Hipotermia pode levar cães e gatos à morte

Recentemente publicamos um texto aqui no site sobre os cuidados que você deve tomar com o seu pet nos dias mais frios. Vamos seguir no mesmo tema, mas falando de hiportemia, condição que pode acometer cães e gatos durante o inverno e podendo até levá-los a óbito. Confira a sequência de perguntas que foram respondidas pela Médica Veterinária da Clínica Veterinária Espaço Animal, Rafaela Soppelsa:

1. O que é hipotermia?

A temperatura média do corpo dos pets varia de 37ºC a 39ºC. Abaixo disso, já é um estado hipotérmico. É preciso agir rápido para não reduzir mais.]

2. O que fazer?

Aquecer o animal, mantê-lo protegido de chuva, umidade e serração. Procurar atendimento clínico se não apresentar melhora.

3. Quais são os sintomas?

Tremores, corpo frio, extremidades frias, prostração, postura encolhida, atitude de busca em por um local quente.

4. A hipotermia pode levar à morte?

Sim.

5. Por quê?

A hipotermia reduz o fluxo sanguíneo. Assim o coração começa a bater mais devagar. O sangue sai das extremidades e se concentra nos órgãos vitais. A pressão baixa, o que desencadeia lesão nos órgãos alvo até que eles entrem em falência.

Plantão 24 horas

A Clínica Veterinária Espaço Animal oferece atendimento 24 horas por dia, nos 7 dias da semana. Diante de dúvidas, contate (51) 3473 5650 ou (51) 99744 2355 (WhatsApp).

Saiba como aquecer seu pet em dias frios

mbora em 2022 já tenhamos experimentado um pouco do inverno ainda no outono, a estação mais fria do ano começou oficialmente hoje, 21/6. Ele chegou e com isso os dias gelados tendem a ser mais frequentes. Nossos pets também sentem frio e por isso, devemos tomar alguns cuidados para mantê-los aquecidos principalmente nos dias em que as temperaturas estão mais baixas.

A sensação térmica de cães e gatos depende da pelagem do bicho, seu porte e o local em que vivem. Pets com pelagem curta tendem a ser mais sensíveis. Segundo a Médica Veterinária da Clínica Espaço Animal, Rafaela Soppelsa, animais de pelo curto necessitam de um cuidado maior, pois eles não possuem um equilíbrio térmico que pets de pelagem longa possuem já que o pelo serve de isolante térmico. Bichos de porte pequeno também são mais sensíveis.

Além disso, Rafaela explica sobre o local em que o pet habita. “Animais que vivem em ambientes fechados, como apartamentos, dentro de casa, são mais sensíveis. Então, temos que ter um cuidado ainda maior para esses casos, utilizando cobertores, caminhas, roupinhas e até mesmo ambiente climatizado em alguns casos. É diferente de pets que ficam na rua que são mais resistentes”, explica.

De qualquer forma, a médica veterinária orienta que os tutores mantenham o bicho abrigado, longe de correntes de ar e protegidos da chuva. Outra dica é em relação aos passeios em dias gelados. A orientação de Rafaela é que sejam realizados em horários com sol e/ou quando a temperatura esteja mais alta.

Sobre as roupas, o tutor deve ficar atento à pelagem do bicho. “As roupas são recomendadas para animais com pelo curto. Em animais de pelo longo devem ser evitadas porque podem causar embaraçamento”, afirma Rafaela.

Confira o vídeo que produzimos sobre o assunto:

Sorteio! Concorra a um kit com itens da marca PremieRpet

Tem sorteio no ar em nosso Instagram (@veterinariaespacoanimal). O ganhador vai levar um super kit da PremieRpet. Veja os itens:

  • Ração para pequeno porte para cães adultos que vivem em ambientes internos (pode ser trocada para a variação destinada a animais de porte pequeno e filhotes);
  • 6 pacotes de biscoitos cookie variados; 
  • 2 pratos para refeição; 
  • 1 copo de medida de ração;
  • 2 cobertores;
  • 1 pote de armazenamento de ração. 
A PremieRpet é marca parceira a Clínica Espaço Animal

Regras para participar:

  • Seguir a Espaço Animal no Instagram; 
  • Compartilhar esse post no seu story e mencionar o nosso perfil: @veterinariaespacoanimal;
  • Marcar pelo menos três pessoas nos comentários. Não pode ser perfis fakes; 
  • Ter disponibilidade para retirar o kit na clínica que fica em Esteio; 

Você pode participar quantas vezes quiser desde que siga as regras acima. Só serão aceitas participações até o dia 24/6. O resultado será divulgado até o dia 30/6 em uma live no perfil

Tutora de pet também é mãe?

Por ocasião do Dia das Mães, preparamos um conteúdo que suscita reflexão sobre algo que divide opiniões: afinal, tutora de pet também é mãe?

Histórias que se entrelaçam

Cíntia Silva adotou Bilu há 6 meses. O tempo relativamente curto não é termômetro para verificar o tamanho do amor que a técnica de enfermagem sente pelo cão. Uma história que iniciou com semelhanças entre ela e o cachorro já que, anteriormente, ambos passaram por perdas.


Quando Bilu foi morar com Cintia fazia 10 meses que o pai dela havia falecido. Estava muito difícil lidar com a ausência paterna e com um problema de saúde que a acometera no mesmo período. Antes da chegada do cachorro, por dias a fio, ficava sozinha em casa, sem compromissos ou obrigações.


Já o pinscher também conviveu com mortes. Primeiro foi a tutora e depois a mãe dele. Quando a ex-dona morreu, a casa onde Bilu morava com a mãe e o irmão dele foi arrombada e os cachorros foram roubados. Bilu e a mãe foram recuperados, mas a cadela foi morta por outros cães.


Fatos tristes, mas que desencadearam na adoção. Cíntia, que não queria despender tempo com o cuidado de um animal de estimação e também tinha ressalvas em relação à sujeira produzida, se compadeceu com a história e resolveu ficar com Bilu. Ele também adoeceu e toda a família de Cíntia precisou se envolver no cuidado do pinscher que só melhorou depois de receber atendimento veterinário na Clínica Espaço Animal.

Cíntia e Bilu: relação de amor

Também em razão da enfermidade de Bilu, a técnica de enfermagem e o companheiro foram morar juntos e hoje o cão é o xodó da casa. “Eu sou a mãe dele, pois tenho compromissos e rotinas com as quais me envolvo em razão dele, sem falar do amor. Amor pelo que ele representa para mim, amor pela forma que ele transformou os meus dias e a minha vida”, afirma.

Opinião de especialista

Cíntia acredita que mãe de pet pode ser considerada mãe, mas reconhece que é necessário ter ciência de que são maternidades diferentes porque as proporções de cuidados e deveres são distintas. É a mesma linha que defende a psicóloga Jéssica Machado, tutora de dois cachorros e mãe de uma criança de 3 anos e meio. Segundo a especialista, é complexo comparar a maternidade entre humanos com a que se estabelece com os bichos. Ao colocá-las sob o mesmo prisma, perde-se a essência de cada uma delas. “A responsabilidade social de educar e garantir a sobrevivência de outro ser humano é uma obrigação muito grandiosa”, assegura.


Apesar disso, não considera que a figura materna esteja relacionada unicamente a uma questão biológica, pois é um papel ocupado por quem se dedica a cuidar e garantir segurança e proteção. “Com a pluralidade de dinâmicas familiares atualmente, o pet é fonte de acolhimento e amor. Portanto, creio ser simbólico e afetivo referir-se à tutora como mãe, pois é responsável pelo cuidado e proteção de alguém além de si”, explica.

Novas opções de vida


A psicóloga também pondera que outro fator que corrobora para esse sentimento de maternidade abrangente é que muitas pessoas optam por não ter cônjuges e/ou filhos, o que contribui para ver no animal um sinônimo de companheirismo e amor mútuo. “Temos certeza de que os pets podem nos garantir esses e outros tantos bons sentimentos e as pessoas estão cada vez mais sedentas disso”, conclui.


Sabemos que a maternidade transcende o gênero designado em nosso nascimento, além de haver pais que são mães. Acreditamos que quanto mais amor melhor, não é mesmo? Busque manter em seu cotidiano gestos que suscitam amor seja sendo mãe de pet, mãe de gente, não sendo mãe. Enfim, sendo presença significativa, empática e sensível à realidade do que se passa diante de você.

Consumo de chocolate pode ser levar cães e gatos à morte

Estamos às vésperas da Páscoa, período em que os humanos costumam aumentar o consumo de chocolates. Apesar de ser uma delícia para o nosso paladar, o doce não é recomendado para os nossos cachorros e felinos. Se ingerido, pode causar muitas alterações no organismo, ocasionando problemas de saúde que podem ser leves ou até mais sérios.

O motivo é uma substância chamada teobromina, presente no chocolate. Os animais têm pouca capacidade de processá-la. Por isso, se torna tóxica ao organismo deles.

Exemplificando

A dosagem de teobromina que intoxicar um cão está entre 100 e 150 mg/kg. Chocolates ao leite normalmente têm 154 mg/100g da substância. No caso do meio-amargo, chega a 528 mg para as mesmas 100 gramas.

Isso porque quanto maior a concentração de cacau no produto, mais teobromina ele tem. Porém, as versões ao leite e branco também trazem riscos.

Crédito: Site Itupeva agora

Consequências do consumo

Ao comer chocolate, o pet pode ter taquicardia, aumento da pressão arterial e maior eliminação de urina. A micção em excesso resulta em desidratação. Além disso, o bicho pode apresentar agitação e tremores. A gravidade do quadro dependerá da quantidade de chocolate que o cachorro ou o gato consumiu, da sua idade e também do estado geral de sua saúde.

É muito raro que o quadro possa levar à morte, mas pode acontecer. Além disso, é a grande incidência de que ocorram distúrbios gastrointestinais principalmente em animais de pequeno porte e nos mais jovens, devido à quantidade ingerida em relação ao peso. Obesidade e diabetes também podem decorrer do consumo de chocolate.

Ingestão acidental deve ser tratada como emergência

Deixar o alimento em local de fácil acesso pode ser facilitar a sua ingestão. Ao notar que o fato ocorreu, o tutor deve levar seu cão ou gato imediatamente a uma emergência para que o médico veterinário faça uma avaliação clínica e preste os primeiros socorros.

Prevenção

É preciso dificultar o acesso dos pets a chocolates, especialmente neste período de páscoa em que ovos, bombons e outros produtos que contêm chocolate podem ficar mais expostos. Além disso, é muito importante que toda a família esteja empenhada em guardar este tipo de alimento assim que comer e, principalmente, não oferecê-lo aos bichos.

Plantão 24 horas

Em caso de ingestão de chocolate, a Clínica Espaço Animal dispõe de veterinários de plantão 24 horas por dia, inclusive neste feriadão de páscoa.

Fonte: Site do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Mato Grosso do Sul

Texto: Emilin Grings Silva

Uso de anticoncepcional aumenta o risco de piometra em gatas

Há pouco tempo, publicamos aqui em nosso site sobre a piometra em cadelas. As felinas têm menos predisposição para desenvolver a doença, mas podem ser acometidas e a infecção é tão grave quanto nas cachorras. Neste texto, vamos descobrir o porquê de terem menos riscos e também sobre como identificar sintomas, fazer o tratamento e a prevenção.

Tipos de piometra:

Conforme já explicamos no conteúdo sobre a piometra canina, essa doença é causada por alterações hormonais que têm como consequência uma infecção no útero. Assim como nas cachorras, ela pode ser aberta ou fechada:


Piometra aberta: é considerada aberta quando o colo do útero está aberto. Nesse caso, pode haver secreção de líquidos na vagina. Normalmente, é uma condição mais leve.

Piometra fechada: é quando o colo do útero está fechado. Quando ocorre, há um maior acúmulo de líquidos no interior do útero, levando a problemas mais sérios.


Causas

A fim de compreender o que causa a piometra felina, é necessário conhecer o ciclo reprodutivo delas. Ao longo do cio, o corpo da pet passa por diversas alterações para se preparar para uma possível gravidez.
Entre as alterações, está o aumento da progesterona, hormônio que prepara o útero para receber os filhotinhos. Entre as atividades promovidas pela substância estão:

  • Redução da resposta imunológica e diminuição de possíveis defesas para que não haja um ataque aos fetos;
  • Inibição dos movimentos de contração;
  • Fechamento do colo do útero;
  • Aumento de secreção de líquidos no interior do útero.

Porém, quando a fecundação não ocorre, a progesterona em excesso torna o útero um lugar perfeito para o surgimento de bactérias. A imunidade baixa, muito líquido e o fechamento do colo do útero possibilitam que as bactérias se espalhem pelo organismo de maneira mais fácil. Dessa forma, ocorre a piometra na gatas – quadro que é bastante raro nas bichanas, já que o cio felino é um pouco diferente.


Por que é raro?


O crescimento da produção de progesterona durante o cio da fêmea é comum em diferentes espécies. Entretanto, nas gatas, a ovulação só ocorre após o coito. É apenas depois da relação sexual que o útero se prepara para a gestação. Como a progesterona só vai aumentar com a cruza e a piometra só ocorre quando não há fecundação, é muito raro que a doença acometa a espécie, já que, depois do coito, elas logo engravidam.


Mas, médicos veterinários têm registrado um aumento dessa infecção em gatas nos últimos anos. Segundo pesquisas, isso se dá em decorrência do uso de anticoncepcionais. A medicação desregula os hormônios do organismo da gatinha para impedir a gestação mesmo que ocorram relações sexuais.
Com a desregulagem, ela pode ter aumento de progesterona em seu corpo e, consequentemente, desenvolver as condições propícias para infecção. Assim, estudos mostram que o principal motivo para a piometra em felinas é a utilização de anticoncepcionais.


Principais sintomas


Descobrir que a gata está com piometra é desafio, pois os felinos, tanto machos quanto fêmeas, são muito independentes e evitam mostrar que estão sentindo dores ou incômodos. Além disso, como a enfermidade é relativamente rara, pode ser confundida com outras doenças. Os sintomas da piometra irão depender da característica da doença, ou seja, se é aberta ou fechada:


Aberta
• Secreção vaginal de coloração amarela, avermelhada ou marrom, com cheiro forte e desagradável;
• Apatia;
• Febre;
• Vômitos,
• Diarreia.


Fechada
• Apatia;
• Falta de apetite;
• Febre;
• Vômitos,
• Diarreia.

Sem a secreção em caso de piometra fechada, sua identificação é mais complexa. Por isso, é importante buscar ajuda de um veterinário ao notar qualquer um dos sinais clínicos citados acima. Ambos os quadros são graves e precisam de um atendimento veterinário da forma mais ágil possível.


Diagnóstico e tratamento


Além de analisar sinais clínicos e o histórico da pet, exames podem ser requeridos. Entre eles, ultrassom e de sangue.


O tratamento não é feito com remédio na piometra felina. O processo mais rápido e recomendado é a remoção do útero da gata. Assim, há prevenção também de outras infecções.

Prevenção

A castração é melhor maneira de prevenir a piometra e outras doenças. Para além de impedir uma gestação indesejada, a remoção do útero evita os temidos e perigosos tumores.

Pacote promocional em nossa clínica

Temos um pacote promocional que inclui vacinação e castração. (Clique aqui para conhecer.) Como foi mencionado acima, muitas vezes é difícil identificar a piometra. Portanto, não deixe de recorrer à medicina veterinária periodicamente. Para agendar consultas na Clínica Espaço Animal, basta entrar em contato pelos telefones (51) 3473 5650 ou (51) 997442355 (WhatsApp).

Quer adotar? Conheça três pets que estão à procura de um lar na ONG Amigos do Floppy

Julia, Sukita e Bety são três fêmeas de portes e idades diferentes, mas que têm em comum a procura de um tutor que possa dar a elas o afeto que merecem. As cadelas estão disponíveis para adoção na ONG Amigos do Floppy, coordenada por Denise Costa, parceira da Clínica Veterinária Espaço Animal. Confira mais informações sobre elas nos cards abaixo:

Tem interesse? Confira abaixo os critérios para adoção:

  • Ter mais de 18 anos;
  • Ter casa própria;
  • Morar em um pátio bem fechado ou telado em caso de apartamento;
  • Ter condições de dar uma vida digna e muito amor até que morte separe o tutor do bicho.

Ao adotar, cada tutor assina um termo se comprometendo a cumprir os itens acima. A ONG Amigos do Floppy fica em Sapucaia do Sul. Não divulgamos o endereço para evitar abandonos próximos ao local. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 991415116 (WhatsApp).

Piometra: a infecção uterina mais comum em cadelas que já atingiram a maturidade sexual

A palavra pode soar estranha para você: piometra. De origem grega, “pyon” significa pus e “metra” útero. Ou seja, infecção no útero. Embora possa ser pouco conhecida, a enfermidade atinge muitas cadelas a partir dos 10 meses de idade. Porém, as que têm mais de 5 anos são mais predispostas. Essa doença se desenvolve nas semanas seguintes ao cio em que a concentração de progesterona é mais elevada.

Neste período, o útero fica mais exposto e suscetível à contaminação por bactérias. Ao terem acesso ao útero, essas bactérias se alojam no endométrio em que, graças ao estímulo hormonal, encontram ambiente ideal para sua proliferação, desencadeando o processo infeccioso.

Há dois tipos de piometra: a aberta e a fechada. A aberta é mais leve e é caracterizada desta forma quando o colo do útero está aberto. Nesse caso, poderá haver secreção de líquidos. Se o colo do útero está fechado, há maior acúmulo de líquidos no interior do órgão ocasionando problemas mais graves.

Sintomas

Quando a piometra é aberta é mais fácil de identificar em decorrência da secreção vaginal. Na fechada, isso não acontece por isso é necessário ficar atento a sinais como:

  • Falta de apetite;
  • Fraqueza;
  • Dor e aumento de volume abdominal;
  • Presença de secreção vaginal (no caso da piometra aberta);
  • Febre;
  • Aumento no consumo de água,
  • Excesso de urina

Os sintomas pioram de acordo com o avanço da doença, podendo levar a cadela até mesmo a perder a consciência.

Tratamento

Por se tratar de uma infecção séria, ao suspeitar da doença, leve sua pet imediatamente ao veterinário. Provavelmente, ele realizará um ultrassom no abdômen para descartar ou confirmar o diagnóstico. Além disso, fará exames de sangue que irão indicar o quanto a infecção afetou o organismo.

A forma mais segura de tratar a piometra é por meio de intervenção cirúrgica removendo o útero e os ovários. Conforme o estado do animal, há hipótese de realizar terapia de apoio como fluidoterapia e prescrição de antibióticos e analgésicos. O pós-operatório merece atenção especial do tutor já que é necessário o uso correto da medicação, roupa e colar cirúrgico, além comparecer às consultas solicitadas pelo veterinário para que seja realizada a reavaliação da paciente.

Prevenção

A castração é a melhor maneira de prevenir a doença. Com a remoção do útero, é impossível desenvolver a doença. O procedimento diminui também o risco de diversos outros problemas ligados aos hormônios sexuais. A Clínica Espaço Animal possui um pacote promocional que inclui vacinação e castração. Clique aqui para conhecer.

Se sua cadela não é castrada, consulte o veterinário regularmente um veterinário principalmente após o período do cio para avaliar possíveis contaminações. Porém, sempre é importante lembrar que visitas periódicas a clínicas veterinárias são muito importantes para prevenir qualquer tipo de doença. Para agendar consultas na Espaço Animal, basta entrar em contato pelos telefones (51) 3473 5650 ou (51) 997442355 (WhatsApp).

Piometra em gatas

A doença é menos comum nas bichana e elas apresentam sintomas diferentes das cadelas. Faremos um post específico para abordar esse assunto e explicar porque as gatas são menos suscetíveis à piometra. Siga acompanhando nosso site e nossas redes sociais.

Doenças renais afetam 60% dos pets idosos

Estamos em março, mês que alerta para o cuidado com doenças renais em pets. É o março amarelo. Essas doenças são comuns em todas as faixas etárias. Porém, os idosos são mais suscetíveis a desenvolverem problema nos rins.

Quando completam 7 anos de idade, cães e gatos são considerados idosos. Nesta fase da vida do animal, é comum aparecerem diversas enfermidades, entre elas as doenças renais que acometem, em graus diversos, até 60% da população felina e canina. Ao se tornarem crônicos, os problemas nefrológicos não têm cura. Por isso, o diagnóstico precoce é o melhor caminho para que a qualidade de vida seja mantida.

Conheça as doenças renais caninas e felinas

Os problemas renais impedem que os rins realizem as funcionalidades fisiológicas esperadas como: evitar a perda excessiva de água, manter o equilíbrio eletrolítico, excretar compostos nitrogenados que resultam do metabolismo. Assim, o cão ou o gato tendem a apresentar sinais que vão da desidratação ao acúmulo de água. Além disso, no sangue haverá mais ureia e creatinina, substâncias que deveriam ter sido eliminadas na urina. Também há o câncer renal que pode afetar cães e gatos.

Saiba mais sobre o câncer nos rins em pets

Infecções, inflamações, presença de parasitas, traumas, intoxicações, doenças autoimunes, congênitas ou hereditárias, entre outras, são consideradas causas para as doenças renais. Há casos em que a perda da função é temporária e a doença renal é classificada como aguda. Exemplo, disfunção nefrológica motivada pela leptospirose. Ao ser diagnosticada e tratada precocemente, a chance de cura é maior. No entanto, dependendo do tempo e extensão da lesão renal aguda, pode haver maior comprometimento do órgão de maneira permanente, o que ocasiona uma enfermidade crônica.

Sinais clínicos:

Você pode suspeitar que seu pet está com algum problema no rim quando ele apresentar os seguintes sintomas:

  • Aumento da ingestão de água;
  • Alteração no volume diário de urina (para mais ou para menos);
  • Vômito;
  • Diarreia;
  • Diminuição do apetite e posterior emagrecimento;
  • Hálito forte;
  • Cansaço e fraqueza.

Esses sintomas, porém, podem aparecer também em outras doenças. Por isso, a consulta com um veterinário para exames de check-ups pelo menos duas vezes ao ano facilita o diagnóstico. Enfermidades renais sem tratamento, podem desencadear problemas cardíacos, no sistema digestivo, neurológico, hematopoiético (redução da produção de células vermelhas do sangue), além de alterações esqueléticas.

Raças mais afetadas pelas doenças renais

Todos os cães e gatos correm risco de apresentar doenças renais, mas algumas raças têm mais chances de ter o problema:

Em cães:

  • Beagle
  • Bull Terrier
  • Chow Chow
  • Cocker
  • Dachshund
  • Lhasa Apso
  • Maltês
  • Pastor Alemão
  • Pinscher
  • Poodle
  • Shar Pei
  • Shih Tzu
  • Schnauzer

Em gatos:

  • Abissínio
  • Azul Russo
  • Maine Coon
  • Persa
  • Siamês

Diagnóstico e tratamento

Coleta de exames de sangue, de urina e até exames de imagem são as principais maneiras de saber ou não se o pet está com uma doença renal. Quando crônica, não é possível a cura, todavia, é possível desacelerar a progressão com aplicação de soro, controle dos níveis de cálcio, fósforo, sódio, potássio, além de medicamentos e de dieta específica.

Prevenir sempre é a melhor opção

Da mesma forma que ocorre com os humanos, hábitos saudáveis são a principal maneira para a prevenção de grande parte das doenças que são comuns em cães e gatos. É esperado que animais idosos apresentem diminuição das funções renais, mas se o bicho se manter saudável durante toda a vida, é possível que isso ocorra de maneira mais lenta.

Veja o que pode ser feito:

  • Deixe sempre água limpa e fresca à disposição do animal;
  • Incentive exercícios físicos e brinque com ele sempre que possível;
  • Faça o controle de pulgas e carrapatos;
  • Mantenha a carteira de vacinação do pet em dia;
  • Ofereça dieta rica e balanceada, com rações super premium específicas para a idade e o porte do animal;
  • Leve-o a visitas regulares ao veterinário;

Dica para tutores de felinos:

Na natureza, os gatos se alimentam de caça, um alimento naturalmente mais úmido. Já em casa, a administração de rações secas aliada a uma baixa ingestão hídrica, típica dos felinos, acaba sobrecarregando ainda mais os rins. Por isso, alternativas como fontes de água podem ajudar gatos tomarem mais água.

Nefrologista na Clínica Espaço Animal

A Clínica Veterinária Espaço Animal conta com uma especialista em nefrologia entre seus profissionais. É a médica veterinária Bruna Valle. Para agendar consultas, basta entrar em contato pelos telefones (51) 3473 5650, (51) 997442355 (WhatsApp).

Fonte: Petz

Descubra qual é a raça de felinos que tem mais chance de desenvolver câncer renal

Na organização de cores mensais, este mês é conhecido como março vermelho, pois dia 12/3 é o Dia do Rim. No universo pet, a cor muda: é o amarelo, mas o alerta é o mesmo: o cuidado com as doenças renais. Entre elas, está o câncer que é mais comum em gatos siameses. Porém, felinos sem raça definida ou de outras linhagens e cães também podem ser acometidos pela doença.


Quando as neoplasias aparecem, nome técnico para o câncer, normalmente são malignas. Nos gatos, não há relatos de pesquisas científicas que as correlacionam com positivados de retroviroses como FIV e FeLV. Além disso, a castração tanto em cachorros quanto nos felinos não influencia na manifestação ou não da doença.


Os sintomas podem variar conforme o local em que câncer está localizado no órgão, sua dimensão, evolução e ocorrência de metástases. De maneira geral, os animais podem apresentar: apatia, anorexia, emagrecimento progressivo, êmese (ação de vomitar), eliminação excessiva de urina, sede exacerbada, desidratação, presença de sangue nas fezes, mucosas pálidas e congestionadas e dor abdominal.

Tratamento e prevenção


Ao detectar a associação desses sinais, é recomendado que o tutor procure um veterinário que irá solicitar uma série de exames para confirmar ou descartar o diagnóstico. O tratamento depende do grau da enfermidade. Quando não há metástase ou neoplasias primárias em outros órgãos, preconiza-se cirurgia de remoção do rim, em caso de comprometimento unilateral, terapias com uso de medicamentos orais e intravenosos, além da radioterapia.


Infelizmente não há prevenção para o câncer renal já que sua ocorrência tem relação com a genética de cada animal. O mais indicado é o acompanhamento constante do pet com visitas periódicas a clínicas veterinárias para que possa haver um possível diagnóstico. Lembrando sempre que a detecção precoce diminui a chances de casos graves, como em qualquer tipo de câncer


A Clínica Veterinária Espaço Animal conta com uma especialista em nefrologia em seu corpo clínico. É a médica veterinária Bruna Valle. Para agendar consultas, basta entrar em contato pelos telefones (51) 3473 5650, (51) 99744 2355 (WhatsApp).

Fonte: Petlove