Dicas para amenizar o calor dos pets

As temperaturas extremas que alguns períodos do verão proporcionam costumam ser muito estressantes para os animais, mesmo para aqueles que, em teoria, são mais acostumados a lidar com dias quentes. 

Dito isso, o que os tutores podem fazer para aliviar a sensação de calor, que pode ser prejudicial à saúde dos pets? 

1. Mantenha os bichinhos hidratados

É o básico. Humanos e animais transpiram muito no verão e precisam repor esse líquido perdido para se manterem hidratados. No caso dos pets, cabe ao tutor manter a oferta de água fresca pelo menos uma vez por dia.

 2. Conserve ambientes arejados

Locais abafados e com pouca circulação de vento intensificam a sensação de calor. Por isso, é bom deixar espaços para que o ar passe pela casa. Outra dica essencial é não deixá-los trancados dentro de carros. Infelizmente ocorrem muitas mortes de pets por essa prática.

3. Evite passeios em horários de muito calor

Embora eles amem passear e esta seja uma prática bem saudável nessa estação, o passeio não deve ocorrer em horários em que as temperaturas são mais altas. Privilegie as primeiras horas da manhã e os finais de tarde. Cachorros, inclusive, podem queimar as patas ao andar por asfaltos e pisos muito quentes.

4. Dê banho

O banho é um ótimo aliado porque é bastante eficaz na diminuição do calor. Às vezes nem é necessária a aplicação de algum shampoo, basta molhar o pet. Alguns cachorros também adoram nadar em locais como piscina, pequenas lagoas, entre outros. Mas vale a atenção do tutor para evitar incidentes nessas situações. 

Clínica Veterinária Espaço Animal começa a atender em horário novo

Já estão em vigor os novos horários de atendimento da Clínica Veterinária Espaço Animal. Desde o início de dezembro, estamos atendendo de segunda a sexta-feira das 8h às 12h e das 13h às 19h30. Já nos sábados você pode nos visitar das 13h às 16h.

Mantenha a saúde do seu pet em dia e agende seu horário! Estamos localizados na rua Dom Pedro, 678, no Centro de Esteio.

Cachorros braquicefálicos e os cuidados com os problemas respiratórios

Cachorros braquicefálicos são animais que possuem cabeça “achatada” e focinhos encurtados em relação ao que se considera normal. Em geral, estes cães têm uma respiração mais pesada, audível mesmo para quem não está muito perto, e costumam roncar enquanto dormem.

Estas características, infelizmente, podem acarretar uma série de problemas à saúde e, para evitá-la, é importante o tutor ter consciência de que terá de adotar muitos cuidados no dia a dia.

Luan Madruga, médico veterinário da Clínica Espaço Animal, nos ajuda a esclarecer alguns pontos importantes desta condição.

Quais cachorros são braquicefálicos?

Algumas raças apresentam esta característica. Os mais conhecidos são pugs, boxers, buldogues e shih-tzus, que estão entre as raças mais comuns no Brasil atualmente. A cabeça achatada e o focinho encurtado são resultado de modificações feitas artificialmente ao longo dos anos e a sua reprodução é objeto de debate há vários anos por veterinários ao redor do mundo.

Que cuidados é necessário ter?

Luan Madruga explica que tutores de cachorros braquicefálicos devem fazer controle regular do peso do animal para evitar obesidade e magreza e acrescenta que também é importante realizar “avaliação com um médico veterinário para avaliar alterações causadas pela síndrome do braquicéfalico e necessidade cirurgia para uma melhor qualidade de vida”.

A atividade física, que é tão importante para a manutenção da saúde canina, é uma tarefa mais delicada para estes cães. Como eles possuem dificuldade de respirar, os exercícios devem ser leves e em temperaturas mais amenas. Deve-se evitar, portanto, a exposição em dias de muito calor e sol.

Que outros problemas a braquicefalia apresenta?

O médico veterinário conta que eles têm alterações congênitas, como prolongamento de palato e estenose de narina.

O palato é conhecido como o céu da boca. Quando há o prolongamento, a passagem do ar fica mais difícil, o que causa os roncos e a respiração com ruídos já mencionados. No entanto, em casos mais sérios, pode provocar cianose, que é um problema por conta da falta de circulação e/ou oxigenação do sangue, e síncope – desmaio. Já a estenose é o estreitamento das narinas e faringe, que também dificultam a passagem do ar. O problema pode levar ao colapso completo da laringe.

Quais são os tratamentos possíveis para cachorros braquicefálicos?

Embora seja uma condição inata, existem, conforme explica Luan, procedimentos cirúrgicos que podem amenizar os sintomas. A estafilectomia, que é a cirurgia para reduzir o palato no animal, e a rinoplastia, intervenção que reduz a borda do nariz, aumentando o espaço para a entrada de ar, podem ser opções válidas de acordo com orientação médica.

Dia Mundial do Diabetes: como proteger cães e gatos

14 de novembro é o Dia Mundial do Diabetes, data importante para conscientizar a sociedade sobre esta síndrome que exige vários cuidados. Mas você sabia que o diabetes também pode acometer animais e, em casos mais graves, levar à morte? Por isso é sempre preciso estar atento e procurar auxílio profissional quando adequado.

Para esclarecer o assunto aos tutores de pets, conversamos com Luan Madruga, médico veterinário da Clínica Espaço Animal, sobre o tema.

O que causa o diabetes em animais?

O profissional explica que há três aspectos que justificam a incidência desta síndrome: genética, obesidade e sedentarismo. Quanto à genética, o tutor não tem controle, porque tem a ver com um fator inato ao bichinho. Porém, em relação aos outros dois aspectos o humano precisa estar atento. Como já ressaltamos, a alimentação é um ponto fundamental para a manutenção de uma vida saudável em cães e gatos. Ela precisa ser variada, conter os nutrientes ideais e ser oferecida na dosagem correta. Outra prática que é aliada da prevenção ao diabetes é o controle do peso.

O mesmo ocorre com a prática de exercícios físicos. O tutor deve dedicar um momento do seu dia para incentivar o seu animal a se exercitar. Cachorros em geral adoram sair para passear ou brincar com seu dono no pátio e, dessa forma, estarão se movimentando e garantindo uma vida mais saudável. Por outro lado, gatos são mais caseiros, mas podem ser tão brincalhões quanto seus amigos caninos. Utilize brinquedos para fazer os gatinhos correrem pela casa.

Quais são os sintomas?

Luan cita quatro sinais que podem indicar o diabetes: emagrecimento progressivo, polifagia (muita fome), poliúria (urina em excesso) e polidipsia (aumento da ingestão de água).

Como é o tratamento?

Uma vez diagnosticado, o pet deve passar por um acompanhamento com um endocrinologista, que estará habilitado a estabelecer o tratamento adequado para tentar amenizar os sintomas. Esta parte é muito importante porque se o animal não for tratado, o problema pode progredir e deixar sequelas graves, como a cegueira, ou levar até a morte.

Como prevenir o câncer de próstata em pets?

No Novembro Azul, voltamos as nossas atenções ao câncer de próstata, que pode ser encontrado não só em humanos, mas também em animais, especialmente nos cães. Em geral, os fatores que levam à formação do tumor têm relação com genética e idade: raças de porte maior e pets com idade mais avançadas possuem maior incidência.

Os sintomas do câncer de próstata podem ser variados e afetar tanto o sistema urinário, quanto o digestivo. Assim, estão na lista, entre outros: dificuldade para urinar ou defecar, perda de peso, falta de apetite e fezes em formato achatado.

Prevenção é o melhor caminho contra o câncer de próstata

Para estar sempre seguro quanto à saúde do seu animal, é fundamental apostar na prevenção. O primeiro passo é castrar o animal no momento correto. Como já havíamos ressaltado no texto sobre o câncer de mama, o mesmo vale para os machos. O pet castrado tem suas chances de desenvolver o tumor e outros problemas na próstata consideravelmente reduzidas.

Faça a lição de casa: realize exames de rotina

Não tem segredo: exames periódicos bem feitos são o melhor amigo do tutor quanto à saúde do seu bichinho. Eles não evitam a doença, mas, se descobertos prematuramente, tornam o tratamento e a recuperação mais simples. Para quem tem cachorros de grande porte, é bom iniciar os checkups a partir dos cinco anos.

Alimentação saudável e rotina de exercícios ajudam

Outros fatores que sempre aparecem quando falamos sobre saúde de gatos e cães são alimentação e exercício. Com a ajuda de um profissional, busque por uma dieta balanceada e completa com os nutrientes de que o pet precisa. Tenha atenção ao excesso de carboidratos e açúcares. Também, sempre destine um momento do seu dia para passear ou brincar dentro de casa.

Dicas para aumentar a expectativa de vida do seu cachorro

No dia 26 de agosto, comemora-se o Dia Mundial do Cão. Para celebrar a data, a Médica Veterinária da Espaço Animal, Márcia Rambo, preparou um conteúdo sobre como aumentar a expectativa de vida do seu cachorro, para você comemorar essa data por muitos e muitos anos. Confira abaixo!

“A partir dos 7 anos de vida, o cão já é considerado idoso. Nesta fase, já começa uma série de cuidados. O ideal é fazer checkups anuais com, pelo menos, exames de sangue, uma ecografia do abdômen e um eletrocardiograma.

Sabemos que na prática, às vezes isso nem sempre é possível. Então, em contrapartida, a gente deve manter uma alimentação bem balanceada para eles, com ração de excelente qualidade, manter a atividade física, apesar de que eles começam a se movimentar menos quando chegam na fase idosa e, principalmente, entender as necessidades do cão idoso.

Hoje em dia, com o advento de novas tecnologias, da ciência, a gente consegue aumentar a expectativa de vida dos cães. Porém, a gente nota a ocorrência de bem mais doenças que antigamente não se via ou não se tinha diagnóstico. Por isso, sempre é importante a prevenção na saúde.

Ao pegar o filhote, o tutor já deve saber que ele vai ter uma expectativa de vida de 10 a 15 anos e sempre zelar, repito, pela prevenção da saúde, com alimentação balanceada, exercícios e, quando chegar na fase idosa, a pessoa vai ter um animal com uma saúde melhor.”

Escrito por Márcia Rambo, Médica Veterinária da Espaço Animal

Publicado por Emilin Grings Silva no dia 24/8/2023.

Perguntas a se fazer antes de ter um pet

Adotar ou comprar um pet é uma responsabilidade e tanto. Cães e gatos precisam e merecem diversos cuidados que garantem a sua saúde e bem-estar. Conversamos com os Médicos Veterinários, Hermes Raupp e Márcia Rambo que indicam abaixo quais os questionamentos você deve se fazer antes de ter um mascote. Confira!

Antes de ter um cão, pergunte-se:

  • Para qual finalidade você quer esse pet? Guarda, companhia…?
  • Você tem espaço para abrigar o cachorro? Será criado em casa ou em apartamento?
  • Se for um animal de pelo longo, é necessário escová-lo ao menos duas vezes na semana e dar banho frequentemente. Você está disposto a isso?
  • Você vai ter tempo para dedicar a esse bichinho, principalmente para ensinar as regras de boa convivência?
  • Se optar por animais de grande porte, diante de qualquer problema de saúde, qualquer procedimento tem um custo maior. Você está disposto a custear tratamentos mais caros?

Antes de ter um gato, reflita:

  • A primeira coisa a se perguntar, é por que quero adotar um gato?
  • Depois, analisar se tens tempo para cuidar de um bichinho.
  • Importante pensar nos custos que terás com o gatinho, pensar a curto, médio e longo prazo.
    Algumas pessoas acham que ter um gato é mais fácil e demanda menos tempo do que ter
    um cão. Porém, apesar de ser mais independente em relação ao cachorro, o gato também
    precisa de atenção do tutor.
  • Antes de qualquer coisa, ao adotar ou adquirir um gato ele deve ser testado para FIV e FELV, que são doenças exclusivas deles e que, infelizmente, são fatais.
  • Lembrar que terá custo com primovacinação e vacinação anual até o fim da vida do bichano, além de vermifugações, prevenção de pulgas, ração de boa qualidade e adequada para cada fase da vida.
  • Pensar também em castração, no período do cio, eles são bastante barulhentos.
  • Se morar em apartamento, as janelas e sacadas devem ser teladas. Se for em casa, o ideal, também seria um lar telado, para que o gato não tenha acesso à rua e que gatos errantes não invadam o espaço.
  • É necessário manter a caixa de areia limpa, se tiver mais de um gatinho é preciso mais de uma caixa de areia, assim como os potes de água e ração. Alguns gatos gostam de água corrente, como fontes de água, ou direto de uma torneira.
  • Tirar um tempo diário para brincar com o bichano, eles são muito brincalhões e cheios de energia, principalmente à noite.
  • Quando for um gato de pelagem longa é necessário escovação e, eventualmente, tosas com profissionais especializados.

Publicado por Emilin Grings Silva em 8/7/2023.

Benefícios que bichos de estimação trazem à saúde

De reduzir estresse até detectar câncer, animais podem ser muito benéficos à saúde, segundo pesquisas. Confira a lista abaixo:

1. Bons companheiros

Eles são graciosos e bons companheiros, mas não apenas isso. Animais de estimação fazem bem à saúde. Prova disso é que, recentemente, o hospital Albert Einstein, em São Paulo, liberou visitas de bichos a pacientes internados, inclusive em unidades semi-intensivas. O motivo da permissão é a humanização do tratamento e a interferência positiva que eles exercem na cura. Várias pesquisas já demonstraram o poder que esses “amigos” têm para melhorar a qualidade de vida.

2. Animal de estimação reduz o estresse

Um estudo feito pela Universidade Estadual de Nova York, nos Estados Unidos, mostrou que os bichos de estimação são ótimas companhias para combater o estresse. O experimento testava os níveis de tensão de pessoas em quatro situações: sozinhas, com seu parceiro, com seu animal e com seu parceiro e o animal. Eles descobriram, então, que a ocasião de maior tranquilidade foi apenas com o pet.

3. Pet diminui a depressão

A tristeza também vai embora com mais facilidade para as pessoas que têm animais. Diversas pesquisas já mostraram que essa convivência reduz a sensação de solidão, a ansiedade e a depressão. Isso porque, quando o humano passa parte do dia com um bicho, ele passa a produzir mais hormônios como a ocitocina, a prolactina e a serotonina, que melhoram o humor.

4. Bicho faz cair o risco de alergias em crianças

Muitas famílias podem escolher não ter um animal em casa para evitar que os filhos desenvolvam alergias. Mas estudos feitos por um pesquisador da Universidade de Wisconsin-Madison mostraram que as chances de uma criança ter esse tipo de problema são 33% menores com um bicho de estimação. Isso porque, com a convivência, os pequenos desenvolvem um sistema imunológico mais forte. Esse efeito, no entanto, não acontece entre adultos que já sofrem de alergias.

5. Animal em casa faz bem para o coração

Além do amor, os cães, gatos e outros pets ajudam de outra forma o coração dos donos. Segundo pesquisas dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e do Instituto Nacional de Saúde (NIH), nos Estados Unidos, criar um bicho em casa ajuda a reduzir a pressão sanguínea, o colesterol e o nível de triglicérides. Consequentemente, servem de prevenção contra ataques do coração e outras doenças cardiovasculares.

6. Cachorros ajudam a detectar câncer

Cães podem ser úteis aos donos e médicos na detecção de câncer em diversas regiões do corpo, como pele, bexiga, pulão, mama, ovário e colo. O diagnóstico é feito ao farejarem o local doente e é possível que os cachorros sejam até treinados para fazer esse tipo de descoberta. De acordo com especialistas, a precisão deles pode variar nas faixas de 80% e 90%.

7. Cães podem detectar hipoglicemia

Segundo um estudo conduzido pela Universidade Belfast do Queens, na Irlanda, e pela Universidade de Lincoln, na Inglaterra, diabéticos ou outras pessoas que têm bruscas quedas de níveis de açúcar no sangue podem treinar seus cães para ajudar a evitar crises de hipoglicemia. A pesquisa indica que cachorros seriam capazes de detectar uma redução do índice glicêmico, ao perceber sinais diferentes de comportamento, que o dono pode não perceber, e ao sentir a liberação de feromônios por meio do suor. Ainda não há uma conclusão fechada sobre o tema, mas um método a mais para prevenir o problema seria bem-vindo.

8. Cachorros ajudam no emagrecimento

Passear com o cachorro é bom para ele e para o dono, de acordo com levantamento do Instituto Wellness, no Hospital Northwest Memorial. As caminhadas com o pet são boas para manter e perder peso, e, segundo outro estudo do Instituto Nacional de Saúde (NHI), dos Estados Unidos, os responsáveis pela saída diária são menos propensos à obesidade, se comparados com quem não possui animal de estimação.

9. Gatos reduzem risco de AVC

Um estudo da Universidade de Minnesota afirma que gatos podem ser benéficos para prevenir acidente vascular cerebral, infarto e outras doenças cardiovasculares. O trabalho foi feito por 20 anos com quase 4.500 pessoas e percebeu-se que aqueles que não criaram os bichanos tiveram risco 40% maior de morrer de ataque do coração e 30% maior de perder a vida por uma doença cardiovascular, em relação aos donos de gatos. Esse resultado foi percebido apenas entre pessoas que tinham essa espécie, não incluindo os donos de cães. Apesar de não explicar a causa, os cientistas acreditam que esse poder está no fato de os gatos ajudarem a relaxar e reduzir a ansiedade de seus criadores.

Fonte: Revista Exame

Texto publicado no dia 18/3/2023

As 9 raças de gatos mais comuns no mundo

Reconhecer as raças de gato nem sempre é uma tarefa tão comum, e também nem tão fácil quanto as dos cães. Isso porque na grande maioria das vezes, um gatinho é separado de outro por meio de detalhes, como seu tamanho, peso ou mesmo cores e tipos de impressões, por exemplo, os gatos listrados.

Confira abaixo o ranking das raças de gatos mais comuns no mundo:

  1. British Shorthair

British Shorthair é uma das raças de gato mais conhecidas do mundo, e é uma fofura.
Nos pelos em tons de cinza e com olhos amarelos, o British Shorthair também é um dos mais queridinhos de todo o mundo.

Principais características
Origem: Reino Unido.
Altura: Entre 15 e 30 centímetros.
Pelagem: Pelos volumosos de tamanho médio.
Expectativa de vida: Entre 10 e 15 anos.


Curiosidades
– Alguns casos mais raros da raça British Shorthair podem possuir uma pelagem com tons de branco ou mesmo em uma mescla de tons de cinza e branco;
– Costumam ter bochechas bem proeminentes e marcadas.

  1. Gato Siamês

Gatos Siameses são companheiros com características marcantes, como os seus olhos incrivelmente azuis
Os siameses são os gatos mais facilmente reconhecíveis.

No entanto, é importante ressaltar que existem muitos gatos que possuem cores bem parecidas com a da raça, mas não são necessariamente verdadeiros siameses.

Possuem um porte esbelto e atlético, com a carinha sendo bem fina.

Principais características
Origem: Tailândia e China.
Altura: Entre 15 e 20 centímetros.
Pelagem: Pelos curtos.
Expectativa de vida: Entre 15 e 20 anos.


Curiosidades
– É uma raça bastante rara e não são facilmente encontrados no Brasil. No entanto, é possível achar facilmente gatos com o mesmo padrão de cores, mesmo em abrigos e instituições que resgatam gatos.

  1. Maine Coon

Maine Coon é uma raça que demonstra elegância por onde passa. Os Maine Coon são gatos conhecidos por serem gigantes. Eles costumam ter um tamanho muito acima da média e podem ter diferentes padrões de cores, sendo muito procurados por pessoas que gostam de gatos compridos.

Principais características
Origem: Estados Unidos.
Altura: Entre 34 e 44 centímetros de comprimento.
Pelagem: Pelos longos e volumosos.
Expectativa de vida: Entre 9 e 15 anos.


Curiosidades
– São originários do estado americano do Maine;
– São gatos que adoram água;
– Boa parte dos problemas de saúde do Maine Coon está relacionada ao seu tamanho.

  1. Gato persa

Os gatos persas além de fofos, são muito famosos nas telinhas. Os persas são gatos com pelos longos, volumosos e fofinhos, sendo muito reconhecidos, também, por terem o nariz levemente amassado na ponta, dando a impressão de terem achatado essa parte do corpo. Por conta disso, eles podem ter alguns problemas respiratórios.

Principais características
Origem: Região da Pérsia;
Altura: Possuem entre 20 e 25 centímetros;
Pelagem: Pelos longos e finos, com muito volume;
Expectativa de vida: Cerca de 14 anos, se forem criados dentro de casa.

Curiosidades
– Um dos gatos mais famosos do quadrinhos e do cinema, o Garfield;
E também, Snowball, o gatinho branco do lar da família Little.

  1. Himalaio

O gato Himalaio é também conhecido pelos olhos azuis, mas com pelugem mais volumosa. O Himalaio faz parte de uma raça de gatos muito parecida com o Siamês, só que a diferença é que esse possui pelos mais longos e volumosos.

Principais características
Origem: Estados Unidos.
Altura: Entre 15 e 20 centímetros.
Pelagem: Pelos longos e volumosos.
Expectativa de vida: Entre 9 e 15 anos.


Curiosidades
– São resultado do cruzamento de um gato persa com um gato siamês;
– No filme “Entrando Numa Fria”, o gato Mr. Jinx, que atormenta a vida do personagem de Ben Stiller, era um gato da raça himalaio.

  1. Burmese

Os Burmeses contam com uma aparência mais comum e adoram atividades físicas. Possuem uma aparência bem característica, musculosa e atlética, com um focinho bem proeminente.

Principais características
Origem: Tailândia.
Altura: Entre 15 e 30 centímetros.
Pelagem: Pelos médios e pouco volumosos.
Expectativa de vida: Entre 9 e 13 anos.

Curiosidades
– O primeiro gato Burmês foi levado da Birmânia (atual Myanmar) para os Estados Unidos por um médico americano. Apesar de acharem que o gato, chamado Wong Mau, era apenas uma versão com tonalidade mais escura de um gato siamês, o médico conseguiu provar que era um gato de uma raça nova e separada dos siameses.

  1. Angorá

Os gatos angorá são gatos que se destacam por sua beleza. Eles têm pelos lisos, e um pouco mais compridos em pontos como o pescoço, o ventre e a cauda.

Eles são tradicionalmente brancos, mas também podem ter outras cores, no entanto são mais raros.

Principais características
Origem: Turquia.
Altura: Entre 15 e 30 centímetros.
Pelagem: Longo e fino.
Expectativa de vida: Podem viver até 14 anos.


Curiosidades
– Como são costumeiramente brancos, gatos angorás que possuem olhos azuis podem ser surdos ou ter uma maior tendência a surdez devido à genética;
– Inicialmente, foram criados dentro de um zoológico, na Turquia, o que contribuiu para preservar a raça ao longo dos séculos;
– O gato da Magali, dos quadrinhos da Turma da Mônica, é um gato angorá.

  1. Sphynx

Os Sphynx são gatinhos valiosos e peladinhos. Os Sphynx são uma raça de gatos que surgiu no Canadá, em 1966. Naquele ano, devido a uma mutação genética, uma gata deu a luz a uma ninhada de gatos sem nenhum pelo, dando origem a essa nova raça.

Os Sphynx são muito fofos, porque é possível ver todas as dobrinhas de seu corpo devido a pouca quantidade de pelos.

Principais características
Origem: Canadá.
Altura: Entre 15 e 30 centímetros de altura.
Pelagem: Os Sphynx não possuem pelos e são uma raça de gatos notória por ser “careca”.
Expectativa de vida: Em média, 14 anos.


Curiosidades
– Apesar de serem conhecidos até como gatos pelados, os sphynx possuem pelo muito curtinhos e muito finos, que não são visíveis;
– Os sphynx também podem causar alergias a pessoas com alergia a gatos, mesmo não tendo pelos;
Precisam tomar banho com relativa frequência, já que podem se sujar com maior facilidade;

  1. Ragdoll

Os gatos da raça Ragdoll são gatos de olhar marcante e também considerado como uma das raças de gato mais comuns. Com rosto tricolor, em tons de branco, cinza e marrom, os gatos da raça Ragdoll são muito bonitos.

Principais características
Origem: Estados Unidos.
Altura: Entre 40 e 50 centímetros de altura.
Pelagem: Possuem pelos longos e volumosos.
Expectativa de vida: Entre 12 e 18 anos de vida, mas podem viver até 20 anos.


Curiosidades
– São muito tranquilos com toques de humanos e, se colocados em uma determinada posição, podem relaxar e ficar nela por longos períodos de tempo, fazendo jus ao nome “ragdoll”, boneca de pano, em português.

Gatos são ótimos companheiros e suas personalidades variam muito de acordo com a sua raça, por isso, é tão importante conhecer mais sobre eles.

Fonte: Doghero

Publicado no dia 30/4/2023 por Emilin Grings

Cães tomam decisões a partir de expressões humanas

Um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP) aponta que cães reconhecem as emoções dos seres humanos e utilizam delas para para tomar suas decisões. Exemplificando: costumam aproximar-se de pessoas alegres e se manter longe de quem apresenta expressão de raiva.

Uma habilidade que promove é benéfica para a segurança dos cachorros. Isso porque a tendência de se afastar de pessoas com raiva pode evitar situações de perigo para os animais, já se aproximar de seres humanos sorridentes está associado ao ganho de recompensas.

As conclusões são de Briseida Dôgo de Resende e Natalia Albuquerque, pesquisadoras do Instituto de Psicologia da USP. Elas produziram o artigo Dogs functionally respond to and use emotional information from human expression que foi publicado na revista Evolutionary Human Sciences.

Conforme Briseida Resende, o desenvolvimento da capacidade dos cachorros de entender as expressões humanas pode ser pensado em dois momentos: durante a evolução da espécie e ao longo da história individual de cada cão. 

“A seleção natural pode ter atuado no sentido de favorecer a sobrevivência de cães mais hábeis para aprender sobre as expressões das emoções dos humanos”, esclarece. Ela ainda destaca que é impossível precisar quando essa evolução aconteceu. De qualquer forma, o cão reconhece as emoções do tutor à medida que se aproxima dele, passando a se adaptar a elas, fortalecendo o vínculo entre ambos.

Além disso, os cães compreendem as consequências de cada expressão humana e respondem de acordo com cada uma delas. “Essas habilidades foram críticas para a aproximação das duas espécies, para o estabelecimento de laços e para a manutenção dos relacionamentos. Hoje em dia, dividimos nossas vidas com animais que são sintonizados a nós e que podem nos compreender”, afirma Natalia Albuquerque.

Segundo as professoras, há pesquisas que mostram que cavalos e gatos são capazes de reconhecer emoções por meio da expressão e do som. Assim, seria interessante investigar as respostas de cada espécie às emoções humanas.

Publicado no dia 6/3/2023 por Emilin Grings Silva

Referências:
Jornal da USP

Albuquerque, N., & Resende, B. (2023). Dogs functionally respond to and use emotional information from human expressions. Evolutionary Human Sciences, 5, E2. doi:10.1017/ehs.2022.57