22 anos da Espaço Animal: conheça a história da clínica

No dia 16 de outubro, a Clínica Espaço Animal comemora 22 anos de serviços prestados à comunidade de Esteio.

Conversamos com o fundador e proprietário da clínica, o médico veterinário Hermes Raupp, para saber como foi a fundação do empreendimento. Confira:

Hermes Raupp

De onde surgiu a ideia de fundar a clínica?

Eu trabalhava em um grande hospital veterinário que não estava efetuando os pagamentos em dia. Além desse trabalho, atuava em uma clínica que desenvolvia um serviço que não vinha ao encontro do que eu acreditava. Assim, depois de muitas sessões de terapia, aceitei o desafio de ter o meu próprio negócio, apesar de não ter nenhuma experiência com gestão, o que gerava insegurança. Na época, eu residia em Porto Alegre e a escolha por Esteio por duas razões: a primeira é porque havia uma carência profissional neste ramo na cidade, o que iria propiciar uma diferenciação num espaço-tempo mais curto e a segunda razão foi pelo fato de não ter recursos para bancar um aluguel na capital e em Esteio ser mais barato.

Como foi a fundação da clínica?

Foi na fé e na coragem. Sem pesquisa mercadológica. Só com força de vontade mesmo e acreditando em mim mesmo. Iniciamos na mesma avenida em que estamos alocado hoje, só que no número 633, onde hoje funciona um restaurante japonês. Na época, eu morava em um quarto da própria clínica e usava a mesma cozinha do empreendimento. Só havia dois fornecedores e os pedidos precisavam ser escalonados de modo que houvesse um intervalo entre os boletos, a fim de juntar pagamentos. O mesmo ocorria com os R$ 630,00 de aluguel que tinham que ser pagos até o dia 10 de cada mês. Ficamos no mesmo endereço por 11 anos, até que em 2011 mudamos para sede própria na mesma Avenida Dom Pedro só que no número 678, onde estamos até os dias atuais.

Quais são os principais desafios e alegrias nestes 22 anos?

Os desafios são inúmeros pois, embora muitas pessoas pensem que nós veterinários somos mercenários, elas não têm noção da quantidade de exigências legais e tributárias que nos são exigidas para continuarmos funcionando. Muitas dessas exigências são meras burocracias que só dificultam a manutenção do negócio. Com relação às alegrias, penso que a principal é ter sido oriundo de uma família simples e ter conquistado tudo que conquistei. Desde criança, sempre quis ser veterinário. Conseguir frequentar uma faculdade, me formar e fundar uma clínica, que era um sonho, e, hoje, após 22 anos, conseguir mantê-la aberta e bem estruturada, é uma grande alegria.

A quem agradecer ao longo dessa trajetória?

Tenho a agradecer a muitas pessoas. Primeiro à minha família que sempre me incentivou a seguir os meus sonhos. Gratidão também a todos os meus colegas e colaboradores que passaram pela clínica e que, de alguma forma, deixaram a sua contribuição e fazem parte dessa história. Além desses, agradeço a uma boa parcela da população esteiense que depositou confiança em nosso trabalho, trabalho esse que buscamos fazer da melhor forma com muita integridade e honestidade. Hoje, o maior presente é a conquista dessa credibilidade junto a muitos clientes, alguns dos quais já se tornaram amigos, transformando as consultas em encontros.

Ter pets promove a saúde mental de humanos

Setembro é conhecido como o período da conscientização contra o suicídio. A maioria dos casos de atentado à própria vida tem relação com problemas de saúde mental.

Aproveitamos o ensejo para conversar com a psicóloga Danielle Kirch para saber como os pets podem contribuir para manter os tutores mais saudáveis mentalmente. Confira!

De que forma os animais de estimação contribuem para manutenção da saúde mental dos humanos?

Os animais em sua maioria retribuem o afeto recebido com mais intensidade, animais vinculam mais rápido, uma criança tímida, ao ter um animal de estimação como parceiro pode gerar mais confiança nas relações.

O que os tutores que têm algum problema de saúde mental podem fazer com os seus animais para atenuar possíveis sintomas de adoecimento mental?

Pessoas com dificuldade em sair de casa podem efetuar pequenos passeios, pois sabem da importância disso para o animal. Pessoas com dificuldades em memória e atenção tendem a aderir estratégias comportamentais para evitar esquecer de fazer algo para seu animal de estimação. Pessoas com sintomas iniciais de burnout, podem fazer do contato com o seu bicho um momento de pausa, um momento de descanso mesmo que a pessoa não deseje parar, brincar com seu animal pode liberar endorfina e essa pessoa pode se permitir relaxar.

Os pets servem como prevenção para problemas de saúde mental também?

Sim, um exemplo de prevenção seria a rotina necessária para manter um animal, comida, água, passeios, consultas veterinárias. Realizar essas atividades é de certa maneira manter o corpo e a mente em movimento, é pensar em planejamento futuro (compra de ração, consultas veterinárias anuais). Também exercita-se a memória ao fazer um passeio no parque pode fazer outra rota, realizando novas conexões neuronais. Todas essas atividades podem ser realizadas sem o animal de estimação, mas saber que é um ser vivo, que também depende de nós, que nos retribui com tanto carinho, que não nos cobra, que não foca em falhas e sempre está ali disposto a dar e receber carinho é recompensador e realizador.

Julho: mês de combate às zoonoses

O mês de julho é todo dedicado a um olhar mais atento às Zoonoses, doenças infecciosas transmitidas entre animais e humanos. Para saber mais sobre essas enfermidades, conversamos com o Médico Veterinário da Clínica Espaço Animal, Luan Madruga. Confira abaixo:

Quais são as principais zoonoses?

Esporotricose, raiva, leptospirose, leishmaniose, giardíase toxoplasmose entre outras, sendo estas relacionadas pricipalmente a cães e gatos.

Quais seus sintomas e seus tratamentos? 

Sintomas:

Esporotricose: lesões ulceradas com presença de pus principalmente em região de focinho e membros e com difícil cicatrização.

Raiva: alterações neurológicas, como excitação, agressividade e desorientação.

Leptospirose: icterícia (cor amarelada), algia (dor) abdominal, vômitos, diarréia, prostração.

Giardíase: vômitos, diarréias, perda de apetite, desconforto abdominal.

Toxoplasmose: é geralmente assintomática em gatos. Em humanos, a infecção se dá pela ingesta de carnes mal cozidas, mas podendo também ser de contato com as fezes dos animais infectados.

Leishmaniose: perda de peso, apatia, alterações na pele e no pelo, crescimento exacerbado das unhas, lesões oculares, aumento dos linfonodos.

Tratamento: Sempre que os animais apresentarem qualquer sinal clínico procurar imediatamente um médico veterinário.

Qual é o papel do poder público no monitoramento de zoonoses?

O poder público tem o poder de orientar os meios de transmissões das zoonoses assim prevenindo ao máximo o número dos casos. Isso é importante porque há um mapeamento dos locais com maior incidência dos casos.

O que o tutor pode fazer para prevenir as zoonoses?

Para prevenção das zoonoses é sempre fundamental consultar periodicamente com um médico veterinário, bem como controle de endo (interno) e ectoparasitas (externos), manter a vacinação e promover uma saúde ambiental adequada.

Hipotermia pode levar cães e gatos à morte

Recentemente publicamos um texto aqui no site sobre os cuidados que você deve tomar com o seu pet nos dias mais frios. Vamos seguir no mesmo tema, mas falando de hiportemia, condição que pode acometer cães e gatos durante o inverno e podendo até levá-los a óbito. Confira a sequência de perguntas que foram respondidas pela Médica Veterinária da Clínica Veterinária Espaço Animal, Rafaela Soppelsa:

1. O que é hipotermia?

A temperatura média do corpo dos pets varia de 37ºC a 39ºC. Abaixo disso, já é um estado hipotérmico. É preciso agir rápido para não reduzir mais.]

2. O que fazer?

Aquecer o animal, mantê-lo protegido de chuva, umidade e serração. Procurar atendimento clínico se não apresentar melhora.

3. Quais são os sintomas?

Tremores, corpo frio, extremidades frias, prostração, postura encolhida, atitude de busca em por um local quente.

4. A hipotermia pode levar à morte?

Sim.

5. Por quê?

A hipotermia reduz o fluxo sanguíneo. Assim o coração começa a bater mais devagar. O sangue sai das extremidades e se concentra nos órgãos vitais. A pressão baixa, o que desencadeia lesão nos órgãos alvo até que eles entrem em falência.

Plantão 24 horas

A Clínica Veterinária Espaço Animal oferece atendimento 24 horas por dia, nos 7 dias da semana. Diante de dúvidas, contate (51) 3473 5650 ou (51) 99744 2355 (WhatsApp).

Descubra qual é a raça de felinos que tem mais chance de desenvolver câncer renal

Na organização de cores mensais, este mês é conhecido como março vermelho, pois dia 12/3 é o Dia do Rim. No universo pet, a cor muda: é o amarelo, mas o alerta é o mesmo: o cuidado com as doenças renais. Entre elas, está o câncer que é mais comum em gatos siameses. Porém, felinos sem raça definida ou de outras linhagens e cães também podem ser acometidos pela doença.


Quando as neoplasias aparecem, nome técnico para o câncer, normalmente são malignas. Nos gatos, não há relatos de pesquisas científicas que as correlacionam com positivados de retroviroses como FIV e FeLV. Além disso, a castração tanto em cachorros quanto nos felinos não influencia na manifestação ou não da doença.


Os sintomas podem variar conforme o local em que câncer está localizado no órgão, sua dimensão, evolução e ocorrência de metástases. De maneira geral, os animais podem apresentar: apatia, anorexia, emagrecimento progressivo, êmese (ação de vomitar), eliminação excessiva de urina, sede exacerbada, desidratação, presença de sangue nas fezes, mucosas pálidas e congestionadas e dor abdominal.

Tratamento e prevenção


Ao detectar a associação desses sinais, é recomendado que o tutor procure um veterinário que irá solicitar uma série de exames para confirmar ou descartar o diagnóstico. O tratamento depende do grau da enfermidade. Quando não há metástase ou neoplasias primárias em outros órgãos, preconiza-se cirurgia de remoção do rim, em caso de comprometimento unilateral, terapias com uso de medicamentos orais e intravenosos, além da radioterapia.


Infelizmente não há prevenção para o câncer renal já que sua ocorrência tem relação com a genética de cada animal. O mais indicado é o acompanhamento constante do pet com visitas periódicas a clínicas veterinárias para que possa haver um possível diagnóstico. Lembrando sempre que a detecção precoce diminui a chances de casos graves, como em qualquer tipo de câncer


A Clínica Veterinária Espaço Animal conta com uma especialista em nefrologia em seu corpo clínico. É a médica veterinária Bruna Valle. Para agendar consultas, basta entrar em contato pelos telefones (51) 3473 5650, (51) 99744 2355 (WhatsApp).

Fonte: Petlove

O lugar certo para deixar seu pet neste feriadão de Carnaval

Com o feriadão de Carnaval chegando podem surgir as seguintes perguntas para quem planeja viajar: “Como vou fazer o meu cachorro/gato? Levo junto ou deixo em casa? Quem vai cuidar?” Sabemos que há muitos espaços de hospedagem pet friendly, mas os felinos não costumam gostar de viagens, já os cães costumam se adaptar melhor a novos ambientes.

Mas se você quer evitar possíveis transtornos e garantir que o seu pet seja bem cuidado, nós temos a melhor opção: o serviço de hotelaria da Clínica Veterinária Espaço Animal. Por aqui, seu bichinho é monitorado por veterinários 24 horas por dia. Assim, seu estado geral é avaliado durante todo o período em que estiver conosco. Por precaução, exigimos que o cachorro/gato esteja saudável e com as vacinas, antipulgas e carrapaticida em dia.

Dispomos de uma área específica para hospedagem de animais. A interna é climatizada com leitos para pequeno e grande porte que são higienizados constantemente. Se houver necessidade, há leitos para felinos separados dos cães. Também há um espaço externo isolado para banhos de sol e passeios. Cada hóspede é colocado neste local uma vez por turno.

Para obter mais informações, entre em contato pelo telefone (51) 3473 5650 ou (51) 99744 2355 (WhatsApp).

Prevenção de doenças e custo-benefício para o tutor: por que a castração é tão importante?

Rafaela Soppelsa

Quem não tem intenção de tirar crias do seu pet deve castrá-lo ainda filhote, ou seja, antes de completar um ano. É o que recomenda a médica veterinária Rafaela Soppelsa, que atua na Clínica Veterinária Espaço Animal.

Segundo ela, no caso das fêmeas, tanto gatas quanto cadelas, a idade adequada é entre o primeiro e o segundo cio. “Alguns estudos indicam a castração antes mesmo do primeiro cio, pensando na maior prevenção para tumores de mama. Outros preconizam após o primeiro cio para evitar outros tumores que aumentam incidência se castradas antes do primeiro cio, além de algumas doenças que afetam o sistema endócrino”, pondera. Apesar das diferentes visões, Rafaela indica que o ideal é avaliar cada caso com o auxílio de um veterinário.

No caso dos machos, também de ambas as espécies, a veterinária aconselha que a castração ocorra aos seis meses de idade, o que evita níveis altos de testosterona. A alteração hormonal afeta o temperamento do bicho favorecendo a marcação de território – com o cão levantando a perna para urinar – brigas, tumores testiculares e hiperplasia prostática (aumento do órgão). O gato não levanta a perna, mas o cheiro de sua urina é mais forte se não é castrado.


Recuperação pós operatória


Ambas espécies e sexos costumam ser liberadas no mesmo dia. A cirurgia é realizada em um turno e o pet é liberado no outro. O maior cuidado que o tutor deve ter é enquanto os pacientes estiverem com os pontos (com exceção do gato macho em que não são externos), pois o risco é de ruptura se houver exercício intenso. “É fundamental que o animal fique em repouso por 10 dias (até retirar os pontos) e que utilize roupinha cirúrgica ou colar elisabetano para não arrancá-los até sua cicatrização”, explica a médica veterinária.

Há medicações que são prescritas para casa visando ao controle da dor, além de anti-inflamatórios e antibióticos quando necessário. De acordo com Rafaela, é sempre realizado um exame de sangue prévio (conforme idade e estado geral do paciente). “Se necessário, outros exames são feitos de forma a priorizar a saúde do animal tornando o procedimento o mais seguro possível”, destaca.


Por que castrar? Qual é o custo-benefício?


Um pet que não sofre influências hormonais será um animal mais tranquilo e caseiro. Haverá menos atritos com humanos e outros bichos. Sendo assim, ele não irá fugir, brigar, contrair doenças, gerando, futuramente, maior qualidade e expectativa de vida. Sem falar nos custos para os tutores que são menores visto que enfermidades que poderão acometê-lo estarão sendo prevenidas.

Para exemplificar, Rafaela cita casos que são evitados com a castração: “um paciente que contrai uma doença sexualmente transmissível precisa ser tratado, às vezes, sendo necessário tratamento quimioterápico. Gatos que se contagiam com FIV/FeLV por brigas ou lambeduras, terão que conviver com a doença a vida toda. Animais envenenados ou atropelados precisam de atendimento de emergência e, em alguns casos, necessita de cirurgia emergencial”, enumera. Além disso, muitos desses tratamentos não impedem o óbito.

Outros problemas podem ocorrer com as fêmeas. “Elas podem não conseguir parir e necessitar de cesariana de emergência. Ainda há os tumores de mama que são altamente metastáticos com grande chance de serem fatais”, destaca Rafaela. Outro fato que pode onerar no bolso dos tutores é que cães e gatos não castrados vivem fugindo e se metendo em brigas, necessitando acompanhamento veterinário constante.

Abaixo listamos mais benefícios da castração:

Castração de fêmeas (gatas e cadelas):
– Prevenção de câncer de mama (muito comum);
– Prevenção de alterações uterinas/ovarianas (muito comum);
– Prevenção de hiperplasia mamária (aumento de volume) nas gatas;
– Evita gravidez indesejada;
– Prevenção das doenças FIV e FeLV (gatas);
– Prevenção de pseudociese (falsa gestação);
– Prevenção de fugas/brigas com cães no caso das cadelas, o que evita atropelamentos e envenenamentos;
– Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis;
– Prevenção de doenças do sistema endócrino;
– Correção de hérnias umbilicais;
– Auxilia na higiene do ambiente em que vive: não precisa usar fraldas a cada 6 meses ou manter a paciente separada até passar o sangramento.
– Prevenção da piômetra.

Castração de machos (cães e gatos)
– Castrando cedo, o cão não levanta a perna para urinar o que diminui a marcação de território;
– Diminuição o odor da urina dos gatos;
– Diminuição do territorialismo (briga entre machos na casa);
– Diminuição de fuga, prevenindo brigas, atropelamentos e envenenamentos;
– Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis;
– Prevenção das doenças FIV/FeLV (gatos);
– Prevenção de tumor de testículo;
– Prevenção de hiperplasia prostática (aumento do volume do órgão);
– Diagnóstico e tratamento de criptorquidismo;
– Prevenção de lesões traumáticas devido ao coito.


Agende o procedimento

A Clínica Veterinária Espaço Animal oferece castração de cães e gatos. O procedimento, inclusive, faz parte de um pacote de fidelização que oferece desconto para quem adquirir também o protocolo vacinal. Para saber mais, entre em contato conosco pelos telefones: (51) 3473 5650 ou (51) 99744 2355 (WhatsApp).

Saiba mais sobre o nosso pacote de fidelização

Que tal realizar procedimentos que vão prevenir que uma série de doenças acometam o seu pet? Essa é a proposta do pacote de fidelização da Clínica Veterinária Espaço Animal. Quem adquire o esquema completo vacinal para cães (clique aqui para saber o que contempla esse esquema) ganha 20% de desconto no pagamento. Realizado o protocolo de vacinas, o tutor que desejar realizar a castração do seu bichinho também terá 20% de abatimento no valor da castração. 

No caso dos gatos, a pessoa que fizer a quíntupla felina (clique aqui para conhecer essa vacina) também terá 20% de desconto no teste FIV e FeLV. Assim como com os cachorros, com todas as imunizações feitas em nossa clínica, há redução de 20% no preço da castração.

Para o médico veterinário, Hermes Raupp, a realização de toda a assistência de saúde do pet no mesmo local facilita se houver alguma doença mais grave. “Independentemente que não seja o mesmo veterinário que venha a atender, a clínica tem todo o cadastro do que o pet fez desde filhote. Todas as informações pertinentes à vida dele estão reunidas. Dessa forma, é possível fazer um acompanhamento mais adequado”, ressalta Hermes que também é proprietário da Clínica Espaço Animal.

Pagamento

A única exigência para compra do pacote de fidelização é que o pagamento seja antecipado. O valor pode ser pago em cartão de crédito ou débito.

Saiba quais vacinas o seu pet deve tomar anualmente

Em tempos em que o assunto é a importância das vacinas para os humanos, principalmente no combate à pandemia da Covid-19, vale lembrar que os imunizantes são fundamentais também para proteger cães e gatos de diversas doenças virais e bacterianas.

O protocolo vacinal varia de acordo com a espécie. Ou seja, cachorros tomam vacinas diferentes dos felinos. Além disso, a idade do pet influencia na quantidade de doses. Veja abaixo:

Cães

Filhotes: devem ser aplicadas nos filhotes entre os 45 e 60 dias de vida. Há dois protocolos disponíveis: o básico e o completo. O mais simples contempla a aplicação de três doses do imunizante polivalente que previne contra as seguintes doenças: cinomose; hepatite infecciosa canina; adenovirose tipo 2; parainfluenza canina; parvovirose canina; coronavírus canino; leptospirose, além da antirrábica que deve ser feita quando o pet tiver 4 ou 5 meses. A imunização mais abrangente engloba as vacinas citadas acima mais duas doses contra a giardíase, doença que ataca o sistema digestivo, e outras duas doses contra a traqueobronquite infecciosa canina, conhecida como a tosse dos cães.

Adultos: devem tomar uma dose de cada uma dessas vacinas anualmente. Também há os mesmos dois protocolos disponíveis.

Gatos

Filhotes: a partir dos dois meses de idade, o animal deve tomar pelo menos a quádrupla felina que protege contra as seguintes doenças: a panleucopenia, doença grave que se dissemina rapidamente pela corrente sanguínea sendo letal na maioria dos casos; a rinotraqueíte e calicivirose, que afetam o sistema respiratório; a clamidiose, doença que causa danos oftalmológicos e no sistema reprodutivo. O ideal é que seja aplicada a vacina conhecida como quíntupla que, além de prevenir as enfermidades citadas acima, também atua contra a felv, a leucemia felina que causa linfomas. Também há a antirrábica que deve ser aplicada a partir dos 120 dias de vida.

Adultos: devem tomar uma dose de cada uma dessas vacinas anualmente.

Orientações

Caso você adote um animal e desconheça o histórico de imunização dele, o médico veterinário e proprietário da Clínica Veterinária Espaço Animal, Hermes Raupp, recomenda realizar as vacinas como se o bicho fosse filhote. Outra indicação é guardar bem a carteira de vacinação do seu pet para saber a data de realização da vacina no ano seguinte. Segundo ele, é fundamental que os tutores mantenham o esquema vacinal dos seus pets em dia. “É um investimento que protege de doenças graves que podem ser fatais. Além disso, quando o bicho contrai alguma enfermidade o valor que se gasta com o tratamento sempre é maior do que o custo dos imunizantes”, explica.

Tanto em cachorros quanto em gatos, a imunização só ocorre 21 dias após a última aplicação da vacina. Em ambas espécies, o tutor deve observar se o animal está saudável para receber as doses. É indicado que o pet não esteja apresentando sintomas como tosse ou diarreia e esteja comendo, urinando e defecando normalmente. Além disso, não pode estar utilizando antibióticos ou anti-inflamatórios, pois o uso de medicamentos afeta a resposta imunológica das vacinas.

Todas as vacinas citadas aqui são aplicadas em nossa clínica. Mais informações podem ser obtidas por meio do WhatApp: (51) 99744 2355.

Crédito da imagem: Portal Vets

Vídeo: Conheça o fenômeno comum no verão que pode ser fatal para o seu pet

Estamos na estação mais quente do ano e com ela há dias em que parece que será impossível suportar o calor. Os pets também sofrem no verão e é preciso muito cuidado para não submetê-los a atividades em que as temperaturas estão muito elevadas. Aspecto que pode levar a um fenômeno chamado intermação que, dependendo do caso, pode até ser fatal.

Para explicar o que fazer se o seu cão ou gato tiverem intermação, conversamos com médico veterinário e proprietário da Clínica Espaço Animal, Hermes Raupp. Confira no vídeo abaixo: