Hipotermia pode levar cães e gatos à morte

Recentemente publicamos um texto aqui no site sobre os cuidados que você deve tomar com o seu pet nos dias mais frios. Vamos seguir no mesmo tema, mas falando de hiportemia, condição que pode acometer cães e gatos durante o inverno e podendo até levá-los a óbito. Confira a sequência de perguntas que foram respondidas pela Médica Veterinária da Clínica Veterinária Espaço Animal, Rafaela Soppelsa:

1. O que é hipotermia?

A temperatura média do corpo dos pets varia de 37ºC a 39ºC. Abaixo disso, já é um estado hipotérmico. É preciso agir rápido para não reduzir mais.]

2. O que fazer?

Aquecer o animal, mantê-lo protegido de chuva, umidade e serração. Procurar atendimento clínico se não apresentar melhora.

3. Quais são os sintomas?

Tremores, corpo frio, extremidades frias, prostração, postura encolhida, atitude de busca em por um local quente.

4. A hipotermia pode levar à morte?

Sim.

5. Por quê?

A hipotermia reduz o fluxo sanguíneo. Assim o coração começa a bater mais devagar. O sangue sai das extremidades e se concentra nos órgãos vitais. A pressão baixa, o que desencadeia lesão nos órgãos alvo até que eles entrem em falência.

Plantão 24 horas

A Clínica Veterinária Espaço Animal oferece atendimento 24 horas por dia, nos 7 dias da semana. Diante de dúvidas, contate (51) 3473 5650 ou (51) 99744 2355 (WhatsApp).

Ter pets pode ser considerado “treino” para a paternidade e maternidade

Mauro Iracet e Ivo Filho estão casados há mais de 13 anos. São tutores de quatro câes: Yuki, chow-chow; Tyra, indefinida; Mick, indefinida; Lana, cruza de yorkshire e indefinida. Eles não pretendem ter filhos humanos já que os cachorros são filhos que escolheram ter. 

Mauro e Ivo com os cães

Segundo Mauro, os pets os fazem sentir-se família. “Há as preocupações e os cuidados, mas os quatro nos devolvem em carinho, atenção e amor incondicional”, destaca. Salvas as devidas proporções, Mauro acredita que ser tutor de pet facilita a criação de uma criança. “Creio que eles agregariam companhia e amor caso decidíssemos ter um bebê.”, assegura.

Mãe de pet também é mãe?
Confira a conteúdo que produzimos por ocasião do Dia das Mães

Roberta Vencato, psicóloga, segue a mesma linha de pensamento. “A responsabilidade de zelar pelos cuidados e bem-estar do pet, serve como treino sim para a maternidade e/ou paternidade”. No entanto, enfatiza que é importante que seja senso comum entre o casal a adoção de um bicho.

A especialista afirma isso com base na própria experiência também. “Cassio e eu éramos namorados quando adotamos a Fiona, uma poodle. Quando casamos, ela veio morar conosco e, de certa forma, nos auxiliava a termos um compromisso com ela”, conta.

Conforme Roberta, quando a filha mais velha, Alícia, nasceu, a rotina com a cadela precisou ser readaptada, mas a presença do animal não dificultou nada, apenas exigiu mudanças no cotidiano. Hoje, a família é composta pelo Arthur, o caçula humano, e outros dois cachorros: o Panda, border collie, e o Medhiv, sem raça definida.

Consumo de chocolate pode ser levar cães e gatos à morte

Estamos às vésperas da Páscoa, período em que os humanos costumam aumentar o consumo de chocolates. Apesar de ser uma delícia para o nosso paladar, o doce não é recomendado para os nossos cachorros e felinos. Se ingerido, pode causar muitas alterações no organismo, ocasionando problemas de saúde que podem ser leves ou até mais sérios.

O motivo é uma substância chamada teobromina, presente no chocolate. Os animais têm pouca capacidade de processá-la. Por isso, se torna tóxica ao organismo deles.

Exemplificando

A dosagem de teobromina que intoxicar um cão está entre 100 e 150 mg/kg. Chocolates ao leite normalmente têm 154 mg/100g da substância. No caso do meio-amargo, chega a 528 mg para as mesmas 100 gramas.

Isso porque quanto maior a concentração de cacau no produto, mais teobromina ele tem. Porém, as versões ao leite e branco também trazem riscos.

Crédito: Site Itupeva agora

Consequências do consumo

Ao comer chocolate, o pet pode ter taquicardia, aumento da pressão arterial e maior eliminação de urina. A micção em excesso resulta em desidratação. Além disso, o bicho pode apresentar agitação e tremores. A gravidade do quadro dependerá da quantidade de chocolate que o cachorro ou o gato consumiu, da sua idade e também do estado geral de sua saúde.

É muito raro que o quadro possa levar à morte, mas pode acontecer. Além disso, é a grande incidência de que ocorram distúrbios gastrointestinais principalmente em animais de pequeno porte e nos mais jovens, devido à quantidade ingerida em relação ao peso. Obesidade e diabetes também podem decorrer do consumo de chocolate.

Ingestão acidental deve ser tratada como emergência

Deixar o alimento em local de fácil acesso pode ser facilitar a sua ingestão. Ao notar que o fato ocorreu, o tutor deve levar seu cão ou gato imediatamente a uma emergência para que o médico veterinário faça uma avaliação clínica e preste os primeiros socorros.

Prevenção

É preciso dificultar o acesso dos pets a chocolates, especialmente neste período de páscoa em que ovos, bombons e outros produtos que contêm chocolate podem ficar mais expostos. Além disso, é muito importante que toda a família esteja empenhada em guardar este tipo de alimento assim que comer e, principalmente, não oferecê-lo aos bichos.

Plantão 24 horas

Em caso de ingestão de chocolate, a Clínica Espaço Animal dispõe de veterinários de plantão 24 horas por dia, inclusive neste feriadão de páscoa.

Fonte: Site do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Mato Grosso do Sul

Texto: Emilin Grings Silva

Uso de anticoncepcional aumenta o risco de piometra em gatas

Há pouco tempo, publicamos aqui em nosso site sobre a piometra em cadelas. As felinas têm menos predisposição para desenvolver a doença, mas podem ser acometidas e a infecção é tão grave quanto nas cachorras. Neste texto, vamos descobrir o porquê de terem menos riscos e também sobre como identificar sintomas, fazer o tratamento e a prevenção.

Tipos de piometra:

Conforme já explicamos no conteúdo sobre a piometra canina, essa doença é causada por alterações hormonais que têm como consequência uma infecção no útero. Assim como nas cachorras, ela pode ser aberta ou fechada:


Piometra aberta: é considerada aberta quando o colo do útero está aberto. Nesse caso, pode haver secreção de líquidos na vagina. Normalmente, é uma condição mais leve.

Piometra fechada: é quando o colo do útero está fechado. Quando ocorre, há um maior acúmulo de líquidos no interior do útero, levando a problemas mais sérios.


Causas

A fim de compreender o que causa a piometra felina, é necessário conhecer o ciclo reprodutivo delas. Ao longo do cio, o corpo da pet passa por diversas alterações para se preparar para uma possível gravidez.
Entre as alterações, está o aumento da progesterona, hormônio que prepara o útero para receber os filhotinhos. Entre as atividades promovidas pela substância estão:

  • Redução da resposta imunológica e diminuição de possíveis defesas para que não haja um ataque aos fetos;
  • Inibição dos movimentos de contração;
  • Fechamento do colo do útero;
  • Aumento de secreção de líquidos no interior do útero.

Porém, quando a fecundação não ocorre, a progesterona em excesso torna o útero um lugar perfeito para o surgimento de bactérias. A imunidade baixa, muito líquido e o fechamento do colo do útero possibilitam que as bactérias se espalhem pelo organismo de maneira mais fácil. Dessa forma, ocorre a piometra na gatas – quadro que é bastante raro nas bichanas, já que o cio felino é um pouco diferente.


Por que é raro?


O crescimento da produção de progesterona durante o cio da fêmea é comum em diferentes espécies. Entretanto, nas gatas, a ovulação só ocorre após o coito. É apenas depois da relação sexual que o útero se prepara para a gestação. Como a progesterona só vai aumentar com a cruza e a piometra só ocorre quando não há fecundação, é muito raro que a doença acometa a espécie, já que, depois do coito, elas logo engravidam.


