3 maneiras de saber que seu gato está feliz

Gatos são conhecidos, popularmente, como animais que não demonstram muito afeto pelos tutores. Mas essa não é uma verdade absoluta. Talvez os bichanos prefiram mesmo ficar mais ‘na deles’. Você sabia que existem algumas formas de perceber se eles estão felizes?

Apesar de sabermos que cada animal tem estímulos favoritos, conforme as próprias características de personalidade e o estilo de vida, é possível ler os sinais comportamentais dos gatos o que pode lhe ajudar a manter uma boa convivência e ainda proporcionar melhor qualidade de vida a eles e para ajudar a identificar os momentos de felicidade do seu pet, separamos algumas dicas:

Hábitos saudáveis

Um gato feliz costuma se alimentar bem, fazer necessidades fisiológicas regularmente nos locais adequados e ter longos períodos de sono. Além disso, se seu gato é muito ativo, você pode comemorar. O fato deles arranharem e pularem sobre os objetos são indicativos da alegria que estão sentindo.

Expressões corporais

Sabe aquela frase popular ‘o corpo fala’? Isso vale para humanos e para os animais. No caso dos gatos, por exemplo, rabo para cima indica confiança e alegria. Além disso, quando o bichano está feliz, costuma deitar de barriga para cima e manter os pelos e orelhas abaixadas. Também é importante que você lembre: gatos não falam, mas ronronam. E emitir esse som é uma forma de comunicar que estão em um momento feliz.

Interações com os tutores

Se você já ouviu que gato é um animal frio, está na hora de deixar essa ideia no passado. A felicidade deles também é demonstrada por atos de interação com o tutor. Sabe aquele momento que o seu felino se esfrega em você ou nos móveis, dá leves cabeçadas ou esfrega o nariz? Com certeza ele quer te dizer que está tudo bem.

Como proporcionar momentos felizes para o seu gato?

Tão importante quanto saber identificar se o felino se sente feliz é encontrar estratégias para estimular esse sentimento nele. Por isso, separamos algumas orientações para você:

  • Respeite os horários de comida;
  • Ofereça esconderijos, túneis e arranhadores pela residência para que ele possa gastar energia brincando.
  • Entretenimento de qualidade é muito importante;
  • Ofereça as famosas gratificações;
  • Separe momentos do seu dia para interagir com o felino e dar atenção a ele;
  • Se tiver mais de um animal de estimação, estimule a interação saudável entre eles;
  • Aproveite os momentos livres para bajulá-los. Eles adoram e demonstrações de afeto são necessários para vocês manterem o vínculo.

Clínica Veterinária Espaço Animal começa a atender em horário novo

Já estão em vigor os novos horários de atendimento da Clínica Veterinária Espaço Animal. Desde o início de dezembro, estamos atendendo de segunda a sexta-feira das 8h às 12h e das 13h às 19h30. Já nos sábados você pode nos visitar das 13h às 16h.

Mantenha a saúde do seu pet em dia e agende seu horário! Estamos localizados na rua Dom Pedro, 678, no Centro de Esteio.

Raiva: a doença que pode contagiar humanos e animais

Neste dia 28 de setembro é o Dia Mundial de Combate à Raiva. Para marcar a data, compartilhamos um conteúdo produzido pelo Blog do Pet Anjo sobre a doença. Confira!

A doença da raiva é extremamente perigosa e infecciosa. Ela é causada por um vírus que compromete o sistema Nervoso Central (SNC), e pode atingir todas as espécies de mamíferos, incluindo os seres humanos.

Além disso, a doença possui a letalidade de aproximadamente 100%. É uma zoonose, ou seja, passa dos animais ao homem e vice-versa.

O que causa a raiva?

A raiva é uma doença infecciosa grave causada por um vírus do gênero Lyssavirus, da família Rabhdoviridae. Portanto, trata-se de uma enfermidade viral.

Após a transmissão do vírus, ele ficará inativo por um período de tempo, que varia de acordo com a espécie e como é transmitido.

Formas de transmissão da raiva: seres humanos

Em 95% dos casos humanos ocorre por mordedura de cachorros infectados. Ou seja, a saliva contaminada com o vírus que é introduzida no corpo da pessoa. A raiva também pode ser transmitida se houver contato direto da saliva do animal com os olhos, mucosas ou feridas, bem como lambeduras ou arranhões de animais doentes.

Outra maneira de contaminação aos humanos é a arranhadura por unha de gato. Uma vez que ele tem o hábito de se lamber, e suas unhas podem estar infectadas com o vírus.

Formas de transmissão da raiva: cães e gatos

Os principais transmissores para os cães e gatos são os animais silvestres, como morcegos, gambás e macacos, que contaminam cachorros, gatos e humanos de forma acidental.

Com isso, o contágio ocorre por meio da troca de secreções, contato sanguíneo ou mordida. E, o vírus se multiplica e atinge o sistema nervoso, alcançando, em seguida, outros órgãos e glândulas salivares, onde se replica, e, em poucos dias, o animal vai a óbito.

Sintomas da raiva canina

Em sua fase inicial, os animais apresentam mudanças de comportamento, escondem-se em locais escuros ou mostram uma agitação inusitada.

Após 1 a 3 dias, ficam acentuados os sintomas de excitação. O cão se torna agressivo, com tendência a morder objetos, outros animais, e inclusive o seu tutor, e morde-se a si mesmo. Muitas vezes provocando graves ferimentos.

A salivação torna-se abundante, uma vez que o animal é incapaz de deglutir sua saliva, em virtude da paralisia dos músculos da deglutição. Além disso há alteração do seu latido, que se torna rouco ou bitonal, em virtude da paralisia parcial das cordas vocais.

Os cães infectados pelo vírus rábico têm propensão de abandonar suas casas e percorrer grandes distâncias, durante a qual podem atacar outros animais, disseminando, desta maneira, a raiva.

Sintomas de raiva em gatos

Na maioria das vezes a sintomatologia é semelhante à raiva canina. Por isso, uma das primeiras mudanças é no comportamento do gato. Essa alteração comportamento pode acontecer dentro de uma semana ou até meses após a exposição ao vírus.

Contudo, quando o vírus se multiplica e se espalha pelo corpo do gato, as mudanças são nítidas, e os primeiros sintomas são: febre, vômitos, salivação e cansaço extremo.

Conforme a doença avança de estágio é possível observar uma agitação extrema, que pode levar a crises convulsivas e até mesmo paralisia.

Medidas de prevenção

A principal e mais eficiente medida preventiva para a doença da raiva é sem dúvidas a vacinação.

Dito isso, é importante que os tutores tenham em mente que a doença da raiva é considerada incurável aos animais, por isso, é essencial a prevenção por meio de vacinação canina e vacinação felina, ambas com sua periodicidade anual.

A vacina antirrábica é muito importante pois imuniza os cães e gatos contra doença. Deste modo, eles não são infectados pela raiva e não disseminam o vírus.

No entanto, existem outros cuidados essenciais que os tutores devem ter com os seus animais de estimação e com si próprio, confira a seguir:

  • Passeios sempre com guia;
  • Não “provocar” cães ou mexer quando está dormindo ou comendo;
  • Não separar brigas com o corpo (opte por água, gritos, sons, jogar pano/roupa).

Fui mordido por um cachorro, e agora?

  • Lave imediatamente o ferimento com água e sabão;
  • Procure com urgência o Serviço de Saúde mais próximo;
  • Nunca interrompa o tratamento preventivo sem ordens médicas.

Contudo, é importante ressaltar que mobilização mundial de combate à raiva estabeleceu o ano de 2030 como meta para o fim das mortes causadas pela doença. No entanto, isso só acontecerá com a periodicidade da vacina sendo totalmente respeitada.

Dicas para aumentar a expectativa de vida do seu cachorro

No dia 26 de agosto, comemora-se o Dia Mundial do Cão. Para celebrar a data, a Médica Veterinária da Espaço Animal, Márcia Rambo, preparou um conteúdo sobre como aumentar a expectativa de vida do seu cachorro, para você comemorar essa data por muitos e muitos anos. Confira abaixo!

“A partir dos 7 anos de vida, o cão já é considerado idoso. Nesta fase, já começa uma série de cuidados. O ideal é fazer checkups anuais com, pelo menos, exames de sangue, uma ecografia do abdômen e um eletrocardiograma.

Sabemos que na prática, às vezes isso nem sempre é possível. Então, em contrapartida, a gente deve manter uma alimentação bem balanceada para eles, com ração de excelente qualidade, manter a atividade física, apesar de que eles começam a se movimentar menos quando chegam na fase idosa e, principalmente, entender as necessidades do cão idoso.

Hoje em dia, com o advento de novas tecnologias, da ciência, a gente consegue aumentar a expectativa de vida dos cães. Porém, a gente nota a ocorrência de bem mais doenças que antigamente não se via ou não se tinha diagnóstico. Por isso, sempre é importante a prevenção na saúde.

Ao pegar o filhote, o tutor já deve saber que ele vai ter uma expectativa de vida de 10 a 15 anos e sempre zelar, repito, pela prevenção da saúde, com alimentação balanceada, exercícios e, quando chegar na fase idosa, a pessoa vai ter um animal com uma saúde melhor.”

Escrito por Márcia Rambo, Médica Veterinária da Espaço Animal

Publicado por Emilin Grings Silva no dia 24/8/2023.

Esporotricose tem cura?

Micose cutânea caracterizada por lesões ulceradas que não cicatrizam, a Esporotricose é uma doença causada pelo fungo sporotrix que atinge gatos e humanos. Ou seja, é uma zoonose.

Nos felinos, as úlceras costumam aparecer no focinho e nos membros. É uma enfermidade contagiosa transmitida através do contato com as lesões do animal infectado por meio de arranhaduras ou mordidas.

Segundo o Médico Veterinário da Clínica Espaço Animal, Luan Madruga, o mal tem cura através de medicação, mas é preciso que o tutor procure atendimento veterinário assim que houver suspeita, pois o tratamento é longo e difícil. E aconselha: “O melhor de tudo é prevenir. Isso pode ser feito quando evitamos que que o gato tenha contato com outros gatos fora do ambiente dele.”

Publicado por Emilin Grings Silva em 28/7/2023

Perguntas a se fazer antes de ter um pet

Adotar ou comprar um pet é uma responsabilidade e tanto. Cães e gatos precisam e merecem diversos cuidados que garantem a sua saúde e bem-estar. Conversamos com os Médicos Veterinários, Hermes Raupp e Márcia Rambo que indicam abaixo quais os questionamentos você deve se fazer antes de ter um mascote. Confira!

Antes de ter um cão, pergunte-se:

  • Para qual finalidade você quer esse pet? Guarda, companhia…?
  • Você tem espaço para abrigar o cachorro? Será criado em casa ou em apartamento?
  • Se for um animal de pelo longo, é necessário escová-lo ao menos duas vezes na semana e dar banho frequentemente. Você está disposto a isso?
  • Você vai ter tempo para dedicar a esse bichinho, principalmente para ensinar as regras de boa convivência?
  • Se optar por animais de grande porte, diante de qualquer problema de saúde, qualquer procedimento tem um custo maior. Você está disposto a custear tratamentos mais caros?

Antes de ter um gato, reflita:

  • A primeira coisa a se perguntar, é por que quero adotar um gato?
  • Depois, analisar se tens tempo para cuidar de um bichinho.
  • Importante pensar nos custos que terás com o gatinho, pensar a curto, médio e longo prazo.
    Algumas pessoas acham que ter um gato é mais fácil e demanda menos tempo do que ter
    um cão. Porém, apesar de ser mais independente em relação ao cachorro, o gato também
    precisa de atenção do tutor.
  • Antes de qualquer coisa, ao adotar ou adquirir um gato ele deve ser testado para FIV e FELV, que são doenças exclusivas deles e que, infelizmente, são fatais.
  • Lembrar que terá custo com primovacinação e vacinação anual até o fim da vida do bichano, além de vermifugações, prevenção de pulgas, ração de boa qualidade e adequada para cada fase da vida.
  • Pensar também em castração, no período do cio, eles são bastante barulhentos.
  • Se morar em apartamento, as janelas e sacadas devem ser teladas. Se for em casa, o ideal, também seria um lar telado, para que o gato não tenha acesso à rua e que gatos errantes não invadam o espaço.
  • É necessário manter a caixa de areia limpa, se tiver mais de um gatinho é preciso mais de uma caixa de areia, assim como os potes de água e ração. Alguns gatos gostam de água corrente, como fontes de água, ou direto de uma torneira.
  • Tirar um tempo diário para brincar com o bichano, eles são muito brincalhões e cheios de energia, principalmente à noite.
  • Quando for um gato de pelagem longa é necessário escovação e, eventualmente, tosas com profissionais especializados.

Publicado por Emilin Grings Silva em 8/7/2023.

O inverno chegou! Confira dicas para proteger seu pet do frio

As temperaturas baixas afetam a rotina de todo mundo, inclusive dos pets. Conversamos com o Médico Veterinário e Proprietário da Clínica Espaço Animal, Hermes Raupp, para saber quais sãos os cuidados que os tutores devem tomar para promover o bem-estar dos bichinhos ao longo do inverno.

Roupas devem ser usadas?

Roupas podem ser usadas desde que seja em animal de pelo curto ou o animal esteja tosado. Colocar roupa em pet de pelo longo há o risco de criar nós no pelo. Há vezes em que é preciso raspar o bichinho porque não é possível desmanchar os nós.

É necessário mudar a rotina de banhos?

A rotina de banhos não precisa ser alterada. Mas é fundamental cuidar para que o bichinho não fique exposto a correntes de ar durante e após o banho.

Que cuidados tomar com ar condicionado e estufas?

Com relação a estufas e ao ar condicionado funciona como com os humanos. Não há problema desde que o pet não saia do quente para o frio, bruscamente, ou vice e versa. Essa mudança brusca pode ocasionar problemas respiratórios. Com o ar condicionado, se o animal dorme trancado, pode ressecar as vias aéreas causando tosse e irritação na garganta.

Quais são os pets mais sensíveis ao frio?

Os animais muito jovens ou mais idosos são muito sensíveis ao frio. Nas noites muito frias é preciso tomar cuidados adicionais. Se é um bicho velhinho que dorme na rua deve-se colocá-lo dentro de casa e preparar uma cama com coberta para que se esquente. Os pets de pelo curto também sentem o inverno ao contrário dos de pelo longo que possuem uma proteção adicional. Cães, como o pastor alemão que possuem pelo e subpelo, são mais protegidos.

Quanto aos passeios, o que é recomendado?

Com relação aos horários de passeio, é preciso realizar em momentos de temperatura mais amena como entre 9h e 10h e, à tarde, das 16h às 17h.

Texto de Emilin Grings, publicado no dia 20/6/2023.

Junho é mês de prevenção das doenças oculares

Assim como os humanos, os pets também podem ser acometidos por enfermidades nos olhos. As mais comuns são catarata, ceratoconjuntivite seca, em cães, e a conjuntivite por herpes e clamidia, em gatos. É o que afirma a Médica Veterinária Oftalmologista da Clínica Espaço Animal, Lídia Clerot.

“Nos felinos, a testagem e a vacinação contra a FIV e a FELV protege contra doenças oculares. Outra forma de prevenir, tanto nos bichanos quanto nos cães, é visitando regularmente o veterinário para exame clínico”, explica Lídia.

Raças mais propensas

Há raças que correm mais riscos de desenvolverem esse tipo de doença. Entre os cães, são: Pug, Shihtzu, Yorkshire e Buldog. Já entre os gatos, os persas são mais suscetíveis.

5 atitudes dos tutores que deixam os gatos tristes

Apesar de os gatos terem uma imagem de animais frios, insensíveis e quietos, quem tem um gatinho em casa sabe que essa reputação não é tão verdadeira como dizem! Mesmo independentes, os bichanos adoram um carinho. São manhosos e dengosos, gostam de atenção. Mas você sabe quais atitudes dos humanos podem deixar os felinos tristes?

Entenda agora hábitos que podem deixar seu pet chateado.

Antes de tudo, é imprescindível compreender que possuir um animal de estimação requer responsabilidades inegociáveis e, ao adotar um gatinho – principalmente –, o tutor precisa estar disposto a alimentá-lo, dar carinho, brincar e cuidar da sua higiene. Quando os gatos têm um rompimento brusco da sua rotina ou algo que lhe desagrada, costumam sofrer alterações em seu humor.

O dengo do seu dono e um momento de atenção são atitudes que fazem o felino ronronar de prazer e felicidade! Mas fique atento caso esse ronronar sumir, possivelmente tem algo estranho aí! Por isso, listamos 5 hábitos que podem significar que seu gatinho está chateado:

1. Deixar a caixa de areia suja

Os gatos são animais extremamente higiênicos. Para eles, fazer suas necessidades em locais sujos são desagradáveis. Por isso, é importante limpar com frequência sua caixa de areia. Afinal, ninguém gosta de estar num ambiente anti-higiênico.

2. Fazer barulho

A audição do bichano é milhões de vezes mais sensível do que a dos humanos. Por isso, pequenos barulhos para nós podem ser enormes para eles. Além disso, eles podem entender esses sons altos como ameaças, o que gera um “estresse acústico”.

3. Não trocar a comida diariamente

As rações são secas e crocantes. Porém, quando a troca da ração não é feita, ela absorve a umidade do ar e amolece, isso faz com que os felinos rejeitem o alimento por instinto animal, justamente porque suas presas são frescas.

4. Provocar o bichano

Algumas brincadeiras, na verdade, não são nem um pouco divertidas para os gatinhos. Puxar o rabo, bagunçar o pelo ou arrastar o gato pelo chão não são entretenimento e faz com que se sintam agoniados.

5. Ausência do seu dono

A maioria das pessoas acham que os gatos não gostam de atenção e, por isso, sempre estão bem quando se encontram sós. Mas, a verdade é que eles precisam de atenção, mesmo que sejam considerados animais independentes. Eles retribuem o carinho da sua própria maneira.

Fonte: Site Escola Educação

Publicado no dia 27/5/2023

Frutas e verduras: gatos podem comer?

Os gatos são animais que, na natureza, sempre se alimentaram exclusivamente de carnes, sem frutas, sem vegetais e sem legumes. Considerados como carnívoros estritos, seus sabores prediletos de ração são frango, salmão, carne e outros tipos de proteína animal. Fontes proteicas podem ser oferecidas como petisco, carnes cozidas sem tempero: frango, fígado, boi, peixe, atum ao natural, sardinha e ovos cozidos.

Frutas e verduras, quando apreciadas, podem ser fornecidas como forma de petisco, mas não como alimento completo. As frutas mais comumente aceitas são: maçã, melão, melancia, pera e banana. As frutas precisam ter bastante água, não podem ser muitos doces e, de preferência, devem ser refrescantes, oferecidas em pequenos pedacinhos, sem semente ou casca. Mas há as frutas proibidas que são: uva, uva-passa, limão, laranja, kiwi, abacaxi e abacate.

Já os Vegetais comumente mais aceitos são: cenoura, brócolis, abóbora, beterraba, couve, batata-doce, ervilha.

Texto escrito pela Veterinária especialista em felinos, Elissandra da Silveira