfield;
E também, Snowball, o gatinho branco do lar da família Little.

  1. Himalaio

O gato Himalaio é também conhecido pelos olhos azuis, mas com pelugem mais volumosa. O Himalaio faz parte de uma raça de gatos muito parecida com o Siamês, só que a diferença é que esse possui pelos mais longos e volumosos.

Principais características
Origem: Estados Unidos.
Altura: Entre 15 e 20 centímetros.
Pelagem: Pelos longos e volumosos.
Expectativa de vida: Entre 9 e 15 anos.


Curiosidades
– São resultado do cruzamento de um gato persa com um gato siamês;
– No filme “Entrando Numa Fria”, o gato Mr. Jinx, que atormenta a vida do personagem de Ben Stiller, era um gato da raça himalaio.

  1. Burmese

Os Burmeses contam com uma aparência mais comum e adoram atividades físicas. Possuem uma aparência bem característica, musculosa e atlética, com um focinho bem proeminente.

Principais características
Origem: Tailândia.
Altura: Entre 15 e 30 centímetros.
Pelagem: Pelos médios e pouco volumosos.
Expectativa de vida: Entre 9 e 13 anos.

Curiosidades
– O primeiro gato Burmês foi levado da Birmânia (atual Myanmar) para os Estados Unidos por um médico americano. Apesar de acharem que o gato, chamado Wong Mau, era apenas uma versão com tonalidade mais escura de um gato siamês, o médico conseguiu provar que era um gato de uma raça nova e separada dos siameses.

  1. Angorá

Os gatos angorá são gatos que se destacam por sua beleza. Eles têm pelos lisos, e um pouco mais compridos em pontos como o pescoço, o ventre e a cauda.

Eles são tradicionalmente brancos, mas também podem ter outras cores, no entanto são mais raros.

Principais características
Origem: Turquia.
Altura: Entre 15 e 30 centímetros.
Pelagem: Longo e fino.
Expectativa de vida: Podem viver até 14 anos.


Curiosidades
– Como são costumeiramente brancos, gatos angorás que possuem olhos azuis podem ser surdos ou ter uma maior tendência a surdez devido à genética;
– Inicialmente, foram criados dentro de um zoológico, na Turquia, o que contribuiu para preservar a raça ao longo dos séculos;
– O gato da Magali, dos quadrinhos da Turma da Mônica, é um gato angorá.

  1. Sphynx

Os Sphynx são gatinhos valiosos e peladinhos. Os Sphynx são uma raça de gatos que surgiu no Canadá, em 1966. Naquele ano, devido a uma mutação genética, uma gata deu a luz a uma ninhada de gatos sem nenhum pelo, dando origem a essa nova raça.

Os Sphynx são muito fofos, porque é possível ver todas as dobrinhas de seu corpo devido a pouca quantidade de pelos.

Principais características
Origem: Canadá.
Altura: Entre 15 e 30 centímetros de altura.
Pelagem: Os Sphynx não possuem pelos e são uma raça de gatos notória por ser “careca”.
Expectativa de vida: Em média, 14 anos.


Curiosidades
– Apesar de serem conhecidos até como gatos pelados, os sphynx possuem pelo muito curtinhos e muito finos, que não são visíveis;
– Os sphynx também podem causar alergias a pessoas com alergia a gatos, mesmo não tendo pelos;
Precisam tomar banho com relativa frequência, já que podem se sujar com maior facilidade;

  1. Ragdoll

Os gatos da raça Ragdoll são gatos de olhar marcante e também considerado como uma das raças de gato mais comuns. Com rosto tricolor, em tons de branco, cinza e marrom, os gatos da raça Ragdoll são muito bonitos.

Principais características
Origem: Estados Unidos.
Altura: Entre 40 e 50 centímetros de altura.
Pelagem: Possuem pelos longos e volumosos.
Expectativa de vida: Entre 12 e 18 anos de vida, mas podem viver até 20 anos.


Curiosidades
– São muito tranquilos com toques de humanos e, se colocados em uma determinada posição, podem relaxar e ficar nela por longos períodos de tempo, fazendo jus ao nome “ragdoll”, boneca de pano, em português.

Gatos são ótimos companheiros e suas personalidades variam muito de acordo com a sua raça, por isso, é tão importante conhecer mais sobre eles.

Fonte: Doghero

Publicado no dia 30/4/2023 por Emilin Grings

Alimentos que fazem mal para o seu pet

Abaixo listamos uma série de alimentos que fazem mal para o seu pet. Confira:

Abacate: o mecanismo de ação deste alimentos ainda é desconhecido para os animais domésticos. Os efeitos tóxicos variam entre cada espécie.

Açaí: é um alimentos rico em metilxantinas, que são substâncias tóxicas para cães e gatos. Os cachorros são os mais sensíveis.

Chocolate: animais intoxicados podem apresentar vômito (com ou sem sangue), aumentos na quantidade de urina, hiperatividade e movimentos desordenados para andar.

Café: é rico em metilxantinas, que são substâncias tóxicas para cães e gatos. Os cães são os mais sensíveis.

Chás mate, verde e preto: são bebidas ricas em metilxantinas, substâncias que são tóxicas para cães e gatos. Os cães são os mais sensíveis.

Alho: é tóxico aos animais devido às diferenças de suas hemácias (células vermelhas do sangue) e no sistema enzimático que protege essas células.

Cebola: existem substâncias neste ingrediente que causam dados oxidativos nas hemácias e promovem um tipo de anemia.

Uva: tem um mecanismo de ação ainda desconhecido. Grande variação na suscetibilidade entre cães e gatos. Para alguns animais, apenas uma pequena quantidade da fruta pode levar à óbito.

Fonte: CNN Brasil

Publicado dia 20/4/2023 por Emilin Grings

ONG Amigos do Floppy precisa de ajuda

350 ANIMAIS! Esse é o número de bichos vítimas de maus tratos e abandono que a ONG Amigos do Floppy – Sítio da Denise Costa está abrigando atualmente. A propriedade fica em Sapucaia do Sul e está precisando de doações.

Clínica Espaço Animal firma parceria com ONG Amigos do Floppy

Quer ajudar os pets que moram lá? Faça um pix de qualquer valor para 94965560000 (CPF). A sua ajuda certamente fará diferença na vida dos animais que residem no local.

Fratura da alegria: Conheça a história da Mel!

Semanas atrás, quando os tutores da Mel, uma Lulu da Pomerânia ou Spitz Alemão, chegaram em casa foram recepcionados com a tradicional festa da pet. O que não esperavam é que a pet saltasse da mesa onde estava para chegar perto deles. Assim, a cachorrinha, que tem 5 meses de idade, fraturou a pata anterior direita.

O susto foi grande!

Logo os tutores levaram Mel à Clínica Veterinária Espaço Animal e o diagnóstico foi de que era preciso fazer uma cirurgia para corrigir a fratura. O procedimento foi marcado para o dia 28/3/. Antes da operação, o Médico Veterinário Leandro Gaiga explicou como seria:

“Ela quebrou os ossos rádio e ulna. Na cirurgia iremos fazer a redução da fratura e a colocaremos uma placa para manter a estabilidade”.

Leandro, que é especialista em ortopedia veterinária, afirma que esse tipo de fratura é muito comum em cães de pequeno porte e que Mel voltará a andar normalmente.

Recuperação

Uma semana após a cirurgia, tudo parece estar ocorrendo conforme o previsto. Conversamos com Jaqueline Massalei, tutora da Mel, nesta terça-feira, que afirmou que a cadelinha está muito bem. “Ela está se recuperando, mas segue em repouso sem poder correr e pular”.

De acordo com Leandro Gaiga, a filhote ficará plenamente recuperada em cerca de um mês. Seguimos mandando boas energias para que tudo continue bem com a mascote.

Publicado por Emilin Grings Silva em 4/4/2023.

Coronavírus felino: os sintomas da Peritonite Infecciosa Felina (PIF)

Você sabia que gatos também podem ser acometidos pelo Coronavírus? Calma! Não é o mesmo vírus dos humanos. Ou seja, não há risco de você transmitir Covid 19 para o seu gato.

Embora o nome seja o mesmo, o Coronavírus que ataca felinos causa danos fatais porque os bichanos infectados desenvolvem a Peritonite Infecciosa Felina (PIF). O gato que com essa doença passa a ter um processo inflamatório que atinge praticamente todo o organismo causando sintomas diversos.

Há dois tipos de PIF: a efusiva e a não efusiva. Confira abaixo os sintomas de cada uma:

PIF Efusiva: febre alta, efusões (acúmulo de líquido no abdômen ou tórax), linfoadenopatia mesentérica (inflamação dos gânglios), anorexia (falta de apetite), perda progressiva de peso, desidratação, icterícia (amarelão), diarreia e dispneia (dificuldade respiratória)

PIF Não Efusiva: causa inflamação em vários sistemas do organismo, mais comumente atingindo o sistema nervoso.

Transmissão

A doença é transmitida pelo contato do gato com fezes de outros felinos infectados. A transmissão também ocorre durante a gestação e amamentação, ou até pelas mucosas da boca e nariz, principalmente pela mordida ou lambedura em feridas abertas.

Tratamento

É uma doença que não tem cura nem vacina. Existem tratamentos paliativos que prologam e deixam a vida do animal mais confortável.

Prevenção

Segundo o Médico Veterinário e Proprietário da Clínica Espaço Animal, Hermes Raupp, a manutenção da higiene no ambiente dos animais é fundamental para prevenir a PIF. “Onde a população de gatos é maior, como gatis e abrigos, a caixa de areia deve ser limpa higienizada completamente pelo menos uma vez por semana”, explica.

Ainda conforme o especialista, o vírus morre facilmente com o uso de detergentes comuns. Além disso, Hermes alerta que, diante de qualquer suspeita de PIF, o animal deve se manter isolado para não contaminar outros.