Mas, médicos veterinários têm registrado um aumento dessa infecção em gatas nos últimos anos. Segundo pesquisas, isso se dá em decorrência do uso de anticoncepcionais. A medicação desregula os hormônios do organismo da gatinha para impedir a gestação mesmo que ocorram relações sexuais.
Com a desregulagem, ela pode ter aumento de progesterona em seu corpo e, consequentemente, desenvolver as condições propícias para infecção. Assim, estudos mostram que o principal motivo para a piometra em felinas é a utilização de anticoncepcionais.


Principais sintomas


Descobrir que a gata está com piometra é desafio, pois os felinos, tanto machos quanto fêmeas, são muito independentes e evitam mostrar que estão sentindo dores ou incômodos. Além disso, como a enfermidade é relativamente rara, pode ser confundida com outras doenças. Os sintomas da piometra irão depender da característica da doença, ou seja, se é aberta ou fechada:


Aberta
• Secreção vaginal de coloração amarela, avermelhada ou marrom, com cheiro forte e desagradável;
• Apatia;
• Febre;
• Vômitos,
• Diarreia.


Fechada
• Apatia;
• Falta de apetite;
• Febre;
• Vômitos,
• Diarreia.

Sem a secreção em caso de piometra fechada, sua identificação é mais complexa. Por isso, é importante buscar ajuda de um veterinário ao notar qualquer um dos sinais clínicos citados acima. Ambos os quadros são graves e precisam de um atendimento veterinário da forma mais ágil possível.


Diagnóstico e tratamento


Além de analisar sinais clínicos e o histórico da pet, exames podem ser requeridos. Entre eles, ultrassom e de sangue.


O tratamento não é feito com remédio na piometra felina. O processo mais rápido e recomendado é a remoção do útero da gata. Assim, há prevenção também de outras infecções.

Prevenção

A castração é melhor maneira de prevenir a piometra e outras doenças. Para além de impedir uma gestação indesejada, a remoção do útero evita os temidos e perigosos tumores.

Pacote promocional em nossa clínica

Temos um pacote promocional que inclui vacinação e castração. (Clique aqui para conhecer.) Como foi mencionado acima, muitas vezes é difícil identificar a piometra. Portanto, não deixe de recorrer à medicina veterinária periodicamente. Para agendar consultas na Clínica Espaço Animal, basta entrar em contato pelos telefones (51) 3473 5650 ou (51) 997442355 (WhatsApp).

Piometra: a infecção uterina mais comum em cadelas que já atingiram a maturidade sexual

A palavra pode soar estranha para você: piometra. De origem grega, “pyon” significa pus e “metra” útero. Ou seja, infecção no útero. Embora possa ser pouco conhecida, a enfermidade atinge muitas cadelas a partir dos 10 meses de idade. Porém, as que têm mais de 5 anos são mais predispostas. Essa doença se desenvolve nas semanas seguintes ao cio em que a concentração de progesterona é mais elevada.

Neste período, o útero fica mais exposto e suscetível à contaminação por bactérias. Ao terem acesso ao útero, essas bactérias se alojam no endométrio em que, graças ao estímulo hormonal, encontram ambiente ideal para sua proliferação, desencadeando o processo infeccioso.

Há dois tipos de piometra: a aberta e a fechada. A aberta é mais leve e é caracterizada desta forma quando o colo do útero está aberto. Nesse caso, poderá haver secreção de líquidos. Se o colo do útero está fechado, há maior acúmulo de líquidos no interior do órgão ocasionando problemas mais graves.

Sintomas

Quando a piometra é aberta é mais fácil de identificar em decorrência da secreção vaginal. Na fechada, isso não acontece por isso é necessário ficar atento a sinais como:

  • Falta de apetite;
  • Fraqueza;
  • Dor e aumento de volume abdominal;
  • Presença de secreção vaginal (no caso da piometra aberta);
  • Febre;
  • Aumento no consumo de água,
  • Excesso de urina

Os sintomas pioram de acordo com o avanço da doença, podendo levar a cadela até mesmo a perder a consciência.

Tratamento

Por se tratar de uma infecção séria, ao suspeitar da doença, leve sua pet imediatamente ao veterinário. Provavelmente, ele realizará um ultrassom no abdômen para descartar ou confirmar o diagnóstico. Além disso, fará exames de sangue que irão indicar o quanto a infecção afetou o organismo.

A forma mais segura de tratar a piometra é por meio de intervenção cirúrgica removendo o útero e os ovários. Conforme o estado do animal, há hipótese de realizar terapia de apoio como fluidoterapia e prescrição de antibióticos e analgésicos. O pós-operatório merece atenção especial do tutor já que é necessário o uso correto da medicação, roupa e colar cirúrgico, além comparecer às consultas solicitadas pelo veterinário para que seja realizada a reavaliação da paciente.

Prevenção

A castração é a melhor maneira de prevenir a doença. Com a remoção do útero, é impossível desenvolver a doença. O procedimento diminui também o risco de diversos outros problemas ligados aos hormônios sexuais. A Clínica Espaço Animal possui um pacote promocional que inclui vacinação e castração. Clique aqui para conhecer.

Se sua cadela não é castrada, consulte o veterinário regularmente um veterinário principalmente após o período do cio para avaliar possíveis contaminações. Porém, sempre é importante lembrar que visitas periódicas a clínicas veterinárias são muito importantes para prevenir qualquer tipo de doença. Para agendar consultas na Espaço Animal, basta entrar em contato pelos telefones (51) 3473 5650 ou (51) 997442355 (WhatsApp).

Piometra em gatas

A doença é menos comum nas bichana e elas apresentam sintomas diferentes das cadelas. Faremos um post específico para abordar esse assunto e explicar porque as gatas são menos suscetíveis à piometra. Siga acompanhando nosso site e nossas redes sociais.

Doenças renais afetam 60% dos pets idosos

Estamos em março, mês que alerta para o cuidado com doenças renais em pets. É o março amarelo. Essas doenças são comuns em todas as faixas etárias. Porém, os idosos são mais suscetíveis a desenvolverem problema nos rins.

Quando completam 7 anos de idade, cães e gatos são considerados idosos. Nesta fase da vida do animal, é comum aparecerem diversas enfermidades, entre elas as doenças renais que acometem, em graus diversos, até 60% da população felina e canina. Ao se tornarem crônicos, os problemas nefrológicos não têm cura. Por isso, o diagnóstico precoce é o melhor caminho para que a qualidade de vida seja mantida.

Conheça as doenças renais caninas e felinas

Os problemas renais impedem que os rins realizem as funcionalidades fisiológicas esperadas como: evitar a perda excessiva de água, manter o equilíbrio eletrolítico, excretar compostos nitrogenados que resultam do metabolismo. Assim, o cão ou o gato tendem a apresentar sinais que vão da desidratação ao acúmulo de água. Além disso, no sangue haverá mais ureia e creatinina, substâncias que deveriam ter sido eliminadas na urina. Também há o câncer renal que pode afetar cães e gatos.

Saiba mais sobre o câncer nos rins em pets

Infecções, inflamações, presença de parasitas, traumas, intoxicações, doenças autoimunes, congênitas ou hereditárias, entre outras, são consideradas causas para as doenças renais. Há casos em que a perda da função é temporária e a doença renal é classificada como aguda. Exemplo, disfunção nefrológica motivada pela leptospirose. Ao ser diagnosticada e tratada precocemente, a chance de cura é maior. No entanto, dependendo do tempo e extensão da lesão renal aguda, pode haver maior comprometimento do órgão de maneira permanente, o que ocasiona uma enfermidade crônica.

Sinais clínicos:

Você pode suspeitar que seu pet está com algum problema no rim quando ele apresentar os seguintes sintomas:

  • Aumento da ingestão de água;
  • Alteração no volume diário de urina (para mais ou para menos);
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Diminuição do apetite e posterior emagrecimento;
  • Hálito forte;
  • Cansaço e fraqueza.

Esses sintomas, porém, podem aparecer também em outras doenças. Por isso, a consulta com um veterinário para exames de check-ups pelo menos duas vezes ao ano facilita o diagnóstico. Enfermidades renais sem tratamento, podem desencadear problemas cardíacos, no sistema digestivo, neurológico, hematopoiético (redução da produção de células vermelhas do sangue), além de alterações esqueléticas.

Raças mais afetadas pelas doenças renais

Todos os cães e gatos correm risco de apresentar doenças renais, mas algumas raças têm mais chances de ter o problema:

Em cães:

  • Beagle
  • Bull Terrier
  • Chow Chow
  • Cocker
  • Dachshund
  • Lhasa Apso
  • Maltês
  • Pastor Alemão
  • Pinscher
  • Poodle
  • Shar Pei
  • Shih Tzu
  • Schnauzer

Em gatos:

  • Abissínio
  • Azul Russo
  • Maine Coon
  • Persa
  • Siamês

Diagnóstico e tratamento

Coleta de exames de sangue, de urina e até exames de imagem são as principais maneiras de saber ou não se o pet está com uma doença renal. Quando crônica, não é possível a cura, todavia, é possível desacelerar a progressão com aplicação de soro, controle dos níveis de cálcio, fósforo, sódio, potássio, além de medicamentos e de dieta específica.

Prevenir sempre é a melhor opção

Da mesma forma que ocorre com os humanos, hábitos saudáveis são a principal maneira para a prevenção de grande parte das doenças que são comuns em cães e gatos. É esperado que animais idosos apresentem diminuição das funções renais, mas se o bicho se manter saudável durante toda a vida, é possível que isso ocorra de maneira mais lenta.

Veja o que pode ser feito:

  • Deixe sempre água limpa e fresca à disposição do animal;
  • Incentive exercícios físicos e brinque com ele sempre que possível;
  • Faça o controle de pulgas e carrapatos;
  • Mantenha a carteira de vacinação do pet em dia;
  • Ofereça dieta rica e balanceada, com rações super premium específicas para a idade e o porte do animal;
  • Leve-o a visitas regulares ao veterinário;

Dica para tutores de felinos:

Na natureza, os gatos se alimentam de caça, um alimento naturalmente mais úmido. Já em casa, a administração de rações secas aliada a uma baixa ingestão hídrica, típica dos felinos, acaba sobrecarregando ainda mais os rins. Por isso, alternativas como fontes de água podem ajudar gatos tomarem mais água.

Nefrologista na Clínica Espaço Animal

A Clínica Veterinária Espaço Animal conta com uma especialista em nefrologia entre seus profissionais. É a médica veterinária Bruna Valle. Para agendar consultas, basta entrar em contato pelos telefones (51) 3473 5650, (51) 997442355 (WhatsApp).

Fonte: Petz

Descubra qual é a raça de felinos que tem mais chance de desenvolver câncer renal

Na organização de cores mensais, este mês é conhecido como março vermelho, pois dia 12/3 é o Dia do Rim. No universo pet, a cor muda: é o amarelo, mas o alerta é o mesmo: o cuidado com as doenças renais. Entre elas, está o câncer que é mais comum em gatos siameses. Porém, felinos sem raça definida ou de outras linhagens e cães também podem ser acometidos pela doença.


Quando as neoplasias aparecem, nome técnico para o câncer, normalmente são malignas. Nos gatos, não há relatos de pesquisas científicas que as correlacionam com positivados de retroviroses como FIV e FeLV. Além disso, a castração tanto em cachorros quanto nos felinos não influencia na manifestação ou não da doença.


Os sintomas podem variar conforme o local em que câncer está localizado no órgão, sua dimensão, evolução e ocorrência de metástases. De maneira geral, os animais podem apresentar: apatia, anorexia, emagrecimento progressivo, êmese (ação de vomitar), eliminação excessiva de urina, sede exacerbada, desidratação, presença de sangue nas fezes, mucosas pálidas e congestionadas e dor abdominal.

Tratamento e prevenção


Ao detectar a associação desses sinais, é recomendado que o tutor procure um veterinário que irá solicitar uma série de exames para confirmar ou descartar o diagnóstico. O tratamento depende do grau da enfermidade. Quando não há metástase ou neoplasias primárias em outros órgãos, preconiza-se cirurgia de remoção do rim, em caso de comprometimento unilateral, terapias com uso de medicamentos orais e intravenosos, além da radioterapia.


Infelizmente não há prevenção para o câncer renal já que sua ocorrência tem relação com a genética de cada animal. O mais indicado é o acompanhamento constante do pet com visitas periódicas a clínicas veterinárias para que possa haver um possível diagnóstico. Lembrando sempre que a detecção precoce diminui a chances de casos graves, como em qualquer tipo de câncer


A Clínica Veterinária Espaço Animal conta com uma especialista em nefrologia em seu corpo clínico. É a médica veterinária Bruna Valle. Para agendar consultas, basta entrar em contato pelos telefones (51) 3473 5650, (51) 99744 2355 (WhatsApp).

Fonte: Petlove

O lugar certo para deixar seu pet neste feriadão de Carnaval

Com o feriadão de Carnaval chegando podem surgir as seguintes perguntas para quem planeja viajar: “Como vou fazer o meu cachorro/gato? Levo junto ou deixo em casa? Quem vai cuidar?” Sabemos que há muitos espaços de hospedagem pet friendly, mas os felinos não costumam gostar de viagens, já os cães costumam se adaptar melhor a novos ambientes.

Mas se você quer evitar possíveis transtornos e garantir que o seu pet seja bem cuidado, nós temos a melhor opção: o serviço de hotelaria da Clínica Veterinária Espaço Animal. Por aqui, seu bichinho é monitorado por veterinários 24 horas por dia. Assim, seu estado geral é avaliado durante todo o período em que estiver conosco. Por precaução, exigimos que o cachorro/gato esteja saudável e com as vacinas, antipulgas e carrapaticida em dia.

Dispomos de uma área específica para hospedagem de animais. A interna é climatizada com leitos para pequeno e grande porte que são higienizados constantemente. Se houver necessidade, há leitos para felinos separados dos cães. Também há um espaço externo isolado para banhos de sol e passeios. Cada hóspede é colocado neste local uma vez por turno.

Para obter mais informações, entre em contato pelo telefone (51) 3473 5650 ou (51) 99744 2355 (WhatsApp).

Prevenção de doenças e custo-benefício para o tutor: por que a castração é tão importante?

Rafaela Soppelsa

Quem não tem intenção de tirar crias do seu pet deve castrá-lo ainda filhote, ou seja, antes de completar um ano. É o que recomenda a médica veterinária Rafaela Soppelsa, que atua na Clínica Veterinária Espaço Animal.

Segundo ela, no caso das fêmeas, tanto gatas quanto cadelas, a idade adequada é entre o primeiro e o segundo cio. “Alguns estudos indicam a castração antes mesmo do primeiro cio, pensando na maior prevenção para tumores de mama. Outros preconizam após o primeiro cio para evitar outros tumores que aumentam incidência se castradas antes do primeiro cio, além de algumas doenças que afetam o sistema endócrino”, pondera. Apesar das diferentes visões, Rafaela indica que o ideal é avaliar cada caso com o auxílio de um veterinário.

No caso dos machos, também de ambas as espécies, a veterinária aconselha que a castração ocorra aos seis meses de idade, o que evita níveis altos de testosterona. A alteração hormonal afeta o temperamento do bicho favorecendo a marcação de território – com o cão levantando a perna para urinar – brigas, tumores testiculares e hiperplasia prostática (aumento do órgão). O gato não levanta a perna, mas o cheiro de sua urina é mais forte se não é castrado.


Recuperação pós operatória


Ambas espécies e sexos costumam ser liberadas no mesmo dia. A cirurgia é realizada em um turno e o pet é liberado no outro. O maior cuidado que o tutor deve ter é enquanto os pacientes estiverem com os pontos (com exceção do gato macho em que não são externos), pois o risco é de ruptura se houver exercício intenso. “É fundamental que o animal fique em repouso por 10 dias (até retirar os pontos) e que utilize roupinha cirúrgica ou colar elisabetano para não arrancá-los até sua cicatrização”, explica a médica veterinária.

Há medicações que são prescritas para casa visando ao controle da dor, além de anti-inflamatórios e antibióticos quando necessário. De acordo com Rafaela, é sempre realizado um exame de sangue prévio (conforme idade e estado geral do paciente). “Se necessário, outros exames são feitos de forma a priorizar a saúde do animal tornando o procedimento o mais seguro possível”, destaca.


Por que castrar? Qual é o custo-benefício?


Um pet que não sofre influências hormonais será um animal mais tranquilo e caseiro. Haverá menos atritos com humanos e outros bichos. Sendo assim, ele não irá fugir, brigar, contrair doenças, gerando, futuramente, maior qualidade e expectativa de vida. Sem falar nos custos para os tutores que são menores visto que enfermidades que poderão acometê-lo estarão sendo prevenidas.

Para exemplificar, Rafaela cita casos que são evitados com a castração: “um paciente que contrai uma doença sexualmente transmissível precisa ser tratado, às vezes, sendo necessário tratamento quimioterápico. Gatos que se contagiam com FIV/FeLV por brigas ou lambeduras, terão que conviver com a doença a vida toda. Animais envenenados ou atropelados precisam de atendimento de emergência e, em alguns casos, necessita de cirurgia emergencial”, enumera. Além disso, muitos desses tratamentos não impedem o óbito.

Outros problemas podem ocorrer com as fêmeas. “Elas podem não conseguir parir e necessitar de cesariana de emergência. Ainda há os tumores de mama que são altamente metastáticos com grande chance de serem fatais”, destaca Rafaela. Outro fato que pode onerar no bolso dos tutores é que cães e gatos não castrados vivem fugindo e se metendo em brigas, necessitando acompanhamento veterinário constante.

Abaixo listamos mais benefícios da castração:

Castração de fêmeas (gatas e cadelas):
– Prevenção de câncer de mama (muito comum);
– Prevenção de alterações uterinas/ovarianas (muito comum);
– Prevenção de hiperplasia mamária (aumento de volume) nas gatas;
– Evita gravidez indesejada;
– Prevenção das doenças FIV e FeLV (gatas);
– Prevenção de pseudociese (falsa gestação);
– Prevenção de fugas/brigas com cães no caso das cadelas, o que evita atropelamentos e envenenamentos;
– Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis;
– Prevenção de doenças do sistema endócrino;
– Correção de hérnias umbilicais;
– Auxilia na higiene do ambiente em que vive: não precisa usar fraldas a cada 6 meses ou manter a paciente separada até passar o sangramento.
– Prevenção da piômetra.

Castração de machos (cães e gatos)
– Castrando cedo, o cão não levanta a perna para urinar o que diminui a marcação de território;
– Diminuição o odor da urina dos gatos;
– Diminuição do territorialismo (briga entre machos na casa);
– Diminuição de fuga, prevenindo brigas, atropelamentos e envenenamentos;
– Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis;
– Prevenção das doenças FIV/FeLV (gatos);
– Prevenção de tumor de testículo;
– Prevenção de hiperplasia prostática (aumento do volume do órgão);
– Diagnóstico e tratamento de criptorquidismo;
– Prevenção de lesões traumáticas devido ao coito.


Agende o procedimento

A Clínica Veterinária Espaço Animal oferece castração de cães e gatos. O procedimento, inclusive, faz parte de um pacote de fidelização que oferece desconto para quem adquirir também o protocolo vacinal. Para saber mais, entre em contato conosco pelos telefones: (51) 3473 5650 ou (51) 99744 2355 (WhatsApp).

Quem é Denise Costa, a fundadora da ONG Amigos do Floppy?

No mês de novembro, a Clínica Veterinária Espaço Animal firmou parceria com a Organização Não-Governamental (ONG) Amigos do Floppy. Localizada em Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre, a instituição cuida de quase 370 animais há 10 anos. A iniciativa de fundar o local foi de Denise Costa que, desde criança, é apaixonada por bichos.

Denise no sítio da ONG

O amor que ela sente transborda no seu jeito de ser e agir e nós, da clínica, ficamos curiosos para saber a origem de todo esse encantamento. Além disso, queremos divulgar o trabalho realizado em nossos canais de comunicação para que mais gente se sensibilize a ajudar o espaço. Para isso, fizemos uma entrevista com a Denise. Confira abaixo:

Clínica Veterinária Espaço Animal (CVEA) | Nome completo?
Denise Costa (DC) | Denise Oliveira Costa.

CVEA | Idade?
DC | 41 anos.

CVEA | Como surgiu a iniciativa de fundar a ONG?
DC | A iniciativa surgiu ao ver tantos animais sofrendo na rua, sendo invisíveis para toda a sociedade. Isso sempre me incomodou muito desde criança.

CVEA | De onde vem a paixão por animais?
DC | A paixão por animais, em especial por cães, começou ainda na infância quando via algum bicho doente e queria levar para casa. Sempre sonhei em ter um abrigo de animais para salvá-los.

CVEA | Quantos animais há na ONG atualmente?
DC | Hoje temos, mais ou menos, 350 cães, 11 gatos, três cavalos, dois porcos e um pônei. Ao todo, 367.

CVEA | De que forma os animais chegam à ONG?
DC | Eles chegam através de ligações, pedidos de socorro e também muitos são resgatados das estradas em que passo e os encontro jogados em estado deplorável, à beira da morte. Não recolhemos animais saudáveis e que têm dono. Nosso trabalho é com animais que precisam de socorro imediato e que não possuem tutores.

Muitos animais são resgatados na beira da estrada

CVEA | Há muitas adoções ao longo do ano?
DC | Temos muitas sim, mas poderia haver mais se as pessoas não fossem tão exigentes com a aparência do bicho, seu tamanho e cor. A maioria quer pequeno, peludinho e não querem animais pretos. Então, se torna mais difícil a adoção. No entanto, há também muitos adotantes maravilhosos que enchem nossos corações de esperança por um mundo melhor para os nossos resgatados. Temos feiras de adoção duas vezes ao mês no pátio do Macromix Atacado, em Sapucaia.

CVEA | Quais são os pré-requisitos para adotar?
DC | Para adotar precisa ter mais de 18 anos, casa própria, pátio bem fechado, tela em janelas – se for apartamento, além de ter condições para dar uma vida digna e muito amor até que a morte separe o tutor do bicho. Cada adotante assina um termo se comprometendo a isso.

CVEA | A ONG conta com uma equipe de quantas pessoas para cuidar dos animais?
DC | Aqui no sítio somos cinco pessoas. Nas feiras de adoção e pedágios há mais gente que atua voluntariamente.

CVEA | Qual é a origem do nome Amigos do Floppy?
DC: Floppy foi meu primeiro cãozinho. Ele faleceu com 12 anos e esteve comigo em muitos resgates.

Ela dedica a vida aos bichos

CVEA | De onde vem os recursos para manter a ONG?
DC | Os recursos vêm do brechó, das minhas costuras, do pedágio, da casa de passagem paga (hotel para quem quiser deixar seu pet conosco) e de doações de pessoas amigas.

CVEA | De que forma as pessoas podem ajudar?
DC | As doações em dinheiro podem ser feitas através do Pix: 94965560000 (CPF), mas aceitamos outros tipos de doações como: potes, baldes, panelas velhas para servir de prato, casinhas novas ou usadas, materiais de limpeza, materiais de construção, jornais, tapetes, cobertas e papelão. Além disso, aceitamos tampinhas plásticas e latinhas que vendemos para comprar ração. Para o brechó, as pessoas podem dar eletrodomésticos, tapetes, toalhas, roupa de cama, quadros, artigos para cozinha, bijuterias, roupas e calçados femininos, masculinos e infantis. Claro, tudo precisa estar em ótimo estado para que possa ser vendido.

CVEA | Quem tiver dúvidas pode entrar em contato com a ONG de que forma?
DC | A forma mais rápida de falar comigo é por meio do WhatsApp: (51) 991415116. Não divulgamos o endereço do sítio para não que não haja abandonos nos arredores. Mas, quando a pessoa entra em contato pelo Whats, passamos a localização.

Acima o antes e o depois de um dos animais resgatados

CVEA | Por que dedicar sua vida aos animais?
DC | A minha vida se completa com eles por isso que dedico minha vida a eles. Quero muito que o trabalho que realizo tenha continuidade, entretanto, ainda não sei quem assumiria meu lugar .

Outros canais de comunicação da ONG: