O que fazer diante da perda de pelo de cães e gatos?

Especialmente na primavera, quando as temperaturas ficam cada vez mais altas até a chegada do verão, muitos tutores se deparam com uma grande quantidade de pelos perdidos pelos seus animais de estimação. Em algumas circunstâncias, o fato gera preocupação nos donos.

No entanto, é preciso pontuar que este é um fenômeno normal. Conforme explica Luan Madruga, médico veterinário da Clínica Espaço Animal, a troca de pelo acontece sempre que há mudança de temperatura: na primavera, quando os pets descartam a pelagem mais grossa por outra mais fina por conta das altas temperaturas, e no outono, quando a dá lugar à mais grossa para atravessar o frio do inverno.

Com duração aproximada de um mês, é um fato que ocorre tanto em gatos como em cachorros e a sua quantidade depende da raça, não havendo necessariamente relação direta com a espécie, como explica o profissional: “Alguns tipos de pelagem dos cães perdem mais e outros menos. Assim como os gatos de pelagem longa perdem mais”.

Vomitar bolas de pelo é consequência

O que também acontece com certa frequência nesta época do ano é aparição de vômitos com bolas de pelo. Neste caso, Luan esclarece que se trata de uma consequência natural para os pets que se lambem em sinal de higienização, como os gatos fazem, por exemplo.

O que é possível ser feito para minimizar as quedas?

Ajudar os bichinhos neste processo também pode ser uma tarefa dos humanos. Dentre as práticas mais recomendadas estão, principalmente, a escovação diária ou pelo menos três vezes na semana na direção do crescimento dos pelos e a tosa higiênica, em especial para aqueles mais peludos.

Como saber se a queda de pelos pode ser uma doença?

Como explicamos, normalmente a queda de pelos faz parte da natureza de cães e gatos. Porém, em algumas situações, pode servir como um sinal de alerta em relação a algum problema nos animais. Luan Madruga aponta que quando há perda da pelagem aliada a feridas, vermelhidão da pele ou falta de pelos em determinadas regiões, é necessário buscar a ajuda de um médico veterinário. Isso pode ser um sinal de infecções, estresses, presença de ectoparasitas, fungos ou alergias.

Novembro azul: quais são os sintomas de câncer de próstata?

Novembro é o mês de campanha mundial de combate ao câncer de próstata. Em pets domésticos, a doença é mais comum em cães do que nos gatos. 

Com o avanço da idade, os hormônios sexuais, passam a funcionar de modo irregular, estimulando a próstata para que ela aumente de tamanho, mude de forma e textura. O crescimento do órgão pode ser sinal de enfermidades, entre elas o câncer.

Veterinária Márcia Rambo

Segundo a Médica Veterinária, Márcia Rambo, por estar próxima de diversos órgãos, o maior volume na próstata causa sintomatologia variada, tanto no sistema urinário, quanto digestivo. Sintomas esses que dependem do quanto a glândula esteja aumentada, gerando desconforto e dor.

Sintomas

Os sintomas são, muitas vezes, comuns em outras enfermidades:

  • Dificuldade para urinar e defecar;
  • Presença de sangue na urina;
  • Gotejamento de sangue ou pus pelo pênis;
  • Infecções urinárias recorrentes;
  • Fezes em formato achatado em virtude da compressão da porção final do intestino com aumento da próstata.
  • Dor e aumento de volume abdominal;
  • Aumento de volume da região perineal (entre o saco escrotal e o ânus);
  • Dificuldade locomotora com “fraqueza” dos membros posteriores;
  • Perda de peso;
  • Falta de apetite;
  • Febre, vômito, apatia, espasmos musculares ao tentar urinar.

Diagnóstico

Diante de qualquer um desses sintomas, o tutor deve consultar um médico veterinário já que quanto antes houver tratamento, maior as chances de cura. “O diagnóstico é feito através de três pilares: informações trazidas pelo tutor, palpação retal e exame de sangue e imagem”, explica Márcia. 

Além disso, segundo a médica veterinária, a identificação de alterações na próstata considera a idade do paciente, o fato dele ser ou não castrado e o porte do animal, pois, apesar de não ter predileção racial, é mais comum em cães de grande porte.

Tratamento

Remover a próstata é a melhor forma de tratar doenças no órgão. A castração é aliada no tratamento quando ainda não foi feita no animal. Márcia salienta que a detecção de enfermidades em estágio inicial é mais eficiente e indica: “é de extrema importância a análise laboratorial do material removido (tumor), através de exame das células. Com base no tipo celular presente, é possível direcionar as terapias complementares, como quimioterapia, por exemplo”.

Prevenção

A melhor maneira de prevenir é o acompanhamento rotineiro do pet. Consultas anuais, a partir dos 5 anos de idade, para check-up são fundamentais. “Do ponto de vista dos tutores, é de suma importância a constante observação de seus pets a fim de notar qualquer alteração de comportamento”, conclui a veterinária.

Mitos e verdades sobre o gato preto e o Halloween

Comemorado no dia 31 de outubro, o Halloween, entre outros símbolos, sempre foi associado aos gatos pretos, já que esses bichanos são tradicionalmente ligados às bruxas. 

Mas qual será a origem dessa história? Que cuidados os tutores devem ter com seus felinos, principalmente, nesta época do ano? Quais são os mitos e verdades da relação entre os gatos pretos e o Dia das Bruxas?

É o que vamos buscar responder neste texto. Confira abaixo!

Origem da ligação entre os gatos pretos e o Halloween

Na Idade Média, os gatos pretos representavam mau agouro e azar. Nesse contexto, as pessoas relacionavam sua cor às trevas já que os bichanos têm hábitos noturnos. Inclusive a Igreja Católica perseguiu o animal nos tempos da Inquisição.

A associação com o Halloween ocorria porque, antigamente, mulheres mais velhas e sozinhas tinham o gato preto como companheiro. Isso, sem dúvida, mexia com o imaginário de muita gente que perseguia essas pessoas por serem possíveis simpatizantes à bruxaria.

Com o tempo, muitos desenhos animados e filmes incentivaram a ligação infundada que teve origem no tempo medieval. Histórias como essas também foram passadas de geração em geração. Por isso, o mito segue presente nos dias de hoje. Além disso, muitos gatos pretos ainda são cruelmente usados em rituais de magia atualmente.

Mitos e verdades

Gato preto dá azar: MITO! A crença é fruto da cultura da Idade Média em que pessoas de religiões pagãs e cuidadoras de gatos pretos eram perseguidas.

Gato preto é do demônio: MITO! Todos os animais têm a mesma origem, portanto os gatos pretos também merecem os mesmos cuidados e afeto que os demais. O que aconteceu foi que a superstição criou uma imagem negativa em cima desses bichinhos inocentes.

Gatos pretos são mais resistentes: VERDADE! Gatos pretos são mais resistentes a doenças do que gatos de outras cores. Além de possuírem genes mais resistentes, eles são tão dóceis e amáveis quanto todos os outros. Por isso, é tão importante reverter crenças equivocadas que tornam os gatos mais vulneráveis a abandonos e maus tratos.

Gatos pretos causam epidemias: MITO! Outra superstição que surgiu na Idade Média, apontou os gatos pretos como causadores de todos os males da época. A Peste Negra, por exemplo, foi uma epidemia que aconteceu entre os anos de 1347 a 1353, causada por uma bactéria proveniente dos ratos.

Gatos pretos precisam de mais cuidados: VERDADE! Em virtude do que trazemos neste texto, é necessário que os tutores de bichanos dessa pelagem adotem medidas de proteção mais contundentes para evitar maus tratos. No Halloween, por exemplo, há grupos envolvidos em ocultismo que utilizam a data para fazer rituais com gatos pretos. Diante disso, não somente nesta época do ano, mas sempre, é importante deixar os gatos pretos em lugares seguros. As casas e apartamentos devem ser telados para evitar que eles escapem e sejam vítimas de furto e de atropelamento.

Fonte: Petpillow

Agosto verde: mês de combate à Leishmaniose Canina

A Leishmaniose Canina é uma infecção parasitária que pode ser transmitida para seres humanos. Embora não dê sinais no início, a doença tende a se agravar podendo levar o paciente a óbito.

No Brasil, a leishmaniose é um problema sério. Em 2017, 90% dos casos da enfermidade registrados na América Latina ocorreram em nosso país. Em 2012, a taxa de letalidade da doença era de 7,1%.

O que é e o que causa a leishmaniose canina?

Causada por um protozoário do tipo leoshmania, uma vez presente no organismo hospedeiro, há aumento da quantidade do agente e ele começa a atacar as células fagocitárias chamadas de macrófagos. Essas células integram o sistema imunológico auxiliando na proteção de agentes estranhos Se não for tratada, a doença pode atingir órgãos como o fígado e a medula óssea.

Há dois tipos de leishmaniose: a cutânea e a visceral. Nos cães, a mais comum é a visceral, pois o pet não é o hospedeiro preferencial da doença que acomete a pele.

Como ocorre a transmissão da leishmaniose canina?

O contágio da Leishmaniose canina não ocorre por meio de mordidas, saliva, entre outros, como muitas pessoas pensam. A transmissão se dá por meio da picada da fêmea do mosquito Lutzmyiia longipalpis. Para ocorrer a infecção, o mosquito precisa ter ingerido a amastigota da leishmania, que torna-se promastigota no intestino do mosquito (vetor). Quando pica um novo indivíduo, o mosquito disseminará a forma infectante da Leishmania, provocando a doença.

Sintomas

No início, nem todos os cães com Leishmaniose terão algum sinal. Estima-se que 60% dos contaminados são assintomáticos. Isso porque a doença pode ficar incubada entre de 3 meses a 6 anos. Ao longo da progressão, a Leishmaniose visceral pode atingir diferentes órgãos.

Assim, os simtomas variam conforme o órgão atingido. Mas os sinais iniciais comumente apresentados são:

  • Emagrecimento;
  • Lesões na pele (especialmente na face e nas orelhas);
  • Crescimento exacerbado das unhas;
  • Perda de apetite,
  • Febre

Diante de qualquer sintoma desses, é importante levar seu pet ao veterinário o quanto antes já que, conforme avança, a doença compromete e imunidade do cachorro e seus órgãos, podendo resultar na morte do animal.

Identificação da doença

É fundamental levar seu bicho ao veterinário porque a doença é diagnosticada somente com exame de sangue de sorologia, reação de imunofluorescência indireta (RIFI) e PCR.

Outras maneiras de checar ao diagnóstico é o imprint de feridas, ou seja, uma citologia por decalque no qual colhe-se fragmento do órgão ou nódulo a ser examinado a fim de tentar localizar o parasita.

A entrevista com o tutor, assim como a avaliação clínica do paciente, também são muito importantes para ajudar o profissional a solicitar os exames adequados com precisão.

Há cura para a Leishmaniose?

Até pouco tempo, o diagnóstico de Leishmaniose era uma das piores notícias que um tutor poderia receber. Isso porque não havendo cura para a zoonose, a recomendação era que todos os pets confirmados com a doença fossem sacrificados.

A respeito disso, é interessante destacar que até havia remédios para a doença. No entanto, uma determinação de 1953 proibia o uso desses medicamentos em cães. A justificativa é que esses fármacos poderiam tornar o protozoário da Leishmania mais resistente, dificultando o tratamento em seres humanos.

A partir de 2018, graças a um medicamento de uso exclusivo nos pets, a Leishmaniose deixou de ser uma doença sem cura. O nome do remédio é Milteforan (miltefosina).

Ainda assim, é importante que o pet seja acompanhado de perto por um veterinário durante toda sua vida, já que o tratamento de Leishmaniose canina não elimina completamente a doença. Porém, impede a progressão da doença e diminui a carga do parasita, fazendo com que o cachorro deixe de ser um transmissor.

Julho: mês de combate às zoonoses

O mês de julho é todo dedicado a um olhar mais atento às Zoonoses, doenças infecciosas transmitidas entre animais e humanos. Para saber mais sobre essas enfermidades, conversamos com o Médico Veterinário da Clínica Espaço Animal, Luan Madruga. Confira abaixo:

Quais são as principais zoonoses?

Esporotricose, raiva, leptospirose, leishmaniose, giardíase toxoplasmose entre outras, sendo estas relacionadas pricipalmente a cães e gatos.

Quais seus sintomas e seus tratamentos? 

Sintomas:

Esporotricose: lesões ulceradas com presença de pus principalmente em região de focinho e membros e com difícil cicatrização.

Raiva: alterações neurológicas, como excitação, agressividade e desorientação.

Leptospirose: icterícia (cor amarelada), algia (dor) abdominal, vômitos, diarréia, prostração.

Giardíase: vômitos, diarréias, perda de apetite, desconforto abdominal.

Toxoplasmose: é geralmente assintomática em gatos. Em humanos, a infecção se dá pela ingesta de carnes mal cozidas, mas podendo também ser de contato com as fezes dos animais infectados.

Leishmaniose: perda de peso, apatia, alterações na pele e no pelo, crescimento exacerbado das unhas, lesões oculares, aumento dos linfonodos.

Tratamento: Sempre que os animais apresentarem qualquer sinal clínico procurar imediatamente um médico veterinário.

Qual é o papel do poder público no monitoramento de zoonoses?

O poder público tem o poder de orientar os meios de transmissões das zoonoses assim prevenindo ao máximo o número dos casos. Isso é importante porque há um mapeamento dos locais com maior incidência dos casos.

O que o tutor pode fazer para prevenir as zoonoses?

Para prevenção das zoonoses é sempre fundamental consultar periodicamente com um médico veterinário, bem como controle de endo (interno) e ectoparasitas (externos), manter a vacinação e promover uma saúde ambiental adequada.

Hipotermia pode levar cães e gatos à morte

Recentemente publicamos um texto aqui no site sobre os cuidados que você deve tomar com o seu pet nos dias mais frios. Vamos seguir no mesmo tema, mas falando de hiportemia, condição que pode acometer cães e gatos durante o inverno e podendo até levá-los a óbito. Confira a sequência de perguntas que foram respondidas pela Médica Veterinária da Clínica Veterinária Espaço Animal, Rafaela Soppelsa:

1. O que é hipotermia?

A temperatura média do corpo dos pets varia de 37ºC a 39ºC. Abaixo disso, já é um estado hipotérmico. É preciso agir rápido para não reduzir mais.]

2. O que fazer?

Aquecer o animal, mantê-lo protegido de chuva, umidade e serração. Procurar atendimento clínico se não apresentar melhora.

3. Quais são os sintomas?

Tremores, corpo frio, extremidades frias, prostração, postura encolhida, atitude de busca em por um local quente.

4. A hipotermia pode levar à morte?

Sim.

5. Por quê?

A hipotermia reduz o fluxo sanguíneo. Assim o coração começa a bater mais devagar. O sangue sai das extremidades e se concentra nos órgãos vitais. A pressão baixa, o que desencadeia lesão nos órgãos alvo até que eles entrem em falência.

Plantão 24 horas

A Clínica Veterinária Espaço Animal oferece atendimento 24 horas por dia, nos 7 dias da semana. Diante de dúvidas, contate (51) 3473 5650 ou (51) 99744 2355 (WhatsApp).

Saiba como aquecer seu pet em dias frios

mbora em 2022 já tenhamos experimentado um pouco do inverno ainda no outono, a estação mais fria do ano começou oficialmente hoje, 21/6. Ele chegou e com isso os dias gelados tendem a ser mais frequentes. Nossos pets também sentem frio e por isso, devemos tomar alguns cuidados para mantê-los aquecidos principalmente nos dias em que as temperaturas estão mais baixas.

A sensação térmica de cães e gatos depende da pelagem do bicho, seu porte e o local em que vivem. Pets com pelagem curta tendem a ser mais sensíveis. Segundo a Médica Veterinária da Clínica Espaço Animal, Rafaela Soppelsa, animais de pelo curto necessitam de um cuidado maior, pois eles não possuem um equilíbrio térmico que pets de pelagem longa possuem já que o pelo serve de isolante térmico. Bichos de porte pequeno também são mais sensíveis.

Além disso, Rafaela explica sobre o local em que o pet habita. “Animais que vivem em ambientes fechados, como apartamentos, dentro de casa, são mais sensíveis. Então, temos que ter um cuidado ainda maior para esses casos, utilizando cobertores, caminhas, roupinhas e até mesmo ambiente climatizado em alguns casos. É diferente de pets que ficam na rua que são mais resistentes”, explica.

De qualquer forma, a médica veterinária orienta que os tutores mantenham o bicho abrigado, longe de correntes de ar e protegidos da chuva. Outra dica é em relação aos passeios em dias gelados. A orientação de Rafaela é que sejam realizados em horários com sol e/ou quando a temperatura esteja mais alta.

Sobre as roupas, o tutor deve ficar atento à pelagem do bicho. “As roupas são recomendadas para animais com pelo curto. Em animais de pelo longo devem ser evitadas porque podem causar embaraçamento”, afirma Rafaela.

Confira o vídeo que produzimos sobre o assunto:

Ter pets pode ser considerado “treino” para a paternidade e maternidade

Mauro Iracet e Ivo Filho estão casados há mais de 13 anos. São tutores de quatro câes: Yuki, chow-chow; Tyra, indefinida; Mick, indefinida; Lana, cruza de yorkshire e indefinida. Eles não pretendem ter filhos humanos já que os cachorros são filhos que escolheram ter. 

Mauro e Ivo com os cães

Segundo Mauro, os pets os fazem sentir-se família. “Há as preocupações e os cuidados, mas os quatro nos devolvem em carinho, atenção e amor incondicional”, destaca. Salvas as devidas proporções, Mauro acredita que ser tutor de pet facilita a criação de uma criança. “Creio que eles agregariam companhia e amor caso decidíssemos ter um bebê.”, assegura.

Mãe de pet também é mãe?
Confira a conteúdo que produzimos por ocasião do Dia das Mães

Roberta Vencato, psicóloga, segue a mesma linha de pensamento. “A responsabilidade de zelar pelos cuidados e bem-estar do pet, serve como treino sim para a maternidade e/ou paternidade”. No entanto, enfatiza que é importante que seja senso comum entre o casal a adoção de um bicho.

A especialista afirma isso com base na própria experiência também. “Cassio e eu éramos namorados quando adotamos a Fiona, uma poodle. Quando casamos, ela veio morar conosco e, de certa forma, nos auxiliava a termos um compromisso com ela”, conta.

Conforme Roberta, quando a filha mais velha, Alícia, nasceu, a rotina com a cadela precisou ser readaptada, mas a presença do animal não dificultou nada, apenas exigiu mudanças no cotidiano. Hoje, a família é composta pelo Arthur, o caçula humano, e outros dois cachorros: o Panda, border collie, e o Medhiv, sem raça definida.

Sorteio! Concorra a um kit com itens da marca PremieRpet

Tem sorteio no ar em nosso Instagram (@veterinariaespacoanimal). O ganhador vai levar um super kit da PremieRpet. Veja os itens:

  • Ração para pequeno porte para cães adultos que vivem em ambientes internos (pode ser trocada para a variação destinada a animais de porte pequeno e filhotes);
  • 6 pacotes de biscoitos cookie variados; 
  • 2 pratos para refeição; 
  • 1 copo de medida de ração;
  • 2 cobertores;
  • 1 pote de armazenamento de ração. 
A PremieRpet é marca parceira a Clínica Espaço Animal

Regras para participar:

  • Seguir a Espaço Animal no Instagram; 
  • Compartilhar esse post no seu story e mencionar o nosso perfil: @veterinariaespacoanimal;
  • Marcar pelo menos três pessoas nos comentários. Não pode ser perfis fakes; 
  • Ter disponibilidade para retirar o kit na clínica que fica em Esteio; 

Você pode participar quantas vezes quiser desde que siga as regras acima. Só serão aceitas participações até o dia 24/6. O resultado será divulgado até o dia 30/6 em uma live no perfil

Obesidade animal: aprenda a prevenir, identificar e combater

Petiscos em excesso e falta de exercícios, que resulta em sedentarismo, estão entre as principais causas da obesidade animal. O problema, que infelizmente é bastante comum entre gatos e cachorros, pode se tornar um vilão perigoso se não tratado corretamente.

Conforme explica o médico veterinário Hermes Raupp, da Clínica Espaço Animal, a obesidade nos pets pode desencadear uma série de complicações: “problemas locomotores, elevação do perfil lipídico, sedentarismo, doenças endócrinas e dermatites por não conseguir se higienizar” são algumas delas.

Porém, para a prevenção, apenas passear diariamente não basta. É necessário também que se tenha uma alimentação diária correta. Especialmente no caso dos gatos, que, muitas vezes são mais caseiros que os cachorros, o dono precisa estar atento ao ambiente da casa. “Deve ser feita a gatificação do ambiente. No caso, um enriquecimento ambiental, colocando nichos, arranhadores e brinquedos”, explica.

O diagnóstico pode ser feito de maneiras diferentes. Embora alerte que o ideal seja uma avaliação do escore corporal com um médico veterinário, Hermes explica que há alguns procedimentos e observações que o próprio tutor pode fazer. Um deles é apalpar as costelas do animal: o correto é que haja apenas uma fina camada de gordura sobre elas. Outra possibilidade é observar a sua cintura, uma vez que aqueles que estão acima do peso não as possuem.

Identificada a obesidade, é hora do tutor agir. É necessário que, a partir do acompanhamento médico, defina-se uma dieta balanceada para os pets. Ainda, na consulta com o profissional, será possível investigar se a condição acima do peso não se deve a alguma doença